Arquivo mensal: Maio 2012

Ainda estou a pensar na outra…

Bem entendido que a outra, é mesmo a outra. Eu bem que gostava de ter umas ideias assim, ousadas, mas não convém mesmo nada. Vou ficar por construir uma página no tumblr que me parece muito melhor do que esta treta da rede social da moda. Vou precisar de tempo, é certo, para conseguir perceber como tudo aquilo funciona, mas hei-de conseguir.

Eu podia ter sido mais esperto… mas não fui…

Bem, a internet tem destas coisas maravilhosas. Podemos sempre identificar qualquer coisita que nos diz respeito, que nos faz sentir um membro de pleno direito deste mundo. Estava eu muito descansadinho, a navegar, como se costuma dizer, quando dou de caras… com este blogue. Não me perguntem como aqui vim parar porque a resposta será, com toda a certeza, indecorosa… mas o que é certo é que, quando reparei no título, tive de parar e ler. O blogue é recente e tem apenas três posts. Mas são a minha cara. Eu sempre desejei ter um blogue pornográfico e, se realmente o tivesse, seria com este título que é para mim um verdadeiro título fetiche. Caramba, gamaram-me a ideia. Acho mal… mas tenho de aceitar que é um título fantástico. E já agora os meus parabéns à moçoila, que me parece que gosta daquilo…

Era para ser…

Eu até estava a pensar escrever qualquer coisa sobre o facebook. O facebook e os códigos de engate. Sim, esse maravilhoso mundo do engate no facebook. O das falinhas mansas, das palavras certas para inglês ver, da música certa para ser ouvida na ocasião mais adequada. Estava para aí virado, a sério que estava, mas depois, não sei muito bem porquê, apareceu-me este vídeo à frente e eu vacilei. Vacilei porque achei que já não era possível gravarem coisas destas. Eu até que gostei das calças da moçoila… mas tudo o resto é mau, mau demais para ser verdade. De certeza que o pai da moçoila tinha outras expectativas para a sua filha…

Depois do início da tarde… a natureza…

O senhor Eric Valli decidiu há uns anitos atrás acompanhar uma data de gente que decidiu pôr-se à margem dos aborrecimentos que esta vida ocidentalizada acarreta. Registou uma data de imagens bem elucidativas do percurso destas pessoas e da sua forma de estar e encarar a vida. É preciso ser corajoso. Não acham? Eu acho! Deixar tudo para trás não é fácil. Não é que seja impossível mas…

E a tarde a começar. Portanto, no início!

Todos nós temos daqueles dias. Para mim são dias alienados. Diria mesmo, completamente alienados. Preciso deles como preciso de água para a boca (no caso costuma-se dizer de comida para a boca… mas vai dar ao mesmo). Não quero nem saber o que se passa na cabeça das outras pessoas. Sejam elas quem forem, não me interessa. O que vai na minha cabeça já me chega e sobra. Já me deixa suficientemente pensativo e à procura de uma solução. E como eu gostava de ser ingiiinheiro nestas alturas. De projectar um problema e estabelecer uma estratégia de resolução desse mesmo problema. Como seria bom resolver toda a nossa vida assim. Se assim fosse não iria precisar, com toda a certeza, de estar para aqui a ouvir música em altos berros ou a beber aguardente velha para tentar encontrar uma solução para a minha vida. Evitava muitos problemas. De saúde física e de saúde mental. Evitava uma surdez e uma cirrose. E depois, depois, tinha sossego, muito sossego.

Seria fantástico.

Seria tão bom… se esta fosse a realidade… pronto, poderia não ser tão bom mas seria, com toda a certeza, muito mais fácil… para ambas as partes. Não me importava nada de ser um robot, high-tech, cheio de glamour e que me pudesse encostar assim, desta maneira… e isto tudo, sem ter de pensar muito…

O senhor que construiu esta imagem, é um artista (só podia…) digital, chamado Franz Steiner, e tenho muita pena que seja apenas um artista digital, que esta não seja a realidade…

Oh captain, my captain!

Seria bom, muito bom, que este barquito estivesse ancorado na “marina” da Póvoa de Varzim. Para quê? Ora, está bom de ver! Para proceder ao embarque de todos os professores da minha escola, que hoje comemora o cinquentenário da sua existência, e festejarmos convenientemente em alto mar. Seria top. Em vez disso, vamos todos jantar a um sítio que eu não sei classificar… mas também não interessa nada, o que interessa mesmo é que vamos estar todos juntos a comer, conversar e, espero eu, a rir, rir muito das amarguras da vida. Isso sim, é importante.

Artista de circo sem rede social…

Ando desconfiado. Desconfiado de que me andam a enganar. Passo a explicar. Há enganos e enganos. Há enganos que eu não me importo mas há outros enganos que me chateiam, aborrecem-me, pronto. E os que aborrecem solenemente são aqueles que são feitos à má fila mas esses são aqueles que aborrecem toda a gente. Não sou diferente, portanto. Mas não deixo de ficar com a pulga atrás da orelha. Há uns tempos, dizia-me a minha amiga I.W.C. que estava curiosa sobre a minha permanência na rede social da moda. Dizia ela que não entendia como era possível eu ainda não ter sido chamado à razão sobre as imagens que vou colocando nas minhas publicações. Eu também não percebia e apenas conseguia explicar pelo facto de serem publicações externas, ou seja, remetendo para blogues… no caso… meus…

Hoje tive a primeira reprimenda. Os senhores vieram ter comigo e tiveram uma conversinha. Que aquilo não era a maneira mais correcta de exprimir os meus sentimentos e tretas do género e eliminaram a fotografia em causa. Também disseram que se continuasse a insistir no assunto, se veriam na obrigação de me mandarem para o espaço. Fiquei magoado. Magoado porque a imagem que eles classificaram de indecente não fui eu que lá pus… nem consegui perceber quem a colocou lá… nem sequer fazia o meu género… E é aqui que eu acho que ando a ser enganado. É que me aparecem uma data de publicações de pessoas, entidades e mais não sei o quê para as quais eu não fui tido nem achado e que vão publicando no meu mural uma data de chachadas… que eu não acho piada nem quero lá ver escarrapachadas.

É por estas e por outras que eu gosto deste meu cantinho, pago com o esforço do meu trabalho… para poder parecer que digo coisas sérias mas que ninguém quer saber… nem eu.

Jaguar… suspiro…

Quem me disser que estou a ficar avariado por ter posto aqui uma fotografia de um automóvel deste calibre, só pode estar desequilibrado porque este Jaguar é lindíssimo e eu não tenho preconceitos com o dinheiro, nem com quem o tem. Quem me dera a mim ter o dinheiro suficiente para poder comprar uma beleza destas. Era um Fiat Panda para ir à Baixa e este para dar umas valentes voltas por esse belo Portugal.

O curioso disto tudo é que a Jaguar está a projectar um automóvel novo, inspirado neste modelo que já tem cinquenta anos e o resultado parece que vai ser o da fotografia que está mais abaixo. Para quem gostar… eu prefiro, mil vezes, o Fiat Panda.