Não podemos ser todos iguais.

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A fotografia é de um bolo de casamento. Tirando o gosto duvidoso, que para o caso não interessa nada, fazer um bolo destes é obra. Não só pelo tamanho, mas pela aplicação destas coberturas e das flores. Claro que não tem nada de semelhante com os bolos da minha amiga Patrícia Valente, cujo trabalho tem características diferentes, mas ambos têm uma enorme qualidade e proporcionam momentos de puro pazer.

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O senhor da fotografia é o autor. Só faz bolos para casamentos, no Kuwait, daí este tipo de cores e tamanhos…

Nem sei quando ele chega.

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Estava a ver uns albuns de fotos no computador e encontrei esta. Foi em Agosto do ano passado, quando iamos a caminho do Algarve, paramos em casa do mano. Estamos os dois com ar de… inteligentes… claro está. Por falar em mano, ele lá continua nos braços da bela Gaia. Digo continua, na base da suposição, porque nunca mais deu notícias… mas ele merece… vai entrar, finalmente, no último semestre do curso e, durante os próximos meses, não vai ter muito tempo livre. Por tudo isso e tudo o resto, aproveita e saboreia os momentos que estás a viver.

E eu a julgar que agora é que a coisa aquecia.

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Chega o fim de semana e a capacidade de escrever qualquer coisa diminui drasticamente. Não sei se será pela falta de stress, mas o que é certo é que dá cá uma preguiça… e só dá mesmo vontade de ser um folião… claro que para se ser um verdadeiro folião, o tempo tem de estar de feição, o que me parece não ser o caso, pelo menos cá para norte. Quando assim está o tempo não dá vontade de sair de casa, principalmente quando tinhamos previsto irmos tomar o pequeno almoço a Serralves e andar por aqueles  jardins… mas fica para outro dia.

Não esquecendo o que é importante.

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Pois é. O meu cunhadinho está lá pelo monte, esquecido, mas vai tendo tudo o que há de bom em tecnologia. Não é que eu não soubesse o que isso é, mas nunca tinha apreciado ao vivo, e a cores, uma playstation. Está bem, já existe há quase dez anos, mas eu nunca tinha pegado numa… ainda para mais ligada a uma televisão enorme, com um jogo de perguntas e respostas… quizz, adorei estar ali a brincar com aquela treta toda. Pelos vistos a minha rica senhora também ficou de boca aberta e já ameaçou que ia comprar um brinquedo daqueles… Só espero que, com toda esta tecnologia, a malta não se esqueça do que é realmente importante… do “cumbíbio”, daquele tipo de “cumbíbio” que a gente sabe.

Até deu gosto ver.

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Já tinha saudades de ver o fêcêpê a jogar da maneira como jogou ontem, contra uns espanholitos da capital do respectivo país. Este é o fêcêpê a que estive habituado durante as duas últimas épocas desportivas: dominador, aguerrido, veloz e cheiinho de qualidade. Há muito boa gente que não gosta do homem, mas eu reconheço-lhe todo o mérito. Estou a falar, claro, do Prof Jesualdo Ferreira. Fez um excelente trabalho e espero que, após ganhar este campeonato, o homem lá fique,  em funções de supervisão de todo o futebol portista. Vi o jogo em casa do meu cunhado, lá em Chaves, enquanto comia um creme de marisco, para desenjoar da carne… ou não tivesse comido o cozidinho maravilhoso…

Comidinhas. Mmnha Mmnha!

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Provavelmente amanhã irei a Chaves. Vou levar as minhocas para o Carnaval de lá (que o Carnaval é o que está a dar…) e depois devo ir comer um belo de um cozido à transmontana, para não variar… e que se come sempre por esta altura. Eu sei que já comi aquelas coisinhas boas há quinze dias, cá em casa, mas nunca me canso de repetir e repetir…

Por falar em comer, vou tirar as minhocas do banho (deixei-as de molho…) e vou começar a preparar a Francesinha que vai servir de jantar… com tudo a que tenho direito… e com o belo do molho bem a picar… uhmmuhmm.

A cidade das luzes.

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Podia começar por dizer que gostaria muito de estar de papo para o ar, numa ilha qualquer ou num país situado perto do equador, mas nada disso me desperta a vontade. Pelo contrário, gostaria de fugir para Paris. Gostaria de iniciar as viagens das minhocas com uma saída para Paris. Claro que a Disney seria um local de visita obrigatória, mas, para além desse, tem muitos outros locais de interesse e de uma beleza digna de ser apreciada. Também é muito claro que esse tipo de viagens são muito cansativas para duas miúdas tão pequeninas, mas com um bocadinho de organização elas conseguem acompanhar e divertirem-se suficientemente para poder equacionar uma viagem destas. A ver vamos como correm as modas.