Category Archives: Autênticos momentos de felicidade.
Há coisas que nunca mudam.
Post de boa noite.
Noite memorável.
Finalmente estou a começar a acordar. Que me desculpem todos aqueles que se levantaram cedo para irem trabalhar mas eu estive a dormir até às duas da tarde. Já não me lembrava de ficar até tão tarde na cama. Claro que tudo isto só foi possível graças aos amigos muito especiais que ficaram com as minhocas em casa deles para que nós pudéssemos sair. E foi o que nós fizemos. Fomos jantar a casa de outros amigos, também muito especiais, e foi um jantar magnífico. Já não me ria tanto há muito tempo e foi uma noite super agradável. Claro que não vim a conduzir… e a minha rica senhora levou-me para onde quis…
Daqui a pouco vou ter de me preparar para ir ter com as minhocas e ficar para mais uma noite em boa companhia e excelente conversa. Vai ser um fim de semana em grande.
Sábado à tarde, sem chuva.
Este Natal vai ser diferente. Forçosamente. Ao que tudo indica, eu vou fazer de Pai Natal. Tenho andado a trabalhar a minha imagem para conseguir desempenhar na perfeição o papel. A barba já está a começar a crescer como deve ser, depois de uns valentes dias em que não atava nem desatava. Agora, para além de crescer desenfreadamente, decidiu ficar quase toda branca e eu não percebo porquê… ainda sou um Pai Natal relativamente jovem…
Fim de semana valente.
Tirando as dez horas que passei em frente ao churrasco, o fim de semana correu muitíssimo bem. Bem, a parte de churrasco não foi seguida… foram três refeições para doze adultos e três crianças de cada vez. Foi virar muito frango, febras, barriguinhas e costelinhas mas também nos consolamos a comer. Foi um fim de semana passado em Cabeceiras de Basto numa habitação de turismo rural, gentilmente cedida pelo seu proprietário, num local muito bonito e com umas condições muito boas. Os nossos acompanhantes, alunos da minha escola, foram uma excelente companhia. Só tinham um grande problema: bebiam coca-cola, ice-tea e afins a um ritmo alucinante. Nunca julguei que fosse possível beber tanta porcaria em tão pouco tempo. Acabaram com as garrafas todas e ainda tiveram de ir comprar mais ao mini mercado da localidade. Uma coisa nunca vista. Tirando esse pequeno pormenor, lá fizeram o levantamento das características da habitação, para posterior tratamento, depois deixaram os cadernos de lado e fizeram o favor de se divertirem o mais possível. Até um mergulho na piscina eles tiveram coragem de dar… praticamente em Novembro e na região que é…
Fotografias sobre o assunto, ainda não há!
E esta, heim? Com H!
Levo uma vida perfeitamente aceitável. Não estou a falar de cenas materiais. Essa é uma cena que não me assiste. Acho que vim a este mundo para ter aquilo que posso pagar com o esforço do meu trabalho. Não vou enriquecer à custa de terceiros ou do euromilhões. A parte do euromilhões eu ia adorar, confesso. Ia poder comprar uma data de caixas que não servem para nada, mas que eu gosto. Uma data de comboios em miniatura. Ia conseguir comprar resmas de livros e ia poder cheirá-los a todos. E as ferramentas? Ia comprar as melhores ferramentas para lhes passar as mãos e sentir o frio do aço. E os bonecos? Bem os bonecos iam criar um grande problema cá em casa. As minhocas também adoram bonecos. Não são bem os mesmo bonecos, mas eu acho que elas se iam deixar contagiar pelo meu gosto. E depois, depois, eu gostava de ter as paredes de minha casa forradas a bonecos, com comboios a passarem entre eles, com vários níveis, todos eles a saírem das paredes. Bem. Stop. O euromilhões não vai sair e eu tenho mesmo é de viver com a vida que tenho, que é muito boa. Não me posso queixar. Bem, queixar, queixar, até posso, mas não passam de minudências…
Antigamente é que era…
Ontem foi dia de almoço de antigos atletas. Estive a ver fotografias tiradas há trinta e oito anos! Caramba, trinta e oito anos! Como o tempo passa depressa e como a nossa passagem é tão efémera. Pensando brevemente no assunto, muito brevemente, voltamos ao mesmo de sempre, às mesmas interrogações, às certezas e às não certezas e, acima de tudo, à forma como vamos levar esta nossa vida. Bem, mas este assunto iria levar-me para outras zonas menos consensuais e mais dadas à especulação. Não foi por nada disso que me lembrei de vir aqui escrever, foi mesmo para relembrar aquela malta toda de há trinta e oito anos. Cada um com a sua vida, com as suas taras e manias, como já dizia o nosso Marco Paulo, mas todos com o espírito de há trinta e oito anos. Foi um belo almoço.
Para terminar o dia em beleza, belezura, tive um belo de um jantar, bem comido, bem bebido e bem falado mas que me deixou de gatas… que isto da acumulação… de vapores… deixa as suas marcas… se ainda fosse há trinta e oito anos atrás…
Eu devia estar a trabalhar, mas não estou. É sábado à noite e eu sou um cowboy!
Devo dizer que é useiro. Useiro e vezeiro. Pelo menos da minha parte é. Não gosto de falar para quem não me compreende, mas acabo sempre por o fazer, em todas e muitas circunstâncias. Daí o useiro e o vezeiro. Perguntam-me aqueles para os quais eu não gosto de falar, o que é isto de useiro e vezeiro? Digamos que seria uma boa pergunta mas, se nos debruçarmos sobre os peitos da pergunta, reparamos que também o raio da pergunta é useira, menos vezeira, mas useira. E fico-me por aqui. Porquê? Porque assim ninguém vai perceber nada daquilo que eu estou para aqui a dizer. O que é bom.
Douro.
Pegando numa fotografia roubada à minha rica senhora, quero render a minha homenagem à Casa da Koltura, às manas anfitriãs e a todos os intervenientes nas belas actividades que por lá se desenrolaram. Com uma vista fantástica sobre o rio Douro, fomos degustando belos manjares, sempre regados com preciosos néctares, criteriosamente seleccionados, e desfrutando as vistas maravilhosas. Confesso que não tenho palavras para descrever este fim de semana magnífico.









