Arquivo mensal: Abril 2008

Felicidade.

Acho uma coisa. Uma coisa séria, que não deve ser mal interpretada. Ninguém é perfeito. E como tal, não deveriam existir juízos de valôr que acabem por interferir com a vida das pessoas. Claro que é muito fácil dizer estas coisas assim, mas na prática, no dia a dia, torna-se difícil não interferir na vida das pessoas. Por isso eu digo: deixem as pessoas viver a vida delas. Ninguém tem que achar isto ou aquilo, se gosta de beber uns copos, se precisa de fumar, se gosta por trás ou a fazer o pino. Façam o que for melhor e o mais adequado para a vossa vida, mas sejam felizes. Porque eu também o sou e quero muito continuar a ser.

Como não se consegue ganhar um concurso de escrita criativa.

Esta coisa dos concursos, tem muito que se lhe diga. De início é difícil perceber o que se é pretendido, que é o primeiro item da lista, depois há aquela dificuldade em se conseguir chegar ao que é pretendido, mais para a frente surge a convicção de que não se está a fazer nada do que é pretendido, olhando para o lado se calhar o mais acertado é não fazer nada do que é pretendido, e andamos nisto, até que se chega à conclusão de que: seja o que deus quiser, se for o que é pretendido, tudo bem, se não for o que é pretendido, tudo bem na mesma.
Afirmar, portanto, que tudo isto não passa de um mero equilíbrio… será cair num lugar comum.
O que até não está nada mal. Dá é um arzinho um pouco palerma à coisa, o que, convenhamos, nesta altura do concurso, não será muito aconselhável. Porque já se perdeu uma data de tempo a pensar… a escrever… a salivar com os prémios, e tudo isso não é de desperdiçar.
Assim sendo, passa-se ao segundo item da lista: a escolha do tema. Utilizando novamente a palavra claro, a escolha não poderia deixar de ser, claro, a pior baboseira. E baboseira porquê? Porque muito sinceramente não interessa mesmo nada, pois isto trata-se de fazer a escolha de um tema para um concurso de escrita criativa, certo? Daí ser certo e seguro que tanto faz falar disto ou daquilo.

Feita, pois, a escolha, passemos ao desenvolvimento do assunto em si, que será o terceiro item da lista e que por sua vez pode, perfeitamente, ser enriquecido com uma verdadeira parafernália de ferramentas. Claro está que a escolha irá recair sobre uma foto. Parece-me consensual que assim seja, até porque fica sempre bonitinho.Enriquecer um texto, quarto item da lista, com uma imagem, é sempre, mas sempre, difícil. Não queria usar novamente a palavra parafernália, porque me parece excessiva, mas há uma data de condicionantes que nos fazem recear pela escolha, por isso, o mais lógico, e neste caso, o mais correcto, é fazer uso de uma imagem que não tenha rigorosamente nada que ver com o tema, pois só assim se consegue obter o verdadeiro enriquecimento.
Chegado a este ponto, a coisa complica-se ainda mais, pois reparo que estou no quarto item da lista. Da lista do concurso de escrita criativa, obviamente. Bem vistas as coisas, está chegada a altura de proceder a um auto-elogio, que será o quinto item da lista. Fica sempre bem, é normal, e toda a gente acha que deve fazer parte e, acima de tudo, não dá grande trabalho, porque ninguém melhor do que nós próprios para nos gabarmos, por isso é imprescindível. É verdade que nem qualquer auto-elogio serve, mas um, assim jeitoso, que dê para as pessoas perceberem o carácter do autor, é o ideal.
Paremos para pensar.
Este é sempre o momento crucial. Ou para a frente ou para trás. Que fazer? Eis a verdadeira questão. Será que está a faltar qualquer coisita? Será que devemos enriquecer mais um pouquito o nosso trabalho? Uma foto engraçada? Com uma forte carga ideológica? Oh Jesus, ajuda neste momento difícil.
Passada a tormenta, devemos pensar em enviar o trabalho. Temos duas maneiras de o fazer. A engraçada e a outra. Como é óbvio, eu escolho a outra. Como sempre, seguirá no último momento, correndo o risco de não ser aceite, devido a dificuldades tecnológicas, que são sempre susceptíveis de suceder, ou por ter ultrapassado a data limite. Em caso de ter sido aceite no limite, corre-se outro risco: o do júri já não ter pachorra para analisar o conteúdo, o que também não está mal.
Posto isto…

Novamente um pretexto.

Como sigo de perto as novidades que vão aparecendo num dos blogues que mais gosto de visitar, decidi ir espreitar à última sugestão de mestre Bitaites. Trata-se de um site cheiinho de papeis de parede e eu escolhi este. Queridinho. Agora dá-me para estas opções. Claro que sou influenciado, inconscientemente, pelas vivências gráficas das minhas minhocas. O que, diga-se de passagem, não é nada desagradável e é um tipo de grafismo que eu também acho piada. Para já, tenho consciência deste tipo de opções, o meu medo, mesmo, é quando já não conseguir perceber o resto…

Gostava, mas não consegui.

Isto hoje está difícil, para a frente e para trás, por isso, voltando atrás… dá para perceber o quê, da imagem? Que este é que é o belo do ipod, com as belas das colunas. E onde foi esta foto tirada? Na maravilhosa e internacional praia de Lavra, no passado fim de semana, o tal que esteve uma brasa. Faz toda a diferença estar na praia a ouvir música. Até as minhocas brincam mais calmamente ao som das remisturas de música italiana, da editora irma (para quem conhece, um must, para quem não conhece, devia passar a conhecer) e não é possível ficar indiferente a estas coisas ou estas. Claro que estas músiquinhas não têm nada a ver com as que se ouviram, que são La Douce, mas como não sei onde as ir buscar, paciência, ficaram essas duas.

