Monthly Archives: Março 2010
Porque me apetece.
Acho que vou tomar um banho, quente.
PQP. Como andamos a leste do paraíso.
Será que nasci para isto?
Duas coisinhas.
A primeira ocorreu-me quando me sentei em cima da minha bela Scarabeo (não sei muito bem porquê…) e fui trabalhar. Veio-me à ideia a Cláudia Jacques. Tenho uma especial simpatia por esta mulher. Apesar de ter uma ideia dela de dondoca, gosto dela. Não é no sentido de me babar por ela. Não, nada disso. Apesar de ser uma dondoca bem boa (como se diz na terra da minha rica senhora…), daquelas que os homens gostam de ver, não é por isso que eu gosto dela. Gosto dela por ser uma dondoca simpática, bem disposta, sempre com um sorriso que parece genuíno e porque não me parece pretenciosa. Isto dito assim ainda dá mais a impressão que o dondoca aqui, sou eu. Muito provavelmente assim será, porque é bem verdade que apreciações deste género são sempre falíveis, principalmente quando não se conhece pessoalmente a dondoca em causa. Mas tirando tudo isso, gosto de acompanhar o seu percurso, desde que passou para as luzes da ribalta, é certo, pois aquela bendita capa de revista masculina deu-lhe um elãn que nem ela estava à espera. Depois são as festas, as fotografias nas revistas e agora um novo casamento. Desta vez com uma actor de cinema, neto de um realizador de cinema. Uma nova dimensão e uma outra realidade. Isto tudo, sempre com um sorriso nos lábios, que me faz gostar dela e com vontade de lhe desejar toda a felicidade do mundo. Que assim seja.
A outra coisa está relacionada com a anterior. Ia eu todo entretido a pensar na Cláudia Jacques e na sua vida de glamour, distraidinho de todo, em cima da bela Scarabeo, todo chegado ao lado direito da minha faixa de rodagem, quando uma besta de um motorista de uma camioneta de caixa, passa por mim a toda a velocidade, numa tangente inacreditável (talvez meio metro) que me deixou alterado e com vontade de lhe bater. Felizmente não me assustei nem fiz nenhum movimento repentino, senão podia ter ido ao chão e espatifar-me todo. Acho mesmo que foi uma estrelinha dondoca que olhou por mim.
Bela Itália.
Vão sair de pantufas…
Eu tinha prometido a mim mesmo que não ia escrever mais nada sobre futebol até o campeonato acabar. Mas não consigo deixar de o fazer. Por revolta, embora a revolta devesse ser canalizada para resolver outro tipo de injustiças bem mais graves do que esta treta do futebol, mas enfim, também tenho direito às minhas futilidades… vai daí, gosto de pensar que vou mudar o mundo… desportivo, se puser a boca no trombone… pura ilusão, reduzida à minha pequenez. Tenho consciência que posso ser tendencioso por gostar do fêcêpê. Sim, tenho essa consciência, por isso mesmo tento e esforço-me por ser isento na avaliação que faço de determinadas situações que vão acontecendo. Balelas, dirão uns, tretas dirão outros, e olha-me este espertinho… exclamarão os mais ranhosos (muito provavelmente adeptos da gaivota), é assim, em tudo na vida. Posto isto, passemos à acção (aquele, o outro tipo de acção, seria bem mais interessante…) que a conversa vai longa. Quem der uma vista de olhos (pode ser superficial) pela imprensa desportiva portuguesa vai perceber a diferença de tratamento e de importância que determinados assuntos merecem. Estou-me a referir, como é óbvio, ao castigo que foi aplicado ao Hulk. Quando saiu cá para fora o primeiro castigo, de vinte e cinco jogos, não se falava de outra coisa: que o tipo era violento, que merecia muito mais, que tinha este tipo de comportamentos porque era do clube que era… só lhe faltou levar com o rótulo de energúmeno, bandido ou qualquer coisa do género. Passado este tempo todo, a sentença mudou e foi castigado com três jogos, como toda a gente já sabe, mas o que não mudou foi este tipo de jornalismo que temos em Portugal. Um jornal faz capa com um jogador de outro clube e em letras pequeninas fala do assunto. Outro jornal, faz capa da demissão do presidente da Liga de futebol, que se demite mas indignado, como quem diz, indignado por ter sido reduzido o castigo… aquele tipo de mensagens subliminares… useiras e vezeiras naquela publicação. O único jornal que faz capa do assunto, evidenciando a injustiça, é um jornal com sede na cidade do Porto e que ninguém compra lá para as bandas do sul…
Saber reconhecer os erros é uma virtude e um sinal de evolução pessoal. Saber evoluir não é para todos. Também não estou muito preocupado se determinadas pessoas ou instituições vão ou não evoluir, mas há determinadas situações que devem ser tratadas com a mais elementar justiça, pelo menos isso, e essa não deve ter cor… por isso, tomem lá atenção ao que vai ser dito sobre este assunto e, podem ter a certeza, que aquilo que vai ser dito ficar-se-á a dever à pressão que o fêcêpê irá fazer para que os responsáveis sejam responsabilizados, porque por eles continuavam quietinhos e caladinhos, como os ratos, a ver se a tempestade passa. Não escrevo mais nada porque se o fizesse tenho a certeza que iria descambar para o insulto fácil e para isso… já bastam aqueles do costume.






