Arquivo mensal: Setembro 2008

Pois correu tudo muito bem. Fomos ao Fundão, montados os dois na bela Scarabeo, e foi a primeira experiência da minha senhora com ela… diz que gostou… eu acredito, pois quem nela monta e se solta por estas estradas de Portugal, jamais a consegue esquecer.

Tirando esta parte mais íntima da coisa, o Aniversário do Maxiscootersportugal correu às mil maravilhas, estava muito bem organizado, a malta não tem nada que ver com os motoqueiros do costume, pelo contrário, são pessoas com quem dá gosto conversar e com quem dá gosto partilhar estes momentos.

Parece um bocadinho piroso, o que estou para aqui a dizer, mas foi mesmo muito agradável, apesar de nós não termos aproveitado todas as iniciativas programadas, nomeadamente a subida à Torre, mas ficamos a descansar… toda a manhã, para termos forças para montarmos na bela da Scarabeo à tarde.

Só tenho pena de uma coisa: não podermos fazer isto mais vezes e quando as minhocas já tiverem idade para andarem elas com as belas das scooters, já eu não consigo andar direito…

Fico por aqui, por hoje.

Quase sempre, ou pelo menos grande parte do tempo, tenho uma pirosa a viver dentro de mim. Não é bem uma pirosa, é mais uma Maria Pirosa. Poder-se-á sempre dizer, ou alegar, que tudo não passa de uma subtileza. Mas eu não concordo. Uma Maria Pirosa não tem nada que ver com uma pirosa. Quanto mais não seja porque uma começa por letra grande e outra por letra pequena. Mas isso não passa de uma subtileza…

Desculpem, mas tem de ser.

Tenho consciência de que este tipo de imagens já são clássicos, autênticos clássicos, mas não consigo deixar de reviver um clássico. Quantos personagens clássicos nós já não vivemos. Eu falo por mim, e posso dizer que já fui muita coisa, muita coisinha mesmo. Assim, de repente, isto soa um bocado abichanado, mas de abichanado… eu apenas fui… a Madona? o senhor dos Depeche Mode? a loira dos Abba? Ai valha-me deus, que são tantos que eu já não consigo ter tino.

Esta coisa de ir fazer uma viagem, montado na bela da Scarabeo, deixa-me um pouco fora de mim. O que me vale é a minha senhora, para me colocar na ordem, me dar umas belas de umas ordens e me deixar inanimado. Completamente atordoado. Só assim a vida continua, pacificamente.

Concurso de ideias.

Outra coisa que me aborrece imenso é o facto de ser demasiado racional. Em tudo, tenho de pensar muito bem nas coisas, para poder decidir. Chateia-me imenso. Não é que no dia a dia seja assim, até porque estou numa profissão em que não me são permitidas tais veleidades, mas as grandes decisões da minha vida são sempre muito pensadas. Porra. Já chega.

Isto tudo porque vou fazer uma nova tatuagem. Sim, esta coisa de ter começado a escrever no corpo, ganhou proporções que nem eu posso controlar. Os desenhos já passaram à história. Agora quero escrever. Escrever umas coisas. Já tenho umas ideias, mas gostava de ter alternativas.

Claro que ninguém se vai dar ao trabalho de me responder, mas mesmo assim gostaria de deixar um apelo à criatividade de quem aqui vem: Deixem a vossa frase, quem sabe, não andarei com ela gravada num local perto de si.

Post com eventuais erros de acentuação.

Esta coisa dos blogues acaba por cansar um bocado. Acaba por limitar os movimentos das pessoas. São muitos momentos passados à frente de um ecrãn. Muitas ideias a andarem às voltas sem conseguirem encontrar o caminho certo. Não sei muito bem se o normal será este tipo de sensações, mas acontece-me pensar no assunto e ficar um pouco aborrecido, pois seria preferível andar por aí, a viver a vida que temos e, quando tivessemos necessidade, tiravamos umas notas ou escreviamos qualquer coisa, para depois darmos ao escravo que trataria de meter essas notas no blogue. Confesso que já escrevinhei várias vezes, mas depois é uma chatice na mesma porque me falta o tal escravo e tenho de ser eu a vir aqui dar à pata, o que ainda me deixa mais aborrecido.

Amanhã é que vai ser.

