Pois foi. Ontem fui ter com o pessoal das maxi scooters, a Leiria. Adorei. Foi um passeio de Scarabeo muito agradável e depois, a conversa foi sempre muito agradável. À vinda para cá apanhamos uma molha monumental, esteve sempre a chover a potes desde que saímos de lá. Fiquei a saber como se conduz em auto estrada, de noite e com chuva, muita chuva. Não se vê quase nada e a maior parte do percurso foi feito com uma grande dose de instinto…
Cheguei a casa todo derretido e só tive força para arrumar a tralha e fui a correr para a cama.
A minha sorte foi que as filhotas tiveram um dia muito preenchido e quando cheguei já não estavam para grandes conversas… tal como a mãe delas que estava estourada… ufa.
Monthly Archives: Setembro 2007
A ver vamos.
Gostei da ideia porque gostei das pessoas que frequentam o forum e,
vai daí, toca a levantar cedo para me fazer ao caminho.
Acho que vai ser bem divertido.
Amanhã cá estarei para contar as novidades, se ainda me conseguir sentar pois palpita-me que vou cá chegar todo partidinho…
Ahhh.
São 00.46h da manhã. Quem está aí?
Desse lado, visitando meu belogue?
Identifique-se, por favor.
Não são horas de estar ligado à internet.
Vá já dormir, que amanhã é dia de trabalho.
Quem faz parte da nossa vida?
Gostaria de saber agradecer. Não façamos confusões. Eu sei agradecer. Só não sei é agradecer do tamanho que acho que devo. Quando quero agradecer a quem devo, quero e desejo, nunca sei se o faço como deve ser. Espero que saibas que, para ti, é sempre do fundo do coração, meu itinerário louco.
Tem estado animado.
Amanhã é dia de Coro da Escola Secundária de Rocha Peixoto. Tenho ido sempre. Estou a gostar de me integrar numa actividade realizada em grupo. Digo isto porque nunca fui lá muito de actividades desenvolvidas em grupo. Para mim, grupo, no máximo, são duas pessoas e mesmo assim já dá muito trabalho. Mas estou a gostar. É mais difícil na parte em que cantamos estrangeiro… custa-me um bocadinho…
Ufa.
Avançando na noite, posso finalmente relaxar um pouquinho. Foi um dia difícil. De expectativa. Fui dar aulas só à tarde, mas até às duas horas estive preocupado com o resultado do exame que a minha princezinha mais velha fez. Durante três anos andou a fazer um tratamento diário e com este exame iria saber se deu resultado ou, se pelo contrário, teria de ser sujeita a uma cirurgia. Felizmente tudo acabou bem e ficamos todos mais aliviados. A minha extremosa, que só tem feito asneiras por andar nervosa, até parece que ressuscitou, envolta numa auréola e pronta para a vida…
A ver vamos.
A partir da próxima semana, as minhas alunas vão começar um blog individual, obrigatoriamente, onde irão colocar as suas reflexões sobre o trabalho que irá ser desenvolvido ao longo do ano. Pensei que iriam torcer o nariz à ideia, mas não. Não consegui vislumbrar um interesse excessivo, mas também não detectei nenhuma má vontade. Enfim, vamos ver como resulta.
Aos meus tesouros.
Embora nunca o tenha confessado e, igualmente também, sempre tenha demonstrado o contrário, nunca me deixei sofrer por antecipação. No caso, bem presente e actual, tenho mesmo a certeza de que não só não devo como não vou ter de sofrer.
Por ela e por vós fica o meu peito pronto a albergar a dor, sempre.
Tinha de ser cor de metal.
Quando ando de mota (tirando a passada terça feira em que dei 160 para poder ir ver o fêcêpê) costumo recrear o espírito. Gosto de andar calmamente. As ideias surgem muito facilmente e sou capaz de fazer uma viagem para o trabalho a desenvolver mentalmente uma ideia qualquer. O problema vem a seguir. Pouso a bela da Scarabeo e fico a repetir, algumas vezes (para não dizer muitas) a ideia que tive para depois amadurecer. Acontece que depois, sim, depois, esqueço-me do que andei a pensar anteriormente.
Eu sempre fui muito precoce. Lembro-me de em adolescente só gostar de conviver com pessoas mais velhas e de conseguir manter o nível de conversação. E é isso que me vem à cabeça. A precocidade mantém-se e a esclorose está-me a bater à porta. Só pode. Ou então arranjo um sistema de gravação de voz e passo a ditar tudo para um gravador.
Tinha a sua piada. Andar nos corredores da escola a falar para um gravador e ninguém perceber nada do que se estava a passar. Era moderno.
Calorosos.
Olho para o rótulo: Fita Azul.
Não pode ser. Fita Azul mesmo?
Não acredito que seja mesmo isso. Será?
Não me parece.
São outros vapores, não tão elaborados, mas muito agradáveis.
Para eles, um grande bem hajam.