Arquivo mensal: Abril 2009

São três dias, três dias!

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Podia começar este post da maneira mais foleira que sei, tipo: amanhã vou fazer a barba para ficar mais bonitinho. Mas nada disso. Vou na mesma fazer a barba mas para poder ir à praia, que parece que vem aí bom tempo e queria aproveitar. Vão ser três dias de descanso, que no meu caso vou também aproveitar para pôr a papelada em ordem e em dia. Posto isto, a partir de amanhã vou estar meio lá, meio cá.

Ai as minhas costas.

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Não sei o que se passa comigo. Ando todo partidinho. Este corpinho deixou de funcionar como eu gosto. Ando com uma dor num braço há dois anos. A coisa melhorou sensivelmente desde que me começou a doer o pescoço… passou de uma para a outra… não há médico que me valha e pastilhas já não tomo mais, a não ser umas de zinco, para as articulações, como os velhotes…

Não gosto nada destas queixinhas mas de vez em quando também tenho direito. Aliás, estou a chegar a uma fase da minha vida em que estou a perder a paciência para ser condescendente com quem não tem o cuidado de saber observar o que existe à sua volta. É por isso que vou ter de mudar algumas coisas na minha vida. Para que não hajam dúvidas,  quando digo este tipo de alarvidades, estou-me a referir à minha vida profissional. Não estou nada feliz com o meu trabalho. Não estou nada feliz como tenho de lidar com algumas coisas. Acho que se quebrou o encantamento. O encantamento que sempre me fez mover diariamente para o meu local de trabalho. Como é evidente, não vou estar a entrar em pormenores escabrosos, mas eu sei as razões dessa quebra de encantamento e também sei que devo assumir a minha quota parte das culpas, por isso e por muito mais, não me sinto injustiçado, perseguido, mal falado ou qualquer outro atributo menos aconselhável. Simplesmente estou cansado e se calhar a precisar de um intervalo para respirar.

Merci beaucoup.

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Se há coisa que eu gosto é de pinar, oupss… opinar, queria eu dizer. E gosto de opinar sobre quase tudo, como bom português que sou, não poderia ser de outra maneira. Daí até conseguir dizer alguma coisa de jeito, vai uma grande distância. Mas não sou caso único, neste belo país à beira-mar plantado. Se ligarmos a televisão ou pegarmos num jornal, facilmente ouvimos e lemos coisas assustadoras, ainda mais assustadoras do que as que eu vou escrevendo por aqui. Como é evidente, as pessoas só ouvem e lêem aquilo que querem e se insistem, é porque gostam e se identificam, de alguma maneira, com os opinadores (ai que me ia sair asneira outra vez…). No meu caso, as ditas opiniões, são quase sempre estapafúrdias (que é um termo com o qual me identifico) e faço por isso porque, no dia em que for levado a sério, alguma coisa está mal no reino dos céus e irei ter de reformular a minha vida toda. Isto tudo porque este é o post 1114, em dois anos e dois meses (e eu gostaria que tivesse sido no 1111, mas esqueci-me), e quero dizer obrigado a quem vai passando por aqui. Sim, porque eu sou estapafúrdio, mas não sou mal agradecido.

WUBI

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Para aqueles que ainda estão agarrados ao window$ e têm medo de experimentar as vantagens do ubuntu, ou seja, poderem navegar na net sem o receio de irem aos sites pornográficos mais reconditos sem correrem o risco de apanharem um vírus mal abram a página inicial, então experimentem o WUBI. O que é isto? É um ficheiro que se instala no window$ e que funciona como um sistema autónomo mas sem necessidade de formatar ou particionar seja o que for. Apenas se nota no arranque do window$ em que tem a opção de ir para o Ubuntu e experimentar a liberdade…

Podem compreender melhor o assunto aqui e… experimentem mesmo instalar o programinha.

Que grande seca!

