Que relvado tão fraquinho.

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Estive a ver um jogo de futebol. Era o benfica. No estádio da luz. Já não via nada assim há muito tempo. Um relvado lastimoso, que mais parecia um campo onde andam as vacas a pastar. Claro que poder-se-á sempre dizer que estava a chover muito, mas para um clube que sempre se gabou de ter um relvado magnífico… fica muito a desejar. Quando o estádio ficou concluído, o relvado foi exageradamente elogiado ao mesmo tempo que, também exageradamente, gozaram com o relvado do fêcêpê que foi muito rapidamente substituído. Esqueceram-se que, daí para cá, o relvado do fêcêpê nunca mais deu problemas e é, sem sombras de dúvidas, o melhor relvado do país. É que o sistema de drenagem já vem do tempo do Mr Bobby Robson, o tal que foi despedido pelo sbordem, e que foi campeão por estas bandas… ele sabia como eram elaborados os sistemas de drenagem em Inglaterra e transmitiu os seus conhecimentos aos técnicos do fêcêpê. Pelo menos tem dado para que não se assista a espectáculos miseráveis como aquele que hoje vi na televisão.

Para ajudar à festa.

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Caminhar para cota tem coisas engraçadas. Podemos começar a desvairar que toda a gente acaba por achar normal e podemos dizer aquilo que pensamos de uma forma mais desabrida. Ou seja, deixamos de fazer fretes. É o que tem de bom, caminhar para cota. Depois há o reverso da medalha. A genica e a pujança já eram, foram ali e venhêm já. Apanhei duas gripes quase seguidas. Desde quarta feira que tenho um dente pior que um chapéu de um trolha. Hoje de manhã consegui levantar-me e fui levar as minhocas, mais a minha senhora (que está com o carro avariado) e depois fui tentar uma consulta no dentista. Tive tanta sorte, que o meu dentista atendeu-me na hora (ia para um curso e não tinha consultas marcadas) desvitalizou-me o dente, tapou e pareço novo. Claro que vou tomar antibiótico durante oito dias (coisa que eu não me lembro de ter tomado) mas foi uma sorte que eu nem quero acreditar.

Estou aqui que nem posso.

Que grandessíssima porra. Estou outra vez gripado. Passei uma noite miserável, a manhã inteira na cama e levantei-me para vir trabalhar. Sempre cheio de arrepios e com dores no corpo. Já não me lembrava de apanhar uma gripe, então de tomar medicamentos… já nem tenho memória. Agora, no espaço de quinze dias é a segunda vez. Nem sequer consegui pegar na bela da Scarabeo e vim de carro. Eu sei do que é. A minha escola está em obras, ao abrigo do programa de remodelação do parque escolar. Até aqui tudo bem. O pior é que enfiaram os alunos e os professores nuns contentores que são uma coisa do outro mundo. Quando chove e está frio ao mesmo tempo aquilo é indescritível, cheio de condensação, um calor que não se pode, tudo a respirar o mesmo ar… depois, basta um personagem estar doente que a coisa propaga-se a olhos vistos…

Ainda faltam mais uns meses para o tempo melhorar e podermos abrir as janelas, até lá só me resta ir tentando controlar a respiração ofegante das alunas…

Chuva e mais chuva.

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Hoje só dá mesmo para falar de assuntos triviais. Está uma chuva do caraças. Nunca tinha apanhado com tanta chuvinha em cima, neste caso vindo de trabalhar e montado na bela Scarabeo. O que me vale são as protecções que tenho e, bem lá no fundo, dá um gozo enorme conduzir em auto-estrada. Claro que é preciso aumentar a distância, para poder travar em segurança e todas essas coisas, mas gosto de andar à chuva.

Expomoto da Batalha.

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Já no ano passado fui. Este ano não podia deixar de ir. Não é que o meu interesse em motas tenha aumentado, bem pelo contrário, cada vez tenho menos pachorra para as motas. Mais uma vez andei por lá a assobiar, na maior parte do tempo, e só parei mesmo na parte das scooters. A quantidade de cromos que por lá aparecem é indescritível e, apesar de eu respeitar muito os cromos portugueses, aquilo é sempre mais do mesmo, acabando por cansar. A novidade deste ano é que fui sozinho, daqui do Porto, e fiz a viagem sem paragens o que também me agradou. Claro que à vinda para cá a coisa esteve tremida porque me enganei nas contas de cabeça e achei que tinha mais gasolina do que a que realmente tinha. Fiz cerca de trinta kilómetros a setenta à hora para ver se conseguia chegar à bomba mais próxima. Isto em plena auto estrada, o que quer dizer que era toda a gentinha a passar por mim e eu a levar cada abanão com a deslocação de ar, mas lá consegui chegar. Isto tudo porque cheguei a uma bomba para abastecer e, quando ia a desligar a bela da Scarabeo, leio um papelzinho a dizer que os tipos das motas tinham de pagar antes de abastecer. Como não acho isto correcto, arranquei novamente e aí é que me enganei a fazer as contas pois estava convencido que seria menor a distância… enfim.

Mas o passeio foi muito agradável. Estive com o pessoal do Maxiscootersportugal a almoçar e a conversar, o que por si só já valeu a pena. Para o ano há mais.

Post de sexta feira.

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Gosto de ouvir trance psicadélico. De vez em quando tenho necessidade de o afirmar, neste caso, reafirmar. Tem uma energia que me faz esquecer a idade. É um tipo de música que eu não me atrevo a aconselhar a ninguém. Não que seja um tipo de música muito difícil de entender, muito pelo contrário, mas porque é altamente energética e, como tal, libertária de emoções. Pelo menos é isto que ela produz em mim. Eu sei, vale o que vale, mas é tão sugestiva, mas tão sugestiva, que só me apetece acariciar o meu… ego e partir para a festa.