Quando Portugal Ardeu, de Miguel Carvalho.

Quando tomei conhecimento da sua existência quis logo comprar o livro. Ainda esperei uns dias para conseguir o guito necessário mas lá o comprei. Levou-me para um período da minha adolescência, vivida na cidade do Porto, a acompanhar os acontecimentos intensos daquela época. Ao longo destes anos todos sempre me interroguei acerca do facto dos bombistas da direita nunca terem sido presos, ao contrário dos bombistas da esquerda. Este livro dá muitas pistas e explicações e só o posso recomendar a todos aqueles que se interessam por este período conturbado da história portuguesa.

 

Sinopse

Quem foram as primeiras vítimas mortais da democracia? Por que razão foram assassinados Padre Max, Rosinda Teixeira e Joaquim Ferreira Torres? Quem protegia e que segredos escondia a rede bombista de extrema-direita? Como enfrentou o cônsul dos EUA no Porto o PREC? O que relatam os diários do norueguês baleado no Verão Quente de 1975? Como é que a Igreja mobilizou e abençoou a luta contra o comunismo? O que sabia a PJ sobre o terrorismo político e tudo o que nunca chegou a julgamento? Com recurso a centenas de documentos, entrevistas e testemunhos inéditos, esta investigação jornalística traz à luz do dia histórias secretas ou esquecidas do pós-25 de Abril. Quando Portugal ardeu e esteve à beira da guerra civil.

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