Continuo, incrivelmente, apaixonado por ti!

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As pessoas não devem esconder os seus sentimentos. Tenho para mim que não o devem fazer. É difícil, ou não é? Claro que é. Eu sou de uma geração em que os sentimentos eram mais difíceis de transmitir. Cresci a não saber expressar o que me ia na alma. Era a versão oficial da nossa educação. Eramos todos educados para fazer de conta que não tínhamos sentimentos. Ponto.

Mas tínhamos!

Em contraponto, hoje é só sentimentos… tudo o que mexe acha que tem sentimentos genuínos e que todos o devemos escutar. Passou-se do oito para o oitenta. Não tenho muita pachorra para ouvir sentimentos em catadupa… hoje são assim, amanhã já são assado… São sinais dos tempos, diferentes dos do meu tempo. Nem melhores nem piores. Apenas diferentes.

E eu tenho os meus.

Que também não interessam a ninguém!

Se calhar interessam a meia dúzia de pessoas. É o único ponto comum. Os amigos são sempre em número reduzido. Mas essa é uma outra conversa.

Voltemos, pois, ao que interessa. Enquanto ouço este belo sheik, vou pensando na vida. Vou pensando nos meus sentimentos que, desde manhã cedo, não me largam. Não consegui deixar de pensar em ti. Apesar da proximidade. Apesar de ter passado o dia junto de ti. Apesar de te ter beijado, agarrado e não sei que mais, o meu espaço mental continua preenchido por ti, permanentemente. Numa dimensão que me deixa reduzido à certeza de que a vida vale a pena ser vivida.

Os dias do futuro serão sempre dias de verdadeira incógnita. Todos nós devemos estar preparados para encarar o futuro com optimismo pois o nosso presente já valeu a pena. Eu penso assim. Há que viver o presente com a maior das vontades, sem reservas e, se assim for, teremos um belo futuro.

Para ti Rosita, que me fazes acreditar que o dia de amanhã poderá ser ainda melhor, um beijo de amor, cheio de verdadeira amizade.

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