Arquivo mensal: Fevereiro 2009

Não podemos ser todos iguais.

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A fotografia é de um bolo de casamento. Tirando o gosto duvidoso, que para o caso não interessa nada, fazer um bolo destes é obra. Não só pelo tamanho, mas pela aplicação destas coberturas e das flores. Claro que não tem nada de semelhante com os bolos da minha amiga Patrícia Valente, cujo trabalho tem características diferentes, mas ambos têm uma enorme qualidade e proporcionam momentos de puro pazer.

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O senhor da fotografia é o autor. Só faz bolos para casamentos, no Kuwait, daí este tipo de cores e tamanhos…

Nem sei quando ele chega.

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Estava a ver uns albuns de fotos no computador e encontrei esta. Foi em Agosto do ano passado, quando iamos a caminho do Algarve, paramos em casa do mano. Estamos os dois com ar de… inteligentes… claro está. Por falar em mano, ele lá continua nos braços da bela Gaia. Digo continua, na base da suposição, porque nunca mais deu notícias… mas ele merece… vai entrar, finalmente, no último semestre do curso e, durante os próximos meses, não vai ter muito tempo livre. Por tudo isso e tudo o resto, aproveita e saboreia os momentos que estás a viver.

E eu a julgar que agora é que a coisa aquecia.

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Chega o fim de semana e a capacidade de escrever qualquer coisa diminui drasticamente. Não sei se será pela falta de stress, mas o que é certo é que dá cá uma preguiça… e só dá mesmo vontade de ser um folião… claro que para se ser um verdadeiro folião, o tempo tem de estar de feição, o que me parece não ser o caso, pelo menos cá para norte. Quando assim está o tempo não dá vontade de sair de casa, principalmente quando tinhamos previsto irmos tomar o pequeno almoço a Serralves e andar por aqueles  jardins… mas fica para outro dia.

Não esquecendo o que é importante.

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Pois é. O meu cunhadinho está lá pelo monte, esquecido, mas vai tendo tudo o que há de bom em tecnologia. Não é que eu não soubesse o que isso é, mas nunca tinha apreciado ao vivo, e a cores, uma playstation. Está bem, já existe há quase dez anos, mas eu nunca tinha pegado numa… ainda para mais ligada a uma televisão enorme, com um jogo de perguntas e respostas… quizz, adorei estar ali a brincar com aquela treta toda. Pelos vistos a minha rica senhora também ficou de boca aberta e já ameaçou que ia comprar um brinquedo daqueles… Só espero que, com toda esta tecnologia, a malta não se esqueça do que é realmente importante… do “cumbíbio”, daquele tipo de “cumbíbio” que a gente sabe.

Até deu gosto ver.

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Já tinha saudades de ver o fêcêpê a jogar da maneira como jogou ontem, contra uns espanholitos da capital do respectivo país. Este é o fêcêpê a que estive habituado durante as duas últimas épocas desportivas: dominador, aguerrido, veloz e cheiinho de qualidade. Há muito boa gente que não gosta do homem, mas eu reconheço-lhe todo o mérito. Estou a falar, claro, do Prof Jesualdo Ferreira. Fez um excelente trabalho e espero que, após ganhar este campeonato, o homem lá fique,  em funções de supervisão de todo o futebol portista. Vi o jogo em casa do meu cunhado, lá em Chaves, enquanto comia um creme de marisco, para desenjoar da carne… ou não tivesse comido o cozidinho maravilhoso…

Comidinhas. Mmnha Mmnha!

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Provavelmente amanhã irei a Chaves. Vou levar as minhocas para o Carnaval de lá (que o Carnaval é o que está a dar…) e depois devo ir comer um belo de um cozido à transmontana, para não variar… e que se come sempre por esta altura. Eu sei que já comi aquelas coisinhas boas há quinze dias, cá em casa, mas nunca me canso de repetir e repetir…

Por falar em comer, vou tirar as minhocas do banho (deixei-as de molho…) e vou começar a preparar a Francesinha que vai servir de jantar… com tudo a que tenho direito… e com o belo do molho bem a picar… uhmmuhmm.

A cidade das luzes.

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Podia começar por dizer que gostaria muito de estar de papo para o ar, numa ilha qualquer ou num país situado perto do equador, mas nada disso me desperta a vontade. Pelo contrário, gostaria de fugir para Paris. Gostaria de iniciar as viagens das minhocas com uma saída para Paris. Claro que a Disney seria um local de visita obrigatória, mas, para além desse, tem muitos outros locais de interesse e de uma beleza digna de ser apreciada. Também é muito claro que esse tipo de viagens são muito cansativas para duas miúdas tão pequeninas, mas com um bocadinho de organização elas conseguem acompanhar e divertirem-se suficientemente para poder equacionar uma viagem destas. A ver vamos como correm as modas.

