do tema. Utilizando novamente a palavra claro, a
não poderia deixar de ser, claro, a pior baboseira. E baboseira porquê? Porque muito sinceramente não interessa mesmo nada, pois isto trata-se de fazer a
de um tema para um concurso de escrita criativa, certo? Daí ser certo e seguro que tanto faz falar disto ou daquilo.
Feita, pois, a
escolha, passemos ao
desenvolvimento do assunto em si, que será o
terceiro item da lista e que por sua vez pode, perfeitamente, ser
enriquecido com uma verdadeira parafernália de
ferramentas. Claro está que a
escolha irá recair sobre uma foto. Parece-me consensual que assim seja
, até porque fica sempre bonitinho.
Enriquecer um texto,
quarto item da lista, com uma imagem, é sempre, mas sempre, difícil. Não queria usar novamente a palavra parafernália, porque me parece excessiva, mas há uma data de condicionantes que nos fazem
recear pela
escolha, por isso, o mais lógico, e neste caso, o mais correcto, é fazer uso de uma imagem que não tenha rigorosamente nada que ver com o tema, pois só assim se consegue obter o verdadeiro
enriquecimento.
Chegado a este ponto, a coisa complica-se ainda mais, pois reparo que estou no quarto item da lista. Da lista do concurso de escrita criativa, obviamente. Bem vistas as coisas, está
chegada a altura de proceder a um
auto-elogio, que será o quinto item da lista. Fica sempre bem, é normal, e toda a gente acha que deve fazer parte e, acima de tudo, não dá grande trabalho, porque ninguém melhor do que nós próprios para nos gabarmos, por isso é imprescindível. É verdade que nem qualquer auto-elogio serve, mas um, assim
jeitoso, que dê para as pessoas perceberem o carácter do autor, é o ideal.
Paremos para
pensar.
Este é sempre o momento crucial. Ou para a
frente ou para
trás. Que fazer? Eis a verdadeira questão. Será que está a faltar qualquer coisita? Será que devemos
enriquecer mais um pouquito o nosso trabalho? Uma foto engraçada? Com uma forte carga ideológica? Oh Jesus, ajuda neste momento difícil.
Passada a tormenta, devemos pensar em
enviar o trabalho. Temos duas maneiras de o fazer. A engraçada e a outra. Como é óbvio, eu escolho a outra. Como sempre, seguirá no último momento, correndo o risco de não ser aceite, devido a dificuldades tecnológicas, que são sempre susceptíveis de suceder, ou por ter ultrapassado a data limite. Em caso de ter sido aceite no limite, corre-se outro risco: o do júri já não ter pachorra para analisar o conteúdo, o que também não está mal.
Posto isto…