Sem mais nada para fazer.

bolha

Estes dias têm sido um descanso. Tirando a festinha de Carnaval das minhocas, na escolinha delas, que meteu uma data de artistas da canção portuguesa (Foi uma festa oferecida por um pai de uma das alunas, que é manager e que decidiu presentear a escola com a participação de alguns dos seus agenciados, entre eles estava o Beto que se prontificou a cantar para aqueles meninos todos. Uma simpatia e uma gentileza de todo o tamanho.) e em que dancei aquelas músicas todas, até à exaustão…

Se fosse mulher queria umas assim.

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Por acaso, mas mesmo muito só por acaso, não tenho nenhuma inclinação especial por seios grandes. Não é que não goste, mas também não é que goste. Simplesmente tenho uma relação normal com os seios. Isto é, se forem grandes, tudo bem, se forem pequenos, tudo bem na mesma, se forem normais, olha, seja o que deus quiser. Não tenho, portanto, qualquer tipo de fixação, mas conheço muito boa gentinha que tem. Isto tudo veio à conversa, não sei muito bem porquê, esqueci-me, por isso, vou nanar, que se faz tarde, apesar de estar aqui a ouvir tecktonik, que é uma grande tanga, mas enfim.

Já foi tempo, tempo redondo, tempo de meia noite e meia hora.

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A esta hora da noite é sempre tentador pensarmos em comida. Está naquela hora em que se começa a pensar sair. Pelo menos no tempo em que eu saia à noite, era mais ao menos por esta hora que eu começava a pensar no assunto: meia noite e meia hora. Aquela hora mágica. Então e tal, onde se vai? E coisa e tal, vamos para aqui e depois para ali. Mas primeiro vamos ali. And so on and so on. Não é que tenha saudades dessas andanças, mas gosto de sair à noite, de beber uns copos enquanto converso e de me rir, de dançar, e de ficar cansado, derreado. Que se há-de fazer? Hoje em dia? Tudo menos comer um prato deste calibre, isso era nessa altura, para ter energia.

Estas pessoas têm a mania de dançar coladinhas.

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Quando a coisa começa a descambar, devemos fazer um esforço de contenção. Até parece linguagem futebolística, mas não é. Devemos fazer um esforço de contenção, sim. Eu, muito pessoalmente falando, gostaria imenso que alguém tivesse uma conversinha comigo se, num futuro próximo, eu estivesse nestes preparos. Sim, estou a falar da foto exibida. Eu nunca, mas nunca mesmo, iria achar normal aparecer assim numa fotografia. Com um boné de guna e de calções? Isso é lá maneira de estar intimamente e emocionalmente relacionado com alguém? Pronto, eu sei, tenho uma vantagem em relação ao senhor da fotografia. Não tenho pêlos nas pernas e óculos, só mesmo para lêr.

Sexta feira à noite e as minhocas dormem.

raposa

Por vezes acho mesmo que a vida não faz sentido… tanta chatice, tanto aborrecimento, tanto mal estar entre pessoas, tanta trica e dica, que me sinto cansado e me ponho a pensar. Para quê? Andamos todos por aqui à procura do mesmo. Então porque é que nos estafamos a dar cabeçadas uns nos outros? É uma daquelas questões que nem vale muito a pena responder porque já sabemos que quando são formuladas as pessoas têm sempre a tentação de dizer aquilo que eu estou para aqui a dizer, neste caso escrever. Por isso…

E tudo isto porquê? Porque estava a pensar em sexo confortável. Sexo confortável? Sim, confortável. Também existe, ok? Não temos todos de nos deitar no meio do areal, contra os pinheiros ou no palheiro. Claro que tudo isso também é válido, pois claro, mas eu estava mais a pensar noutro tipo de abordagem. Sim, porque a abordagem é uma forma de estar na vida que deve ser incentivada e desenvolvida. Já existe há séculos, mas eu gosto sempre de ver aqueles filmes de piratas, cheios de espadas, olhos vazados, pernas de pau e bigodes retorcidos, mas sempre cheios de boas tácticas e técnicas de abordagem. Para mim, ver um bom filme de piratas é meio caminho andado para conseguirmos sexo confortável bem agradável. Está lá tudo. A escolha do navio, as suas características, a sua forma de deslizar no mar e até o seu porte. A escolha da táctica de ataque, quais as armas a serem usadas e com que intensidade. Como fazer a abordagem do navio, o momento certo de o amarrar, invadir e bombardear ao mesmo tempo, sem nunca o deixar de pressionar e controlar. Finalmente a estocada final (bem, esta foi mesmo daquelas… foleiras, mas de momento…) que leva à conquista e ao extâse total. Tudo isto tem um cenário, que pode variar, mas será sempre um cenário calmo, tranquilo, com um ritmo muito próprio, que nos permita sentir e pensar em sexo confortável.

A festa do Carnaval.

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Vem aí o Carnaval. Hoje tive que sair muito cedo, pois entro às oito e trinta, mas ainda deu para assistir à azáfama lá em casa, com as minhocas excitadíssimas, mortinhas por vestirem as suas fantasias de Carnaval. As crianças gostam destas coisas, que se há-de fazer? Apesar de ser mais uma daquelas festas para consumo, confesso que gostei de as ver fantasiadas, não pelo lado do fato ficar bem ou não, mas antes pelo facto de aquelas cabecinhas viverem o momento com muito brilho, e ainda nem sequer tinham a cara maquilhada… Coisas de pai babado, entradote e a fugir para o senil.

O dia esteve para ser diferente.

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Pois é de um rico banho que eu estou a precisar. Hoje acabei por não ficar o dia inteiro na caminha, nem sequer fumar um cigarrito, porque tive mesmo muito que fazer e, ainda por cima, estive a fritar uns filetes de pescada, que estavam muito bons, fiquei a cheirar a peixe que não se pode. E é esta a minha vida. Por isso, vou tomar uma banhoca e vou para a caminha. Finalmente.

Ummhhhmmm.

sharpei

Ando cá com uma vontadinha de ficar um dia inteirinho na cama, que vou-te contar. Este tempo está bom para isso, nem muito quente nem muito frio. Só que, para isso, tinha que ter companhia, para estar à conversa e a fumar cigarros, que é outra das coisinhas de que sinto falta. Como nada disto vai acontecer hoje, acho que vou até à lavandaria pôr uma roupinha a secar, que o tempo está bom para isso.

Obrigaduuuuuuuuuuuuuuuuuuuu.

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Como já devem ter tido a oportunidade de reparar, o blogue esteve em baixo durante uns dias. Sofreu uma actualização por parte do fornecedor de serviços. Claro que eles me mandaram fazer uma data de coisas que eu, para não variar, não fui capaz de executar, o que me valeu estar dois dias sem conseguir aceder à minha conta… andei um bocadinho desorientado por causa disso, é que me habituei a vir cá diariamente e… senti a falta.

Felizmente já está tudo bem, graças ao meu amigo Alquimista Marado que, trabalhando em equipa e muito pacientemente, me resolveu o problema da base de dados, por isso só tenho mesmo é de lhe agradecer, pois devolveu-me a tranquilidade que me andava a faltar. É por estas e por outras que o pessoal da minha escola é bom.