Sem mais nada para fazer.

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Estes dias têm sido um descanso. Tirando a festinha de Carnaval das minhocas, na escolinha delas, que meteu uma data de artistas da canção portuguesa (Foi uma festa oferecida por um pai de uma das alunas, que é manager e que decidiu presentear a escola com a participação de alguns dos seus agenciados, entre eles estava o Beto que se prontificou a cantar para aqueles meninos todos. Uma simpatia e uma gentileza de todo o tamanho.) e em que dancei aquelas músicas todas, até à exaustão…

Se fosse mulher queria umas assim.

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Por acaso, mas mesmo muito só por acaso, não tenho nenhuma inclinação especial por seios grandes. Não é que não goste, mas também não é que goste. Simplesmente tenho uma relação normal com os seios. Isto é, se forem grandes, tudo bem, se forem pequenos, tudo bem na mesma, se forem normais, olha, seja o que deus quiser. Não tenho, portanto, qualquer tipo de fixação, mas conheço muito boa gentinha que tem. Isto tudo veio à conversa, não sei muito bem porquê, esqueci-me, por isso, vou nanar, que se faz tarde, apesar de estar aqui a ouvir tecktonik, que é uma grande tanga, mas enfim.

Já foi tempo, tempo redondo, tempo de meia noite e meia hora.

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A esta hora da noite é sempre tentador pensarmos em comida. Está naquela hora em que se começa a pensar sair. Pelo menos no tempo em que eu saia à noite, era mais ao menos por esta hora que eu começava a pensar no assunto: meia noite e meia hora. Aquela hora mágica. Então e tal, onde se vai? E coisa e tal, vamos para aqui e depois para ali. Mas primeiro vamos ali. And so on and so on. Não é que tenha saudades dessas andanças, mas gosto de sair à noite, de beber uns copos enquanto converso e de me rir, de dançar, e de ficar cansado, derreado. Que se há-de fazer? Hoje em dia? Tudo menos comer um prato deste calibre, isso era nessa altura, para ter energia.

Estas pessoas têm a mania de dançar coladinhas.

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Quando a coisa começa a descambar, devemos fazer um esforço de contenção. Até parece linguagem futebolística, mas não é. Devemos fazer um esforço de contenção, sim. Eu, muito pessoalmente falando, gostaria imenso que alguém tivesse uma conversinha comigo se, num futuro próximo, eu estivesse nestes preparos. Sim, estou a falar da foto exibida. Eu nunca, mas nunca mesmo, iria achar normal aparecer assim numa fotografia. Com um boné de guna e de calções? Isso é lá maneira de estar intimamente e emocionalmente relacionado com alguém? Pronto, eu sei, tenho uma vantagem em relação ao senhor da fotografia. Não tenho pêlos nas pernas e óculos, só mesmo para lêr.

Sexta feira à noite e as minhocas dormem.

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Por vezes acho mesmo que a vida não faz sentido… tanta chatice, tanto aborrecimento, tanto mal estar entre pessoas, tanta trica e dica, que me sinto cansado e me ponho a pensar. Para quê? Andamos todos por aqui à procura do mesmo. Então porque é que nos estafamos a dar cabeçadas uns nos outros? É uma daquelas questões que nem vale muito a pena responder porque já sabemos que quando são formuladas as pessoas têm sempre a tentação de dizer aquilo que eu estou para aqui a dizer, neste caso escrever. Por isso…

E tudo isto porquê? Porque estava a pensar em sexo confortável. Sexo confortável? Sim, confortável. Também existe, ok? Não temos todos de nos deitar no meio do areal, contra os pinheiros ou no palheiro. Claro que tudo isso também é válido, pois claro, mas eu estava mais a pensar noutro tipo de abordagem. Sim, porque a abordagem é uma forma de estar na vida que deve ser incentivada e desenvolvida. Já existe há séculos, mas eu gosto sempre de ver aqueles filmes de piratas, cheios de espadas, olhos vazados, pernas de pau e bigodes retorcidos, mas sempre cheios de boas tácticas e técnicas de abordagem. Para mim, ver um bom filme de piratas é meio caminho andado para conseguirmos sexo confortável bem agradável. Está lá tudo. A escolha do navio, as suas características, a sua forma de deslizar no mar e até o seu porte. A escolha da táctica de ataque, quais as armas a serem usadas e com que intensidade. Como fazer a abordagem do navio, o momento certo de o amarrar, invadir e bombardear ao mesmo tempo, sem nunca o deixar de pressionar e controlar. Finalmente a estocada final (bem, esta foi mesmo daquelas… foleiras, mas de momento…) que leva à conquista e ao extâse total. Tudo isto tem um cenário, que pode variar, mas será sempre um cenário calmo, tranquilo, com um ritmo muito próprio, que nos permita sentir e pensar em sexo confortável.