Do alto dos seus anéis em ouro.

Dizem os bispos portugueses:

“As medidas de austeridade, para merecerem acolhimento benévolo dos cidadãos, têm de ser acompanhadas de forte intervenção na correcção de desequilíbrios inaceitáveis e de provocantes atentados à justiça social. É hora para pôr cobro à atribuição de remunerações, pensões e recompensas exorbitantes, ao lado de pessoas a viver sem condições mínimas de dignidade.”

Está tudo muito certo, mas não me constou, ainda, que a igreja portuguesa faça uma declaração correcta dos bens que recebe todos os anos (em cash e outros…) por exemplo, do santuário de Fátima. E que depois pegue nessa declaração de “rendimentos” e faça uma aplicação real junto dos mais necessitados. Isto depois de ter retirado a verba necessária para o seu próprio funcionamento…

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