Expomoto da Batalha.

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Já no ano passado fui. Este ano não podia deixar de ir. Não é que o meu interesse em motas tenha aumentado, bem pelo contrário, cada vez tenho menos pachorra para as motas. Mais uma vez andei por lá a assobiar, na maior parte do tempo, e só parei mesmo na parte das scooters. A quantidade de cromos que por lá aparecem é indescritível e, apesar de eu respeitar muito os cromos portugueses, aquilo é sempre mais do mesmo, acabando por cansar. A novidade deste ano é que fui sozinho, daqui do Porto, e fiz a viagem sem paragens o que também me agradou. Claro que à vinda para cá a coisa esteve tremida porque me enganei nas contas de cabeça e achei que tinha mais gasolina do que a que realmente tinha. Fiz cerca de trinta kilómetros a setenta à hora para ver se conseguia chegar à bomba mais próxima. Isto em plena auto estrada, o que quer dizer que era toda a gentinha a passar por mim e eu a levar cada abanão com a deslocação de ar, mas lá consegui chegar. Isto tudo porque cheguei a uma bomba para abastecer e, quando ia a desligar a bela da Scarabeo, leio um papelzinho a dizer que os tipos das motas tinham de pagar antes de abastecer. Como não acho isto correcto, arranquei novamente e aí é que me enganei a fazer as contas pois estava convencido que seria menor a distância… enfim.

Mas o passeio foi muito agradável. Estive com o pessoal do Maxiscootersportugal a almoçar e a conversar, o que por si só já valeu a pena. Para o ano há mais.

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