Quem me manda a mim ler o que não devia.

Ia agorinha mesmo começar a trabalhar na preparação de mais um módulo. Mas mesmo antes disso, decidi dar uma vista de olhos na página do Público online. E uma notícia chamou-me a atenção. Dizia mais ou menos o seguinte: A Caixa Geral de Depósitos teme debandada de quadros por causa dos cortes salariais. É daquelas notícias que dão a volta ao estômago. Não sou tão lerdinho que não consiga perceber a importância de gestores no funcionamento das empresas, e em Portugal temos bons exemplos de sucesso (e ainda bem) mas também temos dos gestores mais bem pagos na Europa e os resultados globais ficam muita aquém daqueles que são obtidos lá fora. Ou não estivesse a economia portuguesa no estado em que está. É claro que se pode dizer sempre que isto está assim porque é o estado que gasta de mais. Também é verdade, mas quantos e quantos exemplos de má gestão é necessário referir para que as pessoas se capacitem que os gestores portugueses estão a precisar de uma reciclagem e de arejarem as ideias? No caso especial da CGD, sendo do estado, é deixá-los ir. Que vão para a concorrência privada. E apostem numa nova geração, com vontade de trabalhar e que não seja tão gananciosa (eu sei, é difícil…), é que todos os anos saem fornadas e fornadas de novos gestores cheios de vontade. E pronto, era isto, e agora vou começar a fazer o que tinha previsto.

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