Arquivo da Categoria: Autênticos momentos de felicidade.

Estou que nem posso!

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Caramba, que estes dias têm sido cansativos. Tenho andado num stress parvo (sim, parvo) por causa de ter que corrigir uma data de exames nacionais de História da Cultura e das Artes. Para além disso, e no que diz respeito ao trabalho, tenho uma data de coisas para fazer e, assim, conseguir terminar o ano lectivo de uma vez. Para isto tudo correr minimamente bem, deveria ter sossego. Mas não tenho. Duas adolescentes enfiadas em casa… é obra!

Nem tempo tenho para festejar a vitória de Portugal. Sim, é uma vitória. O facto de termos conseguido ficar em terceiro lugar no grupo de apuramento do Campeonato Europeu de Ciclismo, ups, Futebol é uma sensação indescritível e que todos os portugueses deverão sentir como sendo única. Não tenho palavras para descrever a emoção que me vai na alma…

Segunda feira, vinte e oito de março de dois mil e dezasseis, e chove, chove muito.

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Hoje fui  levantar os resultados das análises que fiz na semana passada.

E porquê fazer análises? Nesta altura? A propósito de quê?

Porque vou fazer cinco cinco e a última vez que olhei para mim foi quando fiz cinco zero.

Já lá vão uns anitos, portanto.

Para já, vou continuar com esta ideia de ser de cinco em cinco… mas já estou a chegar a uma altura da minha vida em que não sei não…

Mas isso logo se verá!

O que me interessa hoje são os resultados dos cinco cinco.

E os resultados não podiam ser mais animadores.

Quero dizer: animadores à luz de um ignorante no que a análises diz respeito…

Vou ter que levar os resultados a um médico, como é evidente mas, passando os olhinhos pelos ditos cujos consegui perceber que não tenho um único fora da normalidade. E nem sequer andam perto do cimo e do baixo. Estão mesmo no meio.

Confesso que fiquei contente.

Não é que seja uma espécie de hipocondríaco disfarçado… porque não sou nem assumido nem disfarçado… mas não cuidava da saúde há muito tempo e sou completamente exagerado em certas coisas, digamos que gosto de comer e beber bem. Aprecio boa comida e o belo tinto, pronto, que se há-de fazer? Sou capaz de comer até não poder mais e de me fazer acompanhar plenamente de uma garrafa de tinto do Douro, a minha região preferida. O vinho tinto é uma descoberta recente. Quando praticava desporto, bebia leite às refeições… Sim, eu sei, é horrível mas era assim… Depois deixei-me de desportos e passei a beber outras coisas, muitas coisas, boas e espirituosas mas nunca me passou pela cabeça beber vinho tinto de uma forma regular…

Só por volta dos quarenta anos… vocação tardia… me despertou a vontade de começar a beber vinho tinto, talvez devido às mudanças que ocorreram na minha vida… passei a acrescentar o belo tinto às minhas amigas espirituosas… por assim dizer…

E assim se passaram quinze anos!

Sempre sem o mínimo cuidado. Acho que consegui atravessar aquela fase entre os quarenta e cinco e os cinquenta, em que muita boa gente fica esticada devido aos excessos e ao ritmo frenético, com muita vontade de viver. Claro que estas coisas devem deixar marcas, digo eu! Como ainda não as senti, comecei a achar que devia, pelo menos, saber o que quer que se passasse comigo. Confesso que pensei que poderia ter qualquer coisa avariada e que a minha vida iria ter de mudar. Se tinha de mudar, então que fosse aos cinco cinco. Sou rapaz de simbologias…

E chegamos aqui. Aos resultados vistos por um ignorante no que a análises diz respeito…

Mas, como o que conta são as primeiras impressões, é minha convicção de que a vida se faz caminhando… e por isso, hoje à noite, vou abrir uma garrafita de espumante e fazer tchim tchim que amanhã posso já não estar cá…

Depois disto, volto na segunda feira. Fui.

Hercules-Dejanire - Eracle copula tra le gambe di Deianira, incisione francese del XVIII secolo tratta da I Modi di Pietro Aretino e Marcantonio Raimondi.

Uso uns óculos que não lembram ao diabo. E o meu diabo é um diabo dos diabos… daqueles infernais… Assim, bem vistas as coisas, a coisa parece virada para a piada idiota… de sábado à noite e para quem não tem nada que fazer. Mas eu tenho.

Quero dizer. Agora, agora, não tenho, mas amanhã vou ter.

Vou começar bem cedo o meu domingo. Às seis da manhã já irei estar a caminho de um banho matinal. De seguida penso vestir uma roupinha catita, arranjo o cabelinho, encharco-me do cheiroso perfume e desço. Se tudo correr pelo normal, faço uma torrada e tomo um café. Isto tudo sem música porque de madrugada não é muito conveniente botar sheik.

