Foi ontem, mas ainda estou em estado de graça. Durou o que tinha que durar. Foi bom como já o foi muitas vezes. Sou um ser humano com sorte. Com uma vida boa.
Category Archives: A autogestão do tacto.
Na borda da piscina.
Acabadinho de chegar, desta vez do Algarve. Momentos bons e bem passados apesar do tempo ter estado meio palerma. Completamente fora das notícias e do que se passa no mundo… mais ainda da realidade que me espera daqui por uma semana… Não sei o que me vai calhar no próximo ano lectivo. Também logo se verá. Para já vou tratar de organizar a minha secretária, que continua cheia de papeis, e descansar mais um pouco pois ainda tenho mais uma semana de férias e o fim de semana que se avizinha promete muita animação.
Zoim zoim zoim…
Incorrigível.
O belo do tinto faz-me sonhar. Sonhar que a vida é bela. Que a vida pode ser tudo aquilo que nós quisermos. Que a vida pode, até, ser tudo o que os outros quiserem… que está tudo bem. É claro que depois do tinto vem sempre mais qualquer coisa. E a vida toma outro rumo. Pior? Não, de certeza absoluta. Muito pelo contrário.
Surgiu-me esta ideia.
Há um assunto incontornável na vida sexual dos homens (na das mulheres também há, mas como não sou mulher…) e que está relacionado com a pluralidade. Estou cá desconfiado que não deve existir um único homem à face da terra que não tenha imaginado (pelo menos uma vezita) em estar com várias mulheres ao mesmo tempo, na mesma cama, portanto. Confesso que, e como diz a minha rica senhora, sou homem e como tal, muito previsível. Por isso, e por mais algumas coisas, não vale a pena esconder o que é evidente. Gostava de estar no meio de cinco ou seis mulheres nuas. A deambular pela casa. Só. Sem lhes fazer nada. Com a consciência de que para lhes fazer fosse o que fosse teria que pedir ajuda a um amiguinho azul, para conseguir dar conta do recado, e eu ainda não estou nessa fase, portanto, mais valia ficar quietinho porque cinco ou seis mulheres nuas dão muito que fazer. Mas gostava. Gostava de me rebolar com elas, de lhes dar beijinhos e de ser tratado com um reizinho. Coisas de velho gaiteiro, é o que é.
Eternamente agradecido ao António José, que é amiguinho.
Agora é dedicado às minhocas.
Aqui.
Dedicado à minha rica senhora.
Por aqui.
O mundo seria muito melhor se fosse assim.
O meu amigo António José, amigo de longa data, por vezes envia-me destas coisas. Claro que eu me imagino daqui por um tempinho (pouco…) a ficar assim. Mas assim como? Primeiro vejam o vídeo e depois dou um doce a quem adivinhar com quem eu vou ficar parecido.
Post de quem não tem nada que fazer, à tarde e com sol lá fora.

Quando me ponho a pensar na vida, dá sempre para patinar. Não artisticamente mas antes para me esticar ao comprido. Por isso, mais vale não pensar nela e deixar correr. Não em sprint mas antes tranquilamente, saltando por cima dos obstáculos que vão surgindo e aguentando com o peso da idade. Sim, porque se trata de idade. Quanta mais vamos tendo, menos capazes nos vamos tornando. Que se há-de fazer? É a lei natural da vida. O que é uma chatice. E não me venham cá dizer que a experiência e tal, o savoir faire e tal… tretas. Tudo tretas. É por isso que, quando chegar a minha vez… vai ser um consolinho químico. Como se estivesse a voltar às experiências químicas da juventude… só que agora num outro patamar.




