O Belhinho (gosta de imagens… duvidosas…?)

O Belhinho gosta de oubire sheik. Sheik do bom. Porque o Belhinho é bom.

Aliás, o Belhinho gosta de muitas outras coisas. Tudo coisas boas, diga-se de passagem.

O Belhinho gosta de pessoas bem humoradas. Porquê? Porque o Belhinho gosta de se rir. Rir é um bom remédio. Quem não se ri, não é filho de boa gente. Então, imaginem, quem não se ri de si próprio, é que não é mesmo filho de gente excelente.

O Belhinho acha que é excepção. Quer dizer, tem a certeza de que é filho de boa gente mas… não tem a certeza quanto à parte de se rir de si próprio. O Belhinho é orgulhoso. E ser orgulhoso não ajuda lá muito na evolução do verdadeiro ser humano. Também não é difícil perceber que o Belhinho acha que é um ser humano acima do verdadeiro ser humano. São manias do Belhinho, que acha mesmo que é um daqueles… como se diz?… um eleito, por assim dizer!

O Belhinho é um parvo.

Passa a vida a falar de si.

Quem quer saber do Belhinho?

Ninguém!

A vida é madrasta!

Podíamos todos gostar uns dos outros. Não era fantástico? Mas não é bem assim!

E é por isso que o Belhinho gosta do belo Sheik. Um belo Sheik acompanhado por tudo aquilo que o transporta para outra dimensão. E o Belhinho é como o Jardel. Na terceira pessoa. Como se fosse imortal.

Mas não é!

O Belhinho está mais para lá do que para cá!

O Belhinho está cansado da vida.

O Belhinho está cansado de trabalhar.

O Belhinho está cansado da sua vida.

O Belhinho vai mais longe.

O Belhinho está cansado do seu destino.

O Belhinho gosta de reviver a puberdade.

Belhinho?

Já chega de Belhinho para a frente e para trás.

Com tanta coisa a acontecer neste mundo… por favor…

Também aconteceu que o Belhinho realizou um desejo muito antigo, muito desejado mas que, por artes e magias só agora foi possível.

Passando para uma outra dimensão.

O Belhinho tem uma família. Uma família linda. Linda no sentido de que a nossa família é sempre a mais linda deste mundo. Para mim é suficiente que assim seja. Neste caso, a família do Belhinho tem mais um ser humano do sexo oposto, que não tem nada de Belhinha, e mais duas criaturas, do sexo feminino, adolescentes e a arrastar a asa para a parvoíce. Nada de mais. É a tal família.

E o Belhinho foi com a maravilhosa família cumprir um… posso dizer? Desejo? Não foi um desejo individual. Toda a família queria realizar o… tal do desejo…

O caralho do Belhinho está a escrever este desajeitado texto sobre um caralho de um velho desejo, ainda por cima a ouvir ABBA. Pode não parecer uma boa ideia, principalmente porque o texto mete caralhadas e o Belhinho não é personagem para meter umas caralhadas pelo meio.

Pronto, já passou, a parte das caralhadas. Daqui em diante o nível vai ser mais elevado, com toda a certeza.

E vendo bem. O Belhinho quer lá saber dos desejos. Da família e dos seus próprios. O Belhinho quer viver a vida que lhe resta. Escrever uma data de palermices. Ouvir o que lhe apetece. Dançar com a energia que ainda acontece. Beber o que cai do céu e pensar que o dia de amanhã pode ser o… primeiro dia das nossas vidas!

E o tal desejo?

Fica para outro dia, que se faz tarde.

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