Depois dos dentes lavadinhos, toca a pegar na carripana em direcção à secção de voto que me calhou. Sim, amanhã vou estar todo o dia enfiado numa secção de a trabalhar. Vou ter uma hora para dar um salto a casa e almoçar, para depois regressar.

Provavelmente, ou quase de certeza, amanhã por esta hora já devemos ter uma ideia do que se vai seguir…

E por falar em óculos, amanhã não me posso esquecer deles… senão… não vou conseguir ler um único cartão de eleitor…

Pois hoje, foi especial.

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Texto de terça feira.

Dia interessante.

Não é por ser terça feira. É por ser esta terça feira!

Para mim foi uma terça feira com um significado muito especial.

Acredito que não o tenha sido para alguns. Respeito.

Mas continuo feliz!

Até consigo ouvir um sheik mais ou menos soft…

Coisas da felicidade!

E nós, portugueses, já tivemos princesas tão bonitas!

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Exausto. Exausto da vida.

Sem vontade de fazer o que tenho de fazer, todos os dias.

Nem sei muito bem como consegui ligar o portátil e entrar na página de adminastrador do blogue e começar a escrever. Muito provavelmente irá sair daqui uma bela… peça…

Tenho vivido mecanicamente. Esforço-me por não pensar nas dificuldades mas sinto-as diariamente. Estou farto!

Estou farto de ter de contar os tostões.

Estou tão desorientado que nem sequer consigo ter consciência política e já não acredito que seja possível mudar este país. As pessoas que nos governam são fracas. Não lhes consigo reconhecer capacidade moral para estarem à frente de um país como Portugal. Temos dois líderes partidários, a governar o país, que são duas nulidades. O primeiro é perigoso porque quer ter à força uma postura de estadista (fruto de muitos filmes que fez na sua cabeça de jota) mas nunca o vai ser porque lhe falta tudo. Apenas tem uma qualidade: é exímio nos debates e na treta política… porque… tem a escolinha toda. Para além da incompetência demonstrada por diversas vezes, não se lhe reconhece qualquer tipo de linguagem cuidada e fica-se sempre com a certeza de que apenas domina o discurso político e não sai dali. Sempre que o ouço falar na televisão, mudo de canal. Não o suporto! Com tanta gente de qualidade tinha de vir um jota interesseiro para nos governar??? Falta de sorte, foi o que foi…

Depois temos o vice. A princesa. Em todas as organizações há uma princesa. Eu gosto de princesas! Acho fundamental que existam princesas nas organizações. As organizações tornam-se mais coloridas. Claro que há organizações de todo o género. Umas mais elásticas e divertidas do que outras. Umas mais sérias e outras fingidas. Há de tudo mas em todas elas há uma princesa. Mas eu, como português, olho para a nossa princesa e interrogo-me… porque será que não temos uma princesa como aquelas que existem no estrangeiro? Glamourosa! E a pisar o risco constantemente! Porquê? Porque é que nos tinha de calhar uma princesa rancorosa? Dá-me sempre a impressão que a princesa quebrou uma unha e que está a meter as culpas numa desgraçadinha qualquer… Não percebo como é possível que a nossa princesa, tão bem rodeada de aias virtuosas, não entenda que a vida são dois dias e que o brilho das unhas se esvai e qualquer dia já ninguém se vai lembrar dela… Devia espalhar amor por todos os poros! Mas não! Paciência! Vai acabar os seus dias com o vestidinho de princesa todo rotinho, cheio de nódoas de café, com dois gatinhos que ficaram a tomar conta dela por piedade e com o Jaguar, que conseguiu extorquir a uma universidade qualquer, parado porque já não pode circular por Lisboa…

Que raio de texto! Começa no cansaço que sinto e acaba na princesa… O que é que as duas coisas têm de comum? Aparentemente, nada. Conscientemente, tudo! Passo a explicar: o primeiro, o dos lábios fininhos e falsos, não me diz nada e deve ficar reduzido à sua insignificância. Mas a princesa… é um verdadeiro mundo para o comum dos mortais. Uma verdadeira panóplia de “imagens” que merecem ser interpretadas… Será que a nossa princesa não quererá ser pai? Se calhar já terá pensado no assunto. Se calhar até já equacionou deixar crescer o bigode e arranjar uma companheira. Mas isso dá trabalho. Uma princesa tem de ter o bigode sempre aparado! E depois há tudo o resto! A parte da companheira… uhmmm deixa cá ver como isto se faz… como é que isto se cheira?… uhmmm não me parece! E está bem! A princesa tem todo o direito de gostar de um coração felpudo… e quem sou eu para dar ordens à princesa? Não sou ninguém, certo? O respeito e a admiração por todas as princesas deste mundo deve ser uma forma de estar na vida. Muitas princesas são vítima de gozo e são maltratadas, por gente burra, por gente que veio a este mundo para perceber que ainda lhes falta muito para conseguirem saber o que vieram cá fazer. As verdadeiras princesas sabem do que estou a falar.