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Ai que saudades que eu tenho. De pegar na minha bela Scarabeo e andar por aí, sem ser com os cabelos ao vento, porque esses já são poucos e curtos e além disso temos todos de usar capacete. Apesar da carripana nova dar um certo gozo e conforto para me deslocar onde quero, não consigo deixar de gostar da minha bela Scarabeo. Nem por estar este tempo meloso, para não lhe chamar outra coisa. Já se passaram seis semanas e o problema ainda não está resolvido, agora é uma peça que nunca mais chega e eu nisto. Até ando mais rabugento, mas isso é porque também me faltam outras coisinhas importantes.

Irritação na vulva II.

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Irritação na vulva. Pode parecer meio estranho. Mas não é. Apenas é o título de um post que aqui coloquei há mais de um ano. Por incrível que pareça, continua a ser o post mais visitado e popular, aqui por estas bandas. Ainda não me dei ao trabalho de ir ver o que escrevi na altura. Provavelmente escrevi mais uma meia dúzia de palermices, só para variar, mas uma coisa eu tenho a certeza. Este pessoal anda mesmo desesperado por qualquer coisinha relacionada com sexo, para virem cá ter. Acredito que o grau de satisfação, após a visita a este honrado blogue seja muito rasteirinho porque a tal de vulva nunca por cá apareceu. Eu bem tento encontrar uma vulva interessante para colocar por aqui, mas elas andam fugidias e teimam em não aparecer. Pode ser que consiga encontrar uma jeitosa e, se assim for, prometo que a vou partilhar com todos os desajeitados que insistem em procurá-la nesta coisa da net.

Reformular.

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Já estive com mais vontade de viajar. Também não digo que perdi a vontade de viajar. Apenas não se tem proporcionado e, quando o tempo se prolonga, acabo por me habituar à ideia de ir ficando por cá. Deu-me para pensar no assunto, não por causa desta coisa da gripe, porque o meu mano passa a vida a viajar para ir ter com a sua bela Gaia, ou então é ela que vem até cá, como foi o caso recente. Hoje em dia é tão fácil viajar, de uma forma acessível, que eu continuo sem perceber lá muito bem porque é que não o faço, mesmo com as minhocas atreladas, pois não poderia ser de outra maneira. Por vezes são definidas prioridades que podem não ser bem as “prioridades”.

Mania de discutir afectos! Arre, porra!

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Antes de sair para ir trabalhar, estive a almoçar e, como é meu costume, enquanto vou comendo vou ouvindo o telejornal, o da rtp, mesmo. Gosto de ouvir as notícias neste canal porque é feito cá e tem muitas mais notícias desta região. Notícias boas e notícias más. Então estava eu a deglutir quando ouço que ia ve lugar uma conferência qualquer sobre a virgindade, promovida pela presidente do clube das virgens. Até parei de comer, com medo de me engasgar. Não é piada fácil. A coisa existe mesmo. Estava uma rapariguinha de vinte e seis anos a falar que, coisa e tal, ainda não encontrou um ser especial, que a coisa ainda não se proporcionou e tal. E eu de boca aberta a ouvir aquilo e a pensar o que é que nós temos a ver com o facto da menina ainda não ter encontrado o tal senhor que a tire do sério. É o tipo de assunto que me tira do sério. e não estou a exagerar. Qualquer dia vamos ter o clube dos seres humanos que gostam de anal, que por sua vez se divide em dois clubes, mais pequeninos: os que gostam de anal e são mulheres; e os que gostam de anal e são homens. Daqui, dividimos novamente cada um dos clubes em dois mais pequeninos: os que gostas de anal através do plástico/silicone/borracha; e os que gostam de anal em versão carne. Claro que seria tentador continuar por aí fora, mas eu tenho a minha vida e vou mesmo ter de ir trabalhar. É uma pena.

Magrinho? Era bom!

