Na internet consegue-se encontrar de tudo um pouco. Há sempre uma publicação que interessa a não sei quem e a mais ninguém. É, sem dúvida um excelente meio para criar a ilusão de que somos realmente importantes. Não somos nada importantes mas, ao publicarmos qualquer coisa, queremos acreditar que sim, que somos mesmo muito importantes. Por mais idiota que seja a publicação, dá sempre a sensação de que vai ser vista por milhares de pessoas e, se possível, comentada e divulgada. Esta é a magia da internet e das redes sociais. Os quinze minutos de fama estão cada vez mais à mão de semear e por vezes conseguimos assistir a verdadeiros fenômenos de popularidade que não se percebem muito bem de onde vêm e para onde vão. Quero com isto dizer que um dia destes faço uma sessão fotográfica. Fotografias específicas, tiradas através do uso de potentes objectivas com a função de ampliação. Mais concretamente, ampliações de pzins. Será um projecto a ser desenvolvido a longo prazo pois requer material técnico e humano que, pela sua sensibilidade, tem de ser manuseado com rigor e delicadeza, por forma a não adulterar os resultados finais.
Category Archives: A sondar o pessoal.
Post dado a comentários…
Há gajas para todos os feitios. Há gajas assim e outras assado. Há gajas que são milas (ò mila, o teu pai tem pila?). Há gajas que são chatas. Outras há que não se calam. Ainda se conseguem encontrar algumas equilibradas, mas a maior parte são neuróticas, depressivas e completamente desequilibradas… Depois temos as queques, as tias e as possidônias e algumas conseguem misturar tudo. Pelo meio aparecem as freaks, as desportistas, as camionistas, as javardolas e as que mais valiam se estivessem caladas porque só dizem… asneiras. Por último, mas não em grau de prioridade, aparecem sempre umas bombas sexuais, mas que são só mesmo bombas sexuais, outras extravagantes ou excêntricas e ainda as taradas, com vontade de levarem tudo à frente. Se pegarmos nisto tudo e as distribuirmos pelas diversas faixas etárias… venha o diabo e escolha.
Quinou.
Desejar a morte a alguém, não é lá muito boa onda, mas no caso do presidente da Coreia do Norte… não choca muito afirmar que ainda bem que ele se foi porque senão ainda por lá continuaria a esta hora. É mau dizer isto, eu sei, mas também é muito mau saber que a população daquele país sofre muito, passa muita fominha e todo o tipo de privações, por isso só espero que consigam encontrar o seu caminho, como povo, e não deixem ficar por lá, a governar, um qualquer filho deste, que agora morreu, pois geralmente ainda conseguem ser piores do que os pais.
Será que continuo a ser tendencioso?
Catorze horas e dez minutos do dia de hoje. Entrevista em directo da Avenida da Liberdade, em Lisboa, com um dos organizadores da marcha dos indignados. Depois das perguntas da praxe relacionadas com os porquês e os contra o quê, a menina que estava a entrevistar pergunta se acham que vão ter uma grande aderência. Perante a visão dos trinta ou quarenta indignados que estavam mais para trás, o moço acabou por dar uma resposta esclarecedora: primeiro começou por dizer que ainda era cedo e que a tal marcha estava agendada para as catorze e trinta, depois disse que estavam realmente com um problema de transporte dos indignados pois havia uma greve e não se viam nem camionetas, autocarros ou carruagens do metro que pudessem trazer os indignados dos seus locais de residência. Acrescentou ainda que, ao contrário dos outros países mais civilizados, os sindicatos não disponibilizaram as tais camionetas…
Estarei a ser tendencioso?
Diz o avô e diz o bébé, é bom, é bom, é bom, é bom é! Acabei agorinha de ouvir na televisão um senhor dizer que os custos para o país que este dia de greve geral vai trazer são na ordem dos seiscentos e setenta milhões de euros. Terei ouvido bem? Seiscentos e setenta milhões de euros é muito guito. Perfaz a totalidade de um dos subsídios que foram cortados aos funcionários públicos. Também percebo que o senhor, que por acaso é o representante dos patrões em Portugal, posso ter puxado um bocadinho para cima o valor do prejuízo… faz parte, mas não andará muito longe da verdade e numa coisa o senhor tem razão. Este dinheiro, nesta altura faz muita falta ao país e terá de vir de algum lado… Pelo andar da carruagem ainda vamos ficar sem o raio dos subsídios durante mais uns anitos. Mas adiante. Este discurso das entidades patronais fazem sentido e custa-me registar que as vozes sindicais nunca referiram os custos reais do prejuízo, nem sequer tocam no assunto. Pelo menos assumiam o que querem!
Quando vinha da escola para casa, liguei o rádio na tsf, que àquela hora costuma ter um fórum onde os ouvintes deixam a sua opinião. Hoje, como não podia deixar de ser, era sobre a greve geral. No meio das diversas opiniões, umas contra outras a favor, ouvi uma muito engraçada. Era de um professor, tal e qual como eu. Dizia o senhor que estava a fazer greve, portanto, não tinha ido à escola porque estava de acordo com a greve. Até aqui tudo normal. O pior é que o senhor se descaiu logo a seguir porque tinha tempo de antena (eu pelo menos nunca falei para uma rádio e imagino que deve ser empolgante…) e vai daí começa a dizer que a greve lhe tinha dado muito jeito porque está a fazer um mestrado e tal, e assim ficava com mais um tempo para trabalhar no mestrado e coisa e tal. Mudei de estação, para a Nova Era, para ouvir um tecno intenso… para espairecer as ideias.
Fico à espera de sugestões.
