Apesar de não serem.

Estou aqui e estou a pensar nuns calções vermelhos. Apetecia-me sair à rua com uns calções vermelhos. Claro que eu sou pretensioso, e como tal, não seriam uns calções vermelhos quaisquer (fiquei altamente tentado a escrever quaisqueres…), teriam de ser uns calções vermelhos que me distinguissem da multidão, sim porque calções vermelhos há muitos.

Valentes lambidelas nas costas.

Hoje está-me dar para os gatos, não sei muito bem porquê, até porque tenho cá em casa dois fox terriers que gostam muito de lhes dar umas trincas, o que me impossibilita de os ter por cá, mas adiante, que se faz tarde. Como muita gentinha, eu também gosto, preciso e anseio por um pouco de conforto. Neste caso, de um pouco de calor, de sol mesmo, senão acho que me vou tornar ainda mais insuportável, do que já ando. Claro que tudo isto não passa de um grande disparate pois se não tivermos todos uma dose de paciência muito grande, disparam os índices de criminalidade do país e lá se vão as estatísticas no nosso querido pinóquio.

Estou a trabalhar.

Quando este post aparecer aqui no blogue, devo estar a trabalhar. Sim a trabalhar, mas não julguem que o meu trabalho é uma balda e que eu passo a vida na internet… nada disso, apenas vou fazer uso, pela primeira vez, de uma funcionalidade que existe no blogger e que permite agendar os posts pretendidos para determinada hora ou dia. Vamos lá ver se eu consigo fazer isto direitinho.

Tenho de dizer isto.

Só mais uma coisinha em relação à sondagem que já terminou. Claro que teria sido mais fácil para mim se tivesse ganho “Quando a minha senhora mandar”. Porquê? Porque eu sou uma pessoa muito bem educada e muito bem mandadinha, (aliás, foi ela que me mandou escrever mais esta coisinha) e assim eu limitava-me a mudar mesmo de vida, e mais nada.

Primeira sondagem.

Era suposto eu começar a pensar em mudar de vida. Como já deu para perceber, encerrou a votação da minha primeira sondagem e que foi feita para eu conseguir saber a opinião de todos os que me visitam. Após intensa, cerrada e renhida votação, a opção mais viável é aquela em que eu também apostava, isto é, “Quando tiver um Fiat 500, dos novos” o que quer dizer que vou ter de aguardar mais uns tempitos (eu já me estava a mentalizar para isto…).
É evidente que existem soluções mais fáceis e mais rápidas para que eu possa mudar de vida. Como também é evidente que, se por acaso, mas só muito por acaso, eu tivesse um encontro imediato de terceiro grau com uma personagem deste calibre (o da imagem, mesmo) a minha vida ia obrigatoriamente ter que mudar. Não me perguntem porquê, é apenas um pressentimento que eu tenho.
Ah, e muito obrigado a todos os que votaram, pois sei que o fizeram de alma e coração. Um grande bem hajam.

Here I go.

Eu não disse que ia mudar de vida? Pois é, já dei o primeiro passo. Hoje tive a primeira oportunidade para fazer um registo na minha agenda nova, a tal que a minha senhora me ofereceu, e adivinhem lá o que é que eu lá marquei? Um encontro de coros que se vai realizar na Póvoa de Varzim, no qual vou participar. Dá para acreditar? Eu também acho que não, mas…

Mudar de vida

Hoje começa uma nova era, na minha vida, claro está. A minha senhora ofereceu-me uma agenda. Sim, uma agenda. Para eu finalmente começar a anotar tudo aquilo a que tenho direito. Isto porque ultimamente tenho andado tão relaxado, mas tão relaxado, que me esqueço de quase tudo, especialmente aquilo a que tenho direito. Foi com boa intenção e com uma atitude pedagógica que a minha senhora me ofereceu a dita agenda, eu percebo isso, mas agora eu vou poder olhar para trás, ler os registos e saber na hora o que fiz e o que não fiz. O que também é bom.

Ainda não sei.

Mudar de vida tem sido o tópico que ultimamente tem afectado a minha própria vida. Tenho já em vista algumas soluções. Uma delas passa precisamente por rentabilizar os meios que actualmente disponho, nomeadamente a bela da Scarabeo. Claro que se for esta a alternativa escolhida, terei de pensar em adaptar um atrelado, que esteja de acordo com a bela Scarabeo, de maneira a não sujar o belo do assento em pele.

Escrever.

Escrever um texto, tem que se lhe diga. Tanto pode ser um momento de felicidade como de verdadeira chatice. Depende muito, como se costuma dizer na minha terra. Os seres humanos têm manias e, como tal, eu tenho as minhas. Eu gosto de escrever com uma caneta de bico muito fino, pois só assim a escrita me sai mais fluída e com gosto. Se por acaso não tenho uma caneta dessas à mão, mais vale esquecer porque não vou conseguir olhar para a minha letra, que é esticada e fina, pois não consigo suportar ver a minha letra mais arredondada. Bela mania, não? Por isso, passo a vida a comprar canetas de bico fino e a perdê-las. Tudo bem que são quarenta cêntimos cada caneta, mas já perdi a conta às que fui deixando pelo caminho durante este ano lectivo e, assim, não há orçamento familiar que aguente…
Outra forma de escrever, que tenho vindo a descobrir e a apreciar ultimamente, é o teclado do computador. É bastante diferente porque é uma actividade dupla. Não sei se acontece com toda a gente que escreve directamente no computador, mas a mim sucede-me sempre a mesma coisa: ao mesmo tempo que estou a teclar vou soletrando as palavras que estou a escrever, o que me parece bem, pois ajuda-me na acentuação e no sentido das frases. Não sei se esta é uma mania, mas se for, também é uma bela de uma mania.

Por vezes, dá-me vontade.

Há pessoas que, muito francamente, vou ali e venho já. As pessoas tipo vou ali e venho já, são pessoas que vivem em função de si próprias e que têm a convicção de que todo o universo gira à sua volta. São pessoas que vivem na busca da sua satisfação, do seu comodismo e que, para conseguirem os seus objectivos, fazem uso de uma data de mecanismos ou atitudes que não respeitam uma sã convivência com os demais seres humanos. Exemplos pequeninos, há muitos, e hoje presenciei um desses: À porta da escolinha da minhoca mais velha há um parque para os papás pararem os carros e irem buscar as criancinhas, cheias de ranho. Como sempre, estaciono no dito parque, mesmo nestes dias de chuva. Claro que há sempre umas mãezinhas que param à frente do portão, em cima dos passeios ou em qualquer outro sítio, desde que estorve e esteja mais pertinho da porta. Claro que neste exemplo, eu vou logo pegar no lado preguiçoso daquelas mamás, que não gostam de mexer a bunda, que se vai tornando cada vez maior… de tanta inoperância. Claro que isto também não interessa mesmo nada para a minha felicidade, o que interessa mesmo é a minha capacidade de auto-controle para que a minhoca não tenha de ouvir um chorralho de palavrões, quando quero passar e não posso porque uma vaca daquelas decidiu meter o carro no pior sítio possível…

A vida podia ser bem mais tranquila e divertida.