E porque estou cansado, cansado desta vida miserável que levo, vou abreviar.

Como é possível que a nossa princesa, depois de passar por tudo o que já passou na sua vida, não consiga assumir uma posição favorável na votação sobre a adopção por casais gay? Como? Como?

Só pode ser uma princesa de merda!

 

 

Conseguem imaginar ovos frescos todos os dias? Não? Bem me parecia!

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Primeiro dia de férias. Já fui à escola nova das minhocas para saber se as turmas já estão feitas e se são oficiais… Nada! Vou ter de esperar mais uns dias. À tarde vou ao dentista com as minhocas (arre que não consigo ter vida própria…) e desconfio que lá terei de deixar mais uma pipa… de massa, por assim dizer. A ver vamos.

Entretanto, continuo a acordar às sete da manhã, o que é mau, mas é o hábito. Aquele hábito que tenho de perder urgentemente nos próximos dias. Também entretanto, vou pensando na vida. Mais na vidinha porque a na vida, mesmo vida, não me interessa  muito pensar. É mau percebermos o que acontece na vida e, como estou no primeiro dia de férias… mais vale mudar de assunto. Por isso, penso na vidinha.

E a minha vidinha, neste momento, passava por fazer criação de galinhas poedeiras. Estou perfeitamente em condições mentais para fazer criação de galinhas poedeiras. Acho mesmo que iria ter muito sucesso a criar galinhas, das poedeiras, claro está! Porque é que me lembrei disto, agora? Confesso que não é de agora. É um velho sonho meu. Sempre achei piada ao ritual de ir buscar ovos à capoeira. A minha avó sempre criou galinhas poedeiras e eu fui muitas vezes à capoeira… deve ser daí que me veio esta vontade. Mas só essa explicação não chega porque a minha avó também fazia criação de coelhos e perús e nem por isso me deu a vontade de os ter. Deve ter sido alguma coisa mais especial, que me ficou gravada e que, um dia, eu vou conseguir perceber. Oxalá não seja através da psicanálise porque essa cena fica muito cara e não há criação de galinhas poedeiras que me valham para conseguir pagar as consultas.

Mas tenho vários problemas.

O maior dos problemas é viver numa casa com um ser humano de sexo feminino, adulto, na plena posse das suas faculdades mas que não acha piada a capoeiras e muito menos a bichos com penas. Depois, temos cá em casa dois seres humanos de reduzidas dimensões que se dividem nas opções… e se tenho a noção de que um desses seres humanos seria capaz de aceitar a convivência… o outro, ser humano, sai ao outro, o tal que está na plena plena posse das suas faculdades… Portanto, está difícil!

Como se não bastasse, ainda pairam na casa duas cadelas westie que, desconfio, iriam chamar um figo a uma galinhita… por mais poedeira que ela fosse.

Está mesmo difícil realizar este meu sonho.

O que é uma pena.

É que nem sequer se trata de uma cena macabra de matar as galinhas para as comer. Nada disso! Seria mesmo para ir à capoeira pegar nuns ovos e fazer, na hora, uma maravilhosa omelete… com muita salsa e cebola…

Há coisa melhor do que uma omelete de quatro ovos com muita salsa e cebola? Ok! Com muita salsa e queijo também é bom! Depois há as outras omeletes… de gambas… de presunto e de tudo aquilo que um homem quiser e uma galinha poedeira conceder!

Confesso que a imagem deveria ser outra! Deveria ser eu, a aparecer! Eu acho!

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Ainda não estou de férias. Está quase! Tenho mais serviço de exames e uma papeladas a entregar e depois… vou apanhar nevoeiro para a praia. Hoje choveu, pelas sete horinhas da manhã estava a chover… depois passou. Tal e qual a minha estupidez… vem e vai sem eu me aperceber…

É a vidinha que temos e… merecemos.

Não tenho vindo muito para estas bandas. Confesso que não tenho vindo porque não tenho assunto para me queixar… Ultimamente tem sido muito queixume. Ah… coisa e tal, a vida está difícil… ninguém gosta de mim… Está a ficar repetitivo e deixei-me disso! Por outro lado, nada disso é verdade! A vida corre mesmo bem… sou muito querido por todos. É um desafogo financeiro a que não estou habituado e os projectos para um futuro melhor não param de chover… A vida corre bem. Não tenho palavras.