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De volta à normalidade. O meu mano e a bela Gaia foram embora, para Lisboa. Gostei muito de os ter recebido cá em casa. Foram uns momentos agradáveis, apesar das limitações que as minhocas fazem sempre o favor de criar. Mas são crianças, a crescer, por isso tenho a certeza que para a próxima já irá ser diferente… Tirando isso, foi muito bom. O meu mano está um perfeito cozinheiro italiano e sabe como se preparam os pratos que a bela Gaia foi fazendo ao longo destes dias. Foram uns dias de exagero culinário e agora é altura das coisas voltarem ao normal. Exercício físico… não me apetece lá muito fazer… por isso lá vou ter de comer apenas umas sopitas à noite, a ver se este corpinho vai ao sítio… não me parece, mas… vou tentar.

Vou acabar num estado…

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Estes dias têm sido um verdadeiro fartote. Um fartote de comida Italiana. Sim, a bela Gaia está cá em casa, com o meu mano, a noivar. Deveria ser eu a fazer comida que ela não conhecesse, mas não, tem sido a bela Gaia a fazer a bela pasta para todos. E faz tão bem, tão saborosa, que ninguém resiste a comer até rebentar. Tem sido incansável e eu até tenho vergonha, mas confesso que não consigo fazer força para que ela não cozinhe…

Ainda por cima ontem fomos a casa de uns amigos jantar e foi mais uma “desgraça”… estava tudo tão bom que foi comer até ao exagero. Até parece que andamos todos a passar fome, mas quando a comida é boa e o ambiente ainda melhor, a coisa descamba. Por isso, balança, nem vê-la.

Música country.

a285_1983Há fenómenos que eu não consigo entender. Se calhar também não tenho de os entender ou então existem mesmo para eu não os entender mesmo (eu sei que tenho muito valor, mas não exageremos…). Estive agorinha a ver um filmezinho que me enviaram, pela net, claro está. Era um filme sobre uma criança a tocar concertina (pelo menos é assim que por cá se chama mas lá, desculpem a ignorância, não sei…) num concerto de uma figura conceituada, segundo percebi, da música country americana (claro está).Tirando o facto de estar na presença de uma criança prodígio, que não interessa mesmo nada, aquilo era indescritível. O estado de euforia daquelas pessoas a dançarem aquele tipo de música deixou-me boquiaberto e sem capacidade de reação. Aquele tipo de música é muito estranho e aquela gente só pode mesmo é ser igualmente estranha. Nem me quero a imaginar a viver num sítio daqueles.

A fotografia e o texto, com um objectivo idêntico.

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Por aqui se pode constatar, com uma imagem tão ilustrativa, que a minha rica senhora poderia perfeitamente andar numa máquina deste calibre. Ainda por cima sem ser necessário  carta de motas. Podia subir os passeios que achasse por bem subir, sempre de mini-saia, que a coisa para tombar tem muito que se lhe diga.

Texto que parece analítico/sintético. Chiça.

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Isto de estar para aqui a ouvir um sheique (à portuguesa)  directamente descarregado do Jamendo, deixa-me com ideias. Talvez porque a música que está disponível por lá seja totalmente desconhecida e, por isso mesmo, me deixe mentalmente aberto a novas ideias. Está a resultar muito bem e continuo com vontade de trabalhar. A ver se consigo acabar os desenhos todos antes do tempo, caso contrário lá terão que vir as directas, e essas eu já não tenho pedalada para as aguentar. Por outro lado, mas mesmo por outro lado, gostava de ir ao serviço, no próximo mês, se tiver guito, fazer um servicinho. Estou há mais de dois anos sem fazer uma tatuagem e já não consigo aguentar mais tempo sem lá ir. Estou a precisar de passar por tudo aquilo novamente. Venho sempre diferente de lá. Um degrau acima. Oh, valha-me deus, que o velho está a ficar senil de todo. Só lhe falta dizer que vive um conflito interno de proporções desmesuradas. Está bem assim?