Cor de rosa.

Esta coisa da minha senhora me ter pegado o vírus da gripe, através da troca dos verdadeiros fluídos, tem as suas coisas boas. Passo a explicar: o ranho no nariz é uma constante, logo posso assumir aquele ar de ranhoso, que eu tanto chamo aos meus alunos… para acabar com o ranho tenho de tomar qualquer coisita, o que é bom, pois ando mais levezinho (como o outro morcão da bola de prata) ao andar mais levezinho, ando mais bem disposto, a vida torna-se mais cor-de rosa, depois há sempre o meu velho Glen Turner, que em aliança com a coisita, ainda torna a vida mais versão Barbie, o que é bom, pois as filhas adoram a Barbie, como boas meninas que são.
É por estas e por outras, que eu acho que uma gripezita, de vez em quando, nos faz sentir revigorados, fortes para encarar o mundo e com vontade de fazer o pino, o que é bom, porque há uma maior irrigação sanguínea do cérebro, logo, cor de rosa.

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