Arquivo mensal: Julho 2011

Primeiro domingo de férias.

O domingo à tarde. Há dois tipos de domingo à tarde. Um é aquele domingo à tarde em tempo de trabalho. O outro, é aquele domingo à tarde em tempos de férias. Esta observação não tem nada de genuína. Acho que toda a gente já pensou no assunto. Qual é a diferença? Em tempo de trabalho está tudo metido em casa ao domingo, com medo de sair à rua, e a comunicação vai-se fazendo por outras vias. Em tempo de férias está tudo bem longe de casa, de papo para o ar, e não se passa nada de interessante, tal e qual este post… não acrescenta nada.

Ricardo Guimarães.

Ontem foi um dia encantador. Assim, à primeira vista, posso induzir as pessoas a pensarem que me casei à beira-mar, vestidinho de branco ou qualquer outra manifestação amorosa. Não foi bem isso que aconteceu, pese embora a coisa também tenha tido um lado amoroso. Fui com as minhocas e o meu mano (a minha rica senhora teve outros afazeres…) visitar o Ricardo Guimarães, meu amigo de há vinte e cinco anos, que continua o mesmo de sempre, com os seus cães magníficos e os seus cavalos poderosos. Foi uma tarde de conversa, num tom muito próprio, cheia de graça e boa disposição, como só ele nos sabe presentear e fica sempre difícil a despedida. Felizmente que as coisas estão a correr-lhe de feição e está com um projecto mais sólido e estável. Só lhe falta aquela pontinha de sorte para que a vida lhe sorria. Se dependesse de mim, este amigo estaria nos píncaros, que é onde ele merece estar. Bem hajas Jó.

Quase verão, quase…

Primeiro dia de praia. Desta vez com o mano (vindo de Itália para descansar) e sem a minha rica senhora, mas com as minhocas. Um vento de rachar a moleirinha a meio. O espaço no pára-vento era pouco e por isso mesmo andamos todos à chapada por um pequeno nico de felicidade… Amanhã voltamos para a praia, da parte da manhã e à tarde vamos visitar o poderoso Ricardo Guimarães, para vermos os seus belos cavalos árabes, as suas crias Grand Danois e ouvirmos as suas histórias do outro mundo. Para já é isto.

Sonho numa tarde ventosa…

Depois de ter visto esta imagem, fiquei realmente com a certeza de que nasci para isto. Um iate disfarçado de ilha tropical. Faz, literalmente, a minha cara. Com tudo à mão, que mais poderia eu querer? Nada. Mas a realidade é outra. Daqui por uma horita entro oficialmente de férias. E a minha realidade é o jardim das traseiras, que está mais abrigado do vento, mas que também me permite (tal como na ilhota/iate) apanhar solinho nas superfícies corporais mais recônditas. Por isso e por outras razões, é para lá que vou. Fui.

Às vinte e três e trinta, deu-me para o futebol.

Desde que o campeonato de futebol acabou (e o que lá vai, lá vai) nunca mais vim aqui escrever sobre o assunto. Verdade seja dita, não há muita coisa de interesse para ser dita. Pelo menos na minha perspectiva da coisa. Claro que as pessoas (sim, são seres humanos, também) do clube das gaivotas têm muitos motivos para falarem do assunto. É assim todos os anos. Pelo menos nesta altura do ano, em que as cabeças pensantes daquela agremiação, fazem uma campanha cerrada nos ditos órgão de informação sobre a qualidade dos jogadores contratados e dos que ainda vão contratar. Para os mais distraídos, gostaria de lembrar que as ditas cujas, gaivotas, já contrataram duas mãos cheias de novos jogadores. Todos muito bons. Todos com as características ideais para fortalecer a equipa. Todos são uma mais valia para a equipa, etc, etc. Nunca percebi lá muito bem porque é que insistem nesta estratégia de forrobódó, mas também não gostaria que a mudassem…

Um, dois, três, quatro.

Quatro dias, quatro. Sem conseguir arranjar um pouco de tempo e disposição para cá vir escrever baboseiras. Muitas festas de aniversário, muita comida, muita bebida e muita boa disposição, mas também muita louça para lavar e muito trabalhinho para organizar tudo. Foram uns dias muito agradáveis mas que me deixaram derreado, por assim dizer. Claro que com esta bonança toda deixei uma data de coisas por fazer e nem sequer tive tempo para aquilo. Logo agora que a minha rica senhora está com um novo universo mental e, como tal, estou mortinho por tomar contacto com essa nova realidade, por assim dizer, outra vez. Mudando de assunto, enquanto estou a teclar vou reparando que tenho uns pulsos muito fininhos. Uns pulsinhos, portanto. E fico apreensivo, porque nunca se sabe e um dia pode-me dar para cortar os pulsinhos e, se o fizer, vou ter de arranjar uma navalhita, coisa que não existe cá por casa. Voltando atrás. Se estiver bom, amanhã de manhã, pego nas minhocas e vou pela primeira vez à praia, descansar, que bem preciso.

Depois justifico-me, a sério. Agora é a brincar!

Já deu para reparar que tenho aqui ao lado uma coisa estranha. Muito estranha, mesmo. Um banner, ou lá como se chama, a fazer publicidade. Está aqui à experiência. O meu desejo era ser patrocinado por uma empresa, em regime de exclusividade, e que me pagasse uma pipa de massa (pelo menos para os meus critérios). Como ninguém me conhece, tenho de me resignar à minha insignificância e vai daí, toca a meter uma publicidade do google. Cheira-me que vai ser uma publicidade ranhosa, daquelas em que vai aparecer de tudo um pouco. Digo isto porque este blogue também é meio ranhoso e o que aqui vou colocando é do gênero… para onde estou virado, que é o que eu gosto mais. Por isso e mais outras coisas, também acho que vou acabar por ser expulso do esquema de publicidade do google. A ver vamos. Já agora, se alguém souber de uma empresa que me queira patrocinar em regime de exclusividade, avisem.

Por aqui vai-se andando, obrigado.

Este é dos tais modelitos que eu acho que me ficava bem. Não sei porquê, mas acho que sim. Gosto particularmente do espaço que falta até aos sapatos. Se pudesse ser um pouco maior, ainda me assentaria melhor. Gosto de quadrados e este é aos quadrados. Claro que o meu gênero de quadrados é outro, mas como não arranjei outra imagem, esta também serve. No entanto, se os quadrados fossem mais pronunciados e mais coloridos, a coisa ficava mais ao meu gosto. Pode ser que após as férias eu me decida por voltar a usar este tipo de trapinhos. Ah, e também adoro fatos brilhantes. Esses sim, são a minha perdição.