Pois amanhã vou passear. Na bela Scarabeo. Eu a mais a minha bela senhora. Vamos para o Fundão, ou lá por perto, passar o fim de semana, num encontro de pessoal das scooters. As benditas das crianças vão ficar com os benditos dos sogros, que fazem o favor de as aturar durante todo o fim de semana. Bem hajam.

Apesar de irmos todos preparados para a chuva… espero bem que não chuvisque, sequer, pois é a primeira viagem da bela senhora e não queria nada que ela ficasse traumatizada, se bem que podia chegar lá toda descomposta, com o cabelo todo fora do sítio, a tremer de frio , para eu poder fazer aquele papel de homem protector e aconchegador… e levá-la em braços para o quarto do hotel.

Seca.

Construir um texto sobre fantasias sexuais é tão emocionante como contruir um texto sobre unhas quebradas. O que há para dizer sobre o assunto? Fantasia é uma coisa estranha. Faz-me sempre lembrar uns programas americanos em que as pessoas diziam “Fantasy” com a língua a bater nos dentes, e que acabava por soar muito estranho, mesmo.

Somos sempre tão pequeninos nos nossos desejos que acabamos sempre por ser uma verdadeira seca quando nos pômos a enumerar as nossas “fantasias”, por isso mais vale estarmos caladinhos e termos vocação para passarmos à acção (eu sei, não podia ser mais foleiro…), pois a vida é tão curta, que só devemos mesmo é vivê-la.

Dá-me para…

Por vezes dá-me para pensar na vida, na minha vida. Não sei lá muito bem se é normal pensar na vida, eu acho que é. Normalmente, não chego a conclusão nenhuma, o que me deixa ainda mais pensativo, pois como sou um ser humano, gosto de saber se sou um ser humano normal. Mas adiante. Porquê adiante? Porque agora isso não interessa nada.

Estar a pensar na vida a ouvir Robbie Williams é que não é nada normal. Faz-me pensar naquilo em que me tenho vindo a tornar. Algo se passa. Nunca na minha vida tal me tinha sucedido. Qualquer dia estou a ouvir Queen, salvo seja, mas já espero de tudo.

Tenho para mim que a minha vida mudou desde que o síndrome da paternidade tomou conta de mim.

Ainda o verão.

Eu sei que já vem um pouco tarde, mas para o meu mano e para a bela Gaia, nunca é tarde. Este verão tive a oportunidade de estar com eles em Lisboa, quando lá paramos, como de costume, a meio da nossa viagem para o Algarve. Gostei de os ver juntos e achei que, apesar da vida não estar fácil para eles, estavam felizes e muito cúmplices. São dois seres humanos generosos e que me deixam contente por saber que estão juntos. O futuro pertence-lhes mas eu atrevo-me a desejar-lhes a maior das felicidades.

A bela região de Portugal.

Palmela é uma rica região portuguesa. Faz-me navegar por mares nuncas antes navegados.

Parece complicado, mas não é. Todos nós precisamos/necessitamos de momentos mais ou menos evasivos, por assim dizer, se bem que no meu caso se podem chamar de graciosos. Gracioso é um daqueles adjectivos? (nunca soube classificar as palavras…) daqueles que são capazes de despertar a nossa curiosidade, já para não falar do nome Gracioso (sim, existem pessoas, das autênticas, que se chamam Gracioso) que, pelo contrário, despertam em nós uma certa consternação. Consternação será uma palavra forte de mais, mas se o meu nome fosse Gracioso, Manuel Gracioso, eu não sei muito bem como me iria sentir.

Depois disto tudo. Será que em Palmela existe algum senhor chamado Gracioso? De seu nome Manuel Gracioso? Eu, muito sinceramente, gostaria que sim.

Diz que é uma posição poderosa.

“Depois de uma sessão de sexo, repleta de amor e carinho, por quê virar-se para o outro lado e dormir profundamente como se nada tivesse acontecido? Prolongue essa ligação física e emocional pela noite dentro. Basta aninharem-se na posição ‘conchinha’. Quando é o homem que fica atrás, ele sente-se másculo e mais poderoso. Se inverterem a posição, a leitora transmite-lhe a ideia de que gosta de tê-lo por perto. Nessa altura, aproveite para passear as mãos pelo corpo dele e, quem sabe, talvez a chama da paixão se reacenda!”

in Maria