Como já estou de fim de semana… tenho de pensar naquilo que é bom. E uma das coisas boas, para mim, é fazer uma tatuagem neste belo corpinho. Este ano ainda não fiz nenhuma. Esteve para ser no verão, mas a crise começou a bater cedo e não deu. Agora, que a crise ainda continua, tenho de ser mais contido e tenho de pensar em qualquer coisa mais à medida e em conta. O que eu gostava mesmo eram umas bolas de bilhar, de snooker, das que têm uma lista ao meio, super coloridas. Podia ter várias dessas bolas espalhadas que não me aborrecia nada. Mas lá está, isso ia ser incomportável e é melhor pensar numa frasezita, pequenita, a meter nojo. Vai daí, nada melhor do que aceitar sugestões. Quem achar que tem a capacidade de saber o que me fica bem e, acima de tudo, o que tem a ver comigo… eu fico mesmo à espera da dita sugestão e agradeço. Agora, também agradecia que fosse para ontem, antes que o nosso querido governo mude de ideias e me tire o resto do subsídio de Natal que ainda penso receber para pagar a tal escrita no corpinho.
Uma das notícias do dia.
Esta notícia está a passar em todos os telejornais e outros que tais. Não deve, portanto, ser uma grande novidade, só mesmo para os mais distraídos. A lei dos genéricos vai mudar. Ao que tudo indica, pois a lei vai ser votada brevemente, os medicamentos vão ser prescritos segundo o princípio activo. Para pessoas como eu, que estamos fora dos interesses da indústria farmacêutica, significa que iremos ter medicamentos mais baratos. Medicamentos mais baratos para os utentes implica que o Ministério da Saúde também vai pagar menos ao fim do ano. Também para pessoas como eu, parece lógico que os medicamentos cumpram a sua função e que, após o período legal da patente, os tais princípios activos possam ser produzidos, com o devido controle, por empresas que não tenham preocupações de marketing farmacêutico. Não será bem como as bolachas brancas pois nesse tipo de produtos entram outros factores, não cruciais mas não menos importantes, tais como o gosto do produto, o que, no caso de um medicamento… tanto faz. No meio disto tudo, continuo sem perceber o empenhado interesse dos médicos em oferecerem um folheto aos utentes a pedirem-lhes para não deixarem mudar a prescrição. Ou seja, o médico não prescreve só em função do princípio activo que é indicado para combater uma doença, mas também porque acha que determinada marca é a mais segura e a mais aconselhada… Baseado em quê? Dá-me a sensação que ninguém sabe, muito menos a classe médica que, na sua grande maioria, pouco percebe de medicamentos.
Stop HIV.
Há uma perguntinha para a qual eu gostava de ter resposta. Se alguém me puder informar, eu agradeço. Como todos sabemos, a par da visita do Papa a Espanha, realiza-se um mega-encontro de jovens católicos. Milhares de jovens de todo o mundo reúnem-se porque confessam todos a mesma fé. Contra isso, nada. A minha questão tem mais a ver com o que esses jovens fazem enquanto não estão a rezar. Como todos os jovens, devem sentir necessidade de conviver. E, como todos também sabemos, o convívio, na verdadeira comunhão da palavra, pode levar os jovens a perderem a cabeça. A envolverem-se. Portanto, uns com os outros. O que eu gostaria de saber é se anda alguma organização, de cariz não governamental, a fazer campanha para que esses jovens não cometam loucuras sem a devida protecção. Portanto, a distribuir preservativos e papelinhos a explicar a coisa. É que estes jovens, apesar de serem diferentes em algumas coisas, têm as mesmas necessidades, como os outros.
Barcelona contra os de Madrid.
Não há nada como acordar cedinho e ler as notícias… de futebol. As restantes são deprimentes, se bem que aquela que acabei de ler também é. É o seguinte. O Barcelona, que é o meu clube de futebol preferido, atrás do fêcêpê (não podia ser de outra forma…), ganhou mais uma vez ao Madrid, o dos portugueses, de forma concludente. Como não vi o jogo, tenho de acreditar no que vou lendo na imprensa portuguesa (fraquinha…) e na espanhola (menos fraquinha um bocadinho…). Deu para perceber que os de Madrid, o dos portugueses, continuam a cometer os mesmos erros na forma como abordam os jogos com o Barcelona. Não vai ser com atitudes violentas e com queixinhas que vão conseguir ganhar ao Barcelona. E depois há aquele vídeo em que Mourinho se atira à orelha do treinador adjunto do Barcelona (fez-me lembrar o bronco do Scolari…) e muito sinceramente não percebi o que é que o homem viu naquela orelha… se era para arrancar, arrancava. Dar um puxão de orelha? A um tipo da mesma idade? Não entendo. Mas são este tipo de atitudes que não dignificam nada, mesmo nada, a imagem do dito melhor treinador do mundo. Queriam que os jogadores dele fossem como quem?
Eu gosto é disto.
Aqui há uns tempos tive um comentário de uma pessoa que eu não conheço e que dizia que este raio de blogue era uma confusão. Passo a citar:
“Aconselho vivamente o autor deste blogue a socorrer-se de um corretor de sintaxe,
que trapalhada…”
Para além de não querer perder tempo a explicar seja lá o que for, sempre posso afirmar que gosto do meu tipo de Machadês (para quem não conhece, é um treinador de futebol que fala um bocadinho diferente dos restantes) e que me estou a borrifar para a sintaxe, para a construção frásica e o diabo a quatro. Já me chega a minha rica senhora ser formada em Português, Latim e Grego… e gostar de poesia, e de autores portugueses, e de literatura, e de ser contra o Acordo Ortográfico. Não ando por aqui para me preocupar. Mas à laia de comentário, parece-me que este tipo de comentários são um bocadinho parecidos com aquelas mensagens em branco que os meus alunos enviam uns para os outros… para puxar conversa…









