Category Archives: A autogestão do tacto.

Incorrigível.

O belo do tinto faz-me sonhar. Sonhar que a vida é bela. Que a vida pode ser tudo aquilo que nós quisermos. Que a vida pode, até, ser tudo o que os outros quiserem… que está tudo bem. É claro … Continue reading

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Surgiu-me esta ideia.

Há um assunto incontornável na vida sexual dos homens (na das mulheres também há, mas como não sou mulher…) e que está relacionado com a pluralidade. Estou cá desconfiado que não deve existir um único homem à face da terra … Continue reading

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Eternamente agradecido ao António José, que é amiguinho.

Primeiro aqui, depois sigam para aqui e, se estiverem a gostar tanto como eu, carreguem na fotografia daqui.

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Agora é dedicado às minhocas.

Aqui.

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Dedicado à minha rica senhora.

Por aqui.

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O mundo seria muito melhor se fosse assim.

O meu amigo António José, amigo de longa data, por vezes envia-me destas coisas. Claro que eu me imagino daqui por um tempinho (pouco…) a ficar assim. Mas assim como? Primeiro vejam o vídeo e depois dou um doce a … Continue reading

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Post de quem não tem nada que fazer, à tarde e com sol lá fora.

Quando me ponho a pensar na vida, dá sempre para patinar. Não artisticamente mas antes para me esticar ao comprido. Por isso, mais vale não pensar nela e deixar correr. Não em sprint mas antes tranquilamente, saltando por cima dos … Continue reading

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Temos noção de que isto acontecia noutros tempos, certo?

Sinto-me aborrecido quando vejo um filme (pequeno, é certo) de cariz pornográfico, em que as moças (jovens ou menos jovens) têm uns seios que mais parecem uns misseis iranianos terra-terra. Não é que me chateie muito que as moças façam … Continue reading

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Por onde é que anda?

Ele há flores e ele há quem faça flores. Assim dito, fica a soar um pouco estranho. Principalmente porque falta aquele que come as flores.

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Que galo.

Está-me cá a parecer que ultimamente os meus posts têm vindo a cair de produção e de qualidade (esta da qualidade é… duvidosa…). Estava eu em frente ao monitor, a pensar no que iria escrever (tal e qual há dois … Continue reading

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Agora, vou-me deitar, acho!

Entre esta e… esta, eu achei que havia muita semelhança. No brilho, na cor intensa, nas formas libertas e, acima de tudo, na frescura.

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Um post à lá Adília Lopes.

Ter filhos é muito engraçado. Ter filhos é ter de ouvir música, a estas horas, de auscultadores para que não acordem do sono dos Deuses. Ter filhos é não descambar e eu tenho tendência para descambar. Um dilêma, pois, na … Continue reading

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Às vezes acontece-me.

Chegar a sexta feira assim, despido da trabalheira que o trabalho dá, deixa-me mais tranquilo. Tranquilo mas com o receio de me repetir. É que tenho a ligeira impressão que na passada sexta feira já para aqui vim aliviar o … Continue reading

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Começou na Grécia.

Tragédia é a representação de uma acção elevada, de alguma extensão e completa, em linguagem adornada, distribuídos os adornos por todas as partes, com actores actuando e não narrando; e que, despertando piedade e temor, tem por resultado a catarse … Continue reading

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Necessidade de respirar.

Belo fim de semana prolongado. Ao fim de muitas semanas completamente desamparado, tornei a ver a luz do dia. Pode parecer um pouco estranho, mas ver a luz do dia não é para todos ou, pelo menos, não se vislumbra … Continue reading

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