Sem título, porque não encontro um…

Eu não gosto mesmo nada de me repetir. Mas apesar de ter essa consciência, lá vou acabando por me repetir. É uma pena. Porque sempre me achei especial e, no final das contas acertadas, não o sou. O que é realmente uma pena.

Confesso que já andava a suspeitar há uns tempos. Uns tempos gordos. Mas acabava sempre por tentar não perceber o que se ia passando. É verdade. Foi assim que me apercebi que não era realmente especial. Todos aqueles que não são especiais descobrem essa triste verdade quando começam a tentar não perceber o que se passa. É assim a vida. E a minha é esta! A de um comum mortal!

Feita a introdução, vamos ao que interessa. Quer dizer… ao que me interessa.

E o que é que me interessa?

Muita coisa? Pouca coisa?

Hoje interessa-me pouca coisa!

Não quero saber do mundo. Das notícias. Disto ou daquilo.

Hoje, à noite, é a altura da alienação. Não quero saber de mais nada!

Estou a ouvir música e a pensar na vida. No que andamos aqui a fazer. Na morte. Na relatividade das coisas. Nas prioridades das pessoas.

E a pensar que esta vida é uma inutilidade mas que não pode ser esse o caminho. Que o caminho tem um ritmo e que necessário percorrê-lo.

Assim seja.

 

Deixar uma resposta