Acabo sempre por desejar às pessoas… que fiquem bem…

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Por acaso tenho pena. Pena de não ter nada de interessante para contar. Há dias assim. Não é nada do outro mundo, suponho eu. Complicado é quando não temos nada para dizer dia após dia. Isso sim, deve ser mau. Também, convenhamos, aquilo que eu venho cá dizer não tem nada de transcendente… paranormal… especial… ou o que quiserem acrescentar. Sim, porque acrescentar é bom para mim. Gosto que me acrescentem qualquer coisita. Não sei muito bem porquê mas, por vezes, um comentário é muito bem vindo.

Porquê?

Porque eu acho que se podem ter boas conversas através de comentários. Comentário para aqui, comentário para acolá… e vai-se fazendo uma opinião. Assim, à primeira vista, até parece que as opiniões se constroem a partir desta dinâmica… Ok! Não será bem isso mas quantas vezes já não se mudou de opinião só porque aparecem uns comentários completamente divergentes e que nos dão uma outra visão da coisa? Quem quiser que atire a primeira pedra… Eu tenho duas versões: a construtiva e a deprimente. A primeira está implícita no que acabei de escrever… vamos aprendendo com quem nos enriquece. Ponto. A segunda é um autêntico drama. Não sei se já aconteceu a alguém entrar numa troca de comentários em que o nível de idiotice ultrapassa qualquer tipo de grau minimamente equilibrado… Em que sentimos que estamos a ser arrastados para um abismo… de perfeita idiotice e em que vamos deitando achas para a fogueira dessa mesma idiotice, tal e qual o condenado que sobe ao cadafalso… É desesperante conversar com pessoas idiotas as quais, muitas das vezes, não são assim tão idiotas como julgamos… mas a maioria são mesmo uns perfeitos idiotas. E isto cansa-me. Desespera-me. Faz-me sentir mal. Faz-me perceber que não passo de um ser humano igual aos outros… e logo eu, que gostava, tanto, de ser especial… não tenho sortinha nenhuma…

Pronto! acabou-se a conversa sobre os comentários e, mais concretamente, os comentários sobre pessoas idiotas. Quase me apetece dizer que de idiotas e de loucos, todos temos um pouco…

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