O verdadeiro homem galinha.

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Não o suporto. Não sei muito bem porquê, mas não o suporto. Não consigo imaginar uma amizade, sequer, com um homem galinha, quanto mais uma relação (cruzes, credo, canhoto) amorosa. Todos nós já nos cruzamos, num qualquer vão de escada, com um homem galinha. Todos nós já tivemos de lidar, numa qualquer situação absurda, com um homem galinha. Eu consigo topá-los à distância. É quase como aqueles pares que andam pelas portas, elas de saias largas às flores e eles de fato meio estranho, e mesmo que não estejam à porta de alguém, eu consigo topá-los a passear na rua. O homem galinha anda lá perto mas a religião dele é outra. Normalmente são modernos. Têm, portanto, um aspecto moderno. Cuidam do seu visual com uma data de acessórios e roupas de marca, preferencialmente identificadas com a moda jovem. Têm, portanto, um espírito jovem. Claro que, ter tudo isto, não será bem a realidade, é mais uma forma de expressão, como também será uma forma de expressão achar que o homem galinha está resolvido sexualmente. Aí é que está o verdadeiro busílis da questão. O homem galinha não está resolvido sexualmente. Se não fosse galinha, provavelmente conseguiria chegar à conclusão que não é imperioso alcançar uma conclusão e uma resolução definitiva nessa área do funcionamento humano. Mas não, como é galinha, vive em sobressalto, indisposto com a sua existência, infeliz com a felicidade dos outros. Vai daí assume toda a maldade. De uma forma reptícia, sempre, nunca declarada. Funciona por debaixo da mesa e, geralmente, sempre em conivência com uma personagem do sexo feminino que nunca poderá ser melhor do que ele, senão o caldo entorna e aí é que são elas. É por tudo isto que não suporto o homem galinha, por tudo isto e por mais algumas coisas.

Fim de semana em Viseu.

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Eu sei que vir para aqui escrever sobre o que se fez durante o fim de semana pode parecer de mau tom, mas mesmo assim aqui vai: fomos passar o fim de semana a Viseu. Fomos lá porque havia um encontro de scooters cinquentinhas e bastou o pretexto para pegar nas malas. Foi muito agradável, apesar do frio que se fez sentir. Estivemos para ir mesmo acampar, mas ainda bem que não o fizemos pois estavam dois graus à noite…

Valeu a pena termos ido, as miúdas precisam de sair mais vezes, para verem outras coisas e se tornarem menos agarradas aos progenitores… haja $tempo$ e lá estaremos nós a passear por esse país fora. Ficamos num hotel muito engraçado, com muitos anos, mas perfeitamente recuperado e funcional. O pessoal das scooters recebeu-nos muito bem e levou-nos a cometer alguns exageros gastronómicos. Eu já não ia a Viseu há muitos anos e gostei muito da cidade.

Záz, tráz, práz! Já Está!

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Já acabei as avaliações todas. Ufa. É sempre uma altura sensível e desgastante. Acho que não fui injusto, o que é muito importante, e as notas estão de acordo com os trabalhos realizados e apresentados. Claro que esta é a minha visão da coisa porque, claro está, a visão dos alunos pode ser ligeiramente diferente. Para esses, só tenho mesmo de lhes lembrar de que ainda têm mais um período e, se o trabalho desenvolvido for ainda melhor, cá estarei para os recompensar. Também não sei lá muito bem porque é que estou para aqui com estas tretas todas pois o trabalho deve ficar… no local de trabalho, mas desta vez apeteceu-me. Também não é grave que assim seja já que não há informação sensível e passível de melindrar seja quem for, por isso mesmo desejo a todos um óptimo início de Primavera. Eu sei, já foi há uns dias…

O que excita as mulheres… mas que elas escondem!

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” A pesquisadora (Meredith Chivers) reuniu 47 mulheres e 44 homens e submeteu-os a um teste: todos assistiram a oito filmes curtos sobre sexo, de temas variados, enquanto os seus orgãos genitais eram monitorizados por sensores capazes de medir a erecção masculina e a lubrificação feminina. Enquanto isso, todos eles indicavam, através de um sensor electrônico, quanto se sentiam excitados com cada cena que viam. À partida, descobriu que as mulheres se estimulavam com uma gama muito variada de cenas, enquanto os homens são mais limitados nas suas preferências. Elas ficavam excitadas ao ver um homem e uma mulher a fazerem sexo, como duas mulheres a praticarem-no ou mesmo dois homens. De facto, as mulheres analisadas até mostraram alguma excitação ao assistirem ao acasalamento de dois macacos ou a cenas de masturbação masculina ou feminina. Em todos estes exemplos, elas demonstraram alterações genitais, muito mais do que aconteceu com os homens que participaram no teste.”

in Maria