Já cá canta.

A pequena viatura cá de casa já está arranjada. Pronta para as curvas. E pegando novamente nela, ao fim de três semanas, dá mesmo gozo. É maneirinho, o Micra, e para quem tem andado com o outro trambolho, este é um verdadeiro salvador da pátria. Pena mesmo foram os oitocentos e muitos euricos que ficaram na oficina… assim não há maneira de uma pessoa se endireitar, mas também não há-de ser nada, havendo saudinha, a vida rola…
Por falar em rolar, acabei de ver o Jardel a falar na tv, a dizer que estava tudo bem com ele, que já tinha deixado as drogas, mas muito sinceramente, não me pareceu nada, mesmo. Oxalá eu esteja enganado pois o homem merece um pouco de sossego na sua vida tão atribulada.

Isto não veio nada a propósito, mesmo nada, mas que se há-de fazer?

Pretextos.

Realmente este tempo está mesmo meio palerma, consegue estar mesmo mais palerma do que eu. O que é difícil. Porquê? Porque a minha vida tem andado uma verdadeira palermice. Dá-me a impressão que estou a sentir a falta da minha turma de décimo segundo ano. Foram para estágio e agora tenho pouco que fazer… até parece que ando a arranjar sarna para me coçar, mas bem vistas as coisas, eu preciso de disciplina para poder funcionar convenientemente. Para conseguir andar minimamente equilibrado, preciso de ter alguns objectivos traçados, que me obriguem a mexer as pernitas. Será, eventualmente, muito triste estar a constatar tudo isto, com esta idade, mas as coisas são mesmo assim e o que eu gostava mesmo era de meter um largo período de férias, pois assim assumia literalmente o direito à preguiça, assim, nem carne nem peixe.

Que mais se pode dizer?

Sou sincero. Nunca esperei chegar a este ponto. Ver uma descomunal campanha em todo o país para que o Fêcêpê ganhasse ao Guimarães deixa-me perplexo. Este desejo, esta vontade, esta necessidade e o prazer com que benfiquistas e sportinguistas se manifestaram, deixa-me com um sorriso de orelha a orelha. Não estava à espera… para todos eles, o meu muito obrigado e um bem hajam.

Com tudo isto, fico assim.

Segundo dia de calor, segunda ida à praia. Não sei o que se passa com este tempo, só sei que tem sido um espectáculo, com as minhocas de um lado para o outro, os banhos no mar gelado, o sheik no belo do ipod, os cereais de chocolate, os castelinhos de areia, novamente os banhos das minhocas, a mulher que não pára de ler, a mulher que continua esticada na toalha a ler, os pescadores com umas canas espetadas na areia. Um espectáculo.

Sim, fomos giboiar para a praia.

Sim, eu sei. Estou com um ar meio palerma. Mas foi no intervalo dos afazeres domesticos (o teclado nao da acentuacao) no meio da praia… na fantastica, maravilhosa e internacional praia de Lavra… Sim, porque hoje fomos a praia. Esteve um tempo muito bom e, se nao fosse o protector solar, apanhavamos mesmo um escaldao.

Allô…

A saga do Pai Natal continua… agora versão laboral… mais propriamente acabadinho de chegar da escolinha. Embora não pareça, devido ao ar carregado (de sono, mesmo), eu estou de fim de semana… prolongadíssimo… quase sem fim. Vai ser por estes dias que eu vou, finalmente, pôr esta casa em condições. Por falar em Pai Natal, brevemente vou mudar o meu visual. Vou fazer umas plásticas e vou ficar irreconhecível. Ninguém se acredita, mas quando me virem novamente… vou perguntar: quem é?

Coisas.

Esta versão Pai Natal já está a meter nojo. Mas tinha que a registar, para mais tarde recordar. Não sei lá muito bem porque é que deixei crescer a barba. Fico mais homem, o que é estranho, pois sou um menino.
Provavelmente, amanhã, apresento outra versão do mesmo personagem, espero eu.

Amanhã.

Outras das razões porque não tenho vindo muito aqui, prende-se com o facto de andar a fazer uma data de asneiras, no computador, claro. Sempre que chega à altura (falta um dia para o lançamento oficial) de fazer um upgrade do meu Kubuntu, eu começo a inventar e a experimentar todas as versões não definitivas que vão sendo lançadas. Conclusão; como não percebo lá muito disto, não consigo resolver alguns “bugs” que vão aparecendo e então… vou-me entretendo a instalar tudo de novo… só que agora já estou esperto e faço backup de tudo, ou quase tudo… já foi pior…

Como amanhã é o grande dia, vamos lá ver se fico com o meu Kubuntu nos trinques.

Às vezes dá-me para isto.

Desisto.Cansei-me de andar à procura e como sou um bocadito nabo nestas coisas da net, não consegui encontrar o raio de um mostrador das condições atmosféricas, em tempo real. Na barra do flock (que é o browser que mais gosto de utilizar) já tenho, mas gostava de o colocar também no meu blog.
Se houver alguma alma caridosa que saiba onde devo ir buscar o respectivo código html para aqui colar, eu fico eternamente agradecido. Eu sei que isto não interessa nada, mas que posso eu fazer? Mariquices.

S. Pedro.

Pois tem sido assim, meio frouxo. Como convém ser com este tempo horroroso. Cá pelo norte do país não pára de chover. Eu sei que a electricidade não vai subir no próximo ano devido à preciosa chuvinha que tem caído, mas já chega. Não me dá vontadinha nenhuma de fazer seja o que for. E tenho imensa coisa para fazer, mas é completamente invasora esta vontade de ficar quieto. A ver vamos.