O verão já não é o que era…

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Vou ouvindo as notícias.

Ouço as que gosto e as que não gosto. É sempre assim, que remédio. Ouço notícias sobre desgraças, difíceis de aguentar. Que mexem e remexem por dentro de qualquer ser humano e, por muito que se queira manter a distância, acabamos sempre por ouvir isto e aquilo, tudo o que mexe verdadeiramente com os nossos sentimentos. É lamechas, não é? Estar a apelar ao sentimento da notícia fatela?

Por acaso, consigo não me deixar invadir por notícias complicadas. Consigo manter uma certa distância e sou capaz de não me deixar envolver? por notícias mais complicadas. Sou um ser humano representativo destes tempos. A frieza das notícias são recebidas com frieza. Tem que ser assim. Tenho uma idade avançada. Habituei-me a muita coisa. Coisa boa e coisa má. O que foi aparecendo na minha vida. E da mesma maneira que foi aparecendo… foi tratada de acordo com a sua importância. Quem não pensa assim? Quem não tem necessidade de pensar no assunto… que atire a primeira pedra.

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