
Estes dias têm sido um verdadeiro fartote. Um fartote de comida Italiana. Sim, a bela Gaia está cá em casa, com o meu mano, a noivar. Deveria ser eu a fazer comida que ela não conhecesse, mas não, tem sido a bela Gaia a fazer a bela pasta para todos. E faz tão bem, tão saborosa, que ninguém resiste a comer até rebentar. Tem sido incansável e eu até tenho vergonha, mas confesso que não consigo fazer força para que ela não cozinhe…
Ainda por cima ontem fomos a casa de uns amigos jantar e foi mais uma “desgraça”… estava tudo tão bom que foi comer até ao exagero. Até parece que andamos todos a passar fome, mas quando a comida é boa e o ambiente ainda melhor, a coisa descamba. Por isso, balança, nem vê-la.
Há fenómenos que eu não consigo entender. Se calhar também não tenho de os entender ou então existem mesmo para eu não os entender mesmo (eu sei que tenho muito valor, mas não exageremos…). Estive agorinha a ver um filmezinho que me enviaram, pela net, claro está. Era um filme sobre uma criança a tocar concertina (pelo menos é assim que por cá se chama mas lá, desculpem a ignorância, não sei…) num concerto de uma figura conceituada, segundo percebi, da música country americana (claro está).Tirando o facto de estar na presença de uma criança prodígio, que não interessa mesmo nada, aquilo era indescritível. O estado de euforia daquelas pessoas a dançarem aquele tipo de música deixou-me boquiaberto e sem capacidade de reação. Aquele tipo de música é muito estranho e aquela gente só pode mesmo é ser igualmente estranha. Nem me quero a imaginar a viver num sítio daqueles.







