Arquivo mensal: Novembro 2008

São três dias, senhor!

20081123-88966-3Fim de semana prolongadoooooooooooooo. Só a ideia me deixa contente, apesar de saber que à partida terei de ficar por casa pois as previsões metereológicas não são nada animadoras. Mas não faz mal, a festa pode-se fazer em cada lado, em cada cantinho e, concerteza, que milhares de portugueses irão fazer a festa. Só assim se pode continuar a viver, com este pensamento positivo, pois já não se aguenta tanta gente de trombas.

A vê-los passar.

cansaPara que não restem dúvidas. Este blogue não é de cariz desesperado. Passo a explicar: lá por terem aparecido algumas fotos mais ousadas, se é que se podem considerar ousadas, não quer dizer que estou a entrar naquela fase do desespero, que tenho de viver desesperadamente o sexo… antes que ele acabe. Nada disso, apesar de me chatear imenso que um dia ele venha mesmo a acabar, apenas gosto de expôr a bela foto, do belo elemento natural. Tão só e tão simplesmente

Fantasias.

20081123-88967-5Já deve ter dado para reparar que eu vou colocando por aqui umas imagens em que os protagonistas andam meios fantasiados. É verdade. Trata-se de um festival de fantasias, passado na rua, ou vivido na rua se acharem melhor, numa terra dos Estados Unidos (das poucas coisas que o raio do país tem de jeito) e tem uma particularidade: os intervenientes são, na sua grande maioria KOTAS, como eu, embora bem mais enchutos do que eu.

Por cá, os nossos festivais de fantasias resumem-se ao carnaval, em que temos de levar com umas pseudo sambistas, todas vestidas da mesma maneira, todas com a mesma falta de graça e todas a acharem que se divertem mesmo. Temos de levar com isto todos os anos.

Está mal!

As pombinhas.

20081114-87839-6Para não variar, nestes dias, fala-se do frio. Do frio que se tem sentido em Portugal. Convém falar do frio, para não se falar de outras coisas. É uma questão psicológica e, dizem os livros, que tudo pode parecer mais ou menos negro, dependendo da perspectiva. Por falar em perspectiva, hoje tive uma visão da realidade bem diferente da habitual. Fui ao telhado da minha casa. Aquilo é alto, pelo menos para mim que tenho medo das alturas, e dá-nos um ângulo de visão das coisas, que nos rodeiam, bem diferente. Então quando descola um avião, tipo airbus 320, fica-se parado em cima das telhas a vê-lo levantar vôo. Mas acontece que eu fui ao telhado, não para ver os aviões, ou os carros a passar, mas antes para limpar as caleiras. Tenho umas amigas, de penas, a fazerem ninho nas ditas cujas. Eu sei que elas estão mais abrigadas entre as telhas e a caleira, mas a quantidade de lixo que elas levam para lá (tirei um balde cheio de terra, paus e diversos artefactos…) põem em causa o normal correr das àguas das chuvas, o que equivale a dizer que a àgua pode entrar para dentro do sotão, o que não convém muito.

Ainda me diverti lá em cima pois apanhei duas pombas fêmeas, que não conseguiram fugir e ficaram presas. Peguei nelas e ainda pensei no belo do arroz que a coisa daria, mas, pensei melhor, e atirei-as à liberdade, mas sempre a rogar-lhes pragas para não tornarem a fazer ninho nas minhas caleiras. Se a coisa fosse lá com pragas é que era bom, mas não senhor, vou mesmo de ter que forrar aquele espaço com uma rede, por forma a impedi-las de fazerem o ninho. Vou ver se faço isso amanhã, que tenho um tempinho livre (parece que só vou ter duas aulas assistidas, e isso dá-me tempo para conseguir respirar…) e, espero eu, queria ver se não caía pelo telhado abaixo.

Ainda dizem que eu não sou amigo dos animais, mas não é verdade pois, para além de não ter comido as pombas, não comprei nenhuma arma de chumbos para as traçar, nem sequer comprei uns aparelhos de ultra sons que as deixam nervosas e a voar que nem umas tontitas. Sou mesmo amiguinho.

Nada a que não esteja habituado.

att00081Acabei de ver o grande jogo que o fêcêpê fez na Turquia. Este sim, é o fêcêpê a que estou habituado: com talento, segurança e capacidade de sofrimento para saber controlar o jogo. Vamos lá ver o que irão dizer os jornais desportivos, pela manhãzinha. Aposto que para os chefes de redacção já é tão normal, mas tão normal o fêcêpê ultrapassar esta fase dos grupos, que nem sequer se vão dar ao trabalho  de o referir devidamente. Mas que eu gostava de ver as carinhas deles, lá isso gostava.

Obrigado pelo cumbibio.

img_1272Pois foi um belo de um cumbibio. Com os jogadores de futebol da minha escola. Eles jogam mesmo muito futebol, eu não. Sofro dos joelhos…  foram muitos anos de atletismo e agora… tenho mesmo de me poupar, que isto não dura sempre. Mas eles são mesmo bons, pelo menos é o que dizem. Hoje foi dia de cumbibio e lá fui eu fazer companhia, assim como quem não quer que eles se sintam sozinhos.  Tive de comer o belo do presunto e beber o belo do tinto, um sacrifício. Só sei que no final do cumbibio estava tudo bem disposto, mesmo, e lá peguei na bela da Scarabeo, que já sabe o caminho para casa, sem ser preciso dizer-lhe nada.