Por assim dizer…

Estou sentado no escritório, à secretária, numa verdadeira cadeira de pau (à antiga portuguesa, por assim dizer) mas muito confortável para estas pobres costas de um quase sexagenário (pronto, lá vem o queixume…) e sinto-me nas nuvens. Sim, nas nuvens! Passo a explicar: Apesar de estar a preparar um caril, cheio de picante, côco e mais umas cenas, estou aqui a escrever. Claro que, para fazer tudo ao mesmo tempo, preciso de me sentir estimulado… e não é nada de estímulo sexual (lembrem-se que sou quase um sexagenário…) bem pelo contrário, gosto de me sentir um rapaz simples, com gostos simples e nada complicado (ia dizer complicativo… mas achei que a palavra não existia…), que gosta dos prazeres simples da vida. E é verdade! Eu gosto dos prazeres simples, que a vida faz o favor de nos fazer chegar até à nossa presença.

Gosto!

Gosto de estar no meu escritório a escrever quando os três elementos do sexo feminino, que habitam nesta mesma casa, saíram para ir fazer um não sei quê de importante, a pé e me deixaram tranquilo o suficiente para conversar com três dos meus amigos escoceses que, lavados em lágrimas, me suplicaram que lhes oferecesse umas batatas fritas do Ikea, duras como cornos e capazes de vergar o mais corajoso dos vikings…

É por estas e por outras que eu não me posso queixar da vida.

Está a ser um fim de tarde inexplicável…

Agora não me apetece meter aqui um título…

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Ainda há pouco, muito pouco tempo, eu queria escrever e não sabia lá muito bem o assunto… bem, isso foi há pouco. Agora, não interessa nada. Apareceu-me um assunto. Bem, os assuntos não aparecem assim, à nossa frente e… já está! Não é bem assim. No meu caso, é mesmo uma questão de… lembrança. Tenho muitas lembranças. Lembranças disto e daquilo. É normal, penso eu. Toda a gente tem lembranças. O que já não é normal é eu esquecer-me das lembranças… Por exemplo: eu tenho uma lembrança. Lembro-me que tenho de escrever qualquer coisa sobre o acordar dos passarinhos. A partir daqui consigo fazer um esquema na minha cabeça com tudo o que está relacionado com o acordar dos passarinhos. Até aqui, parece-me que a vida continua normal, certo? O problema é que, a partir deste momento, estou sujeito a que apareça um passarito qualquer, quiçá um melro, que me retira toda a atenção e que me leva o raciocínio por esses… ventos nunca antes navegados…

Eu vi o meu jogo.

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Muito se tem falado de bola. Tenho de confessar que vi o jogo. Estive quase para não ver. À hora do início do jogo estava a dormir e, se não fosse a minha rica senhora a acordar-me, desconfio que só despertava para a vida já o jogo teria terminado. Mas acordei mesmo a tempo de ver o primeiro golo dos primos do nosso primeiro. Dizem por aí que, até essa altura, a equipa portuguesa estava a jogar bom futebol. Dizem! Eu não me acredito que tenha sido a partir daí que passaram a jogar daquela maneira deprimente… E lá fui vendo aquele joguinho português, sem consistência e completamente impotente perante aquela equipa… potente…

Aquele mito de que o futebol alemão é meia bola em força e sem técnica… acabou e os alemães, se não tiverem cabeça fria (o que por aquelas bandas é difícil de vir a suceder) ainda acabam por ficar uns autênticos “brinca na areia”, tal é a qualidade técnica/pezinhos que têm vindo a evidenciar.

Mas pronto, lá estava eu, sentadinho no sofá, ainda a bocejar quando surgiu uma alteração radical no meu aborrecimento. E não! Não foi a idiotice daquele jogador de futebol português, com o cabelo encaracolado cheio de gel brilhante, que só podia estar, mais uma vez, possuído pelas forças maléficas do universo… e que lhe valeu a oportunidade de poder tomar banho sozinho e, assim, poder estrear aqueles balneários novinhos em folha, que devem ter sido caríssimos… Isso sim, foi um momento único, mágico, que mais nenhum outro jogador português vai conseguir alcançar… qual Ronaldo, qual quê…

Mas não foi esse o meu momento! Aliás, os meus momentos são de outro campeonato. São do campeonato das coisas boas e simples da vida. Voltando, portanto, ao sofá… estava eu entediado com tanta criatividade do jogo português… quando, de repente, sinto uma luminosidade intensa a irradiar das minhas costas (sim, o sofá não está encostado a uma parede), com uma intensidade tal que não me deixou outra alternativa senão ter de me voltar para perceber o que se estava a passar. Queria saber o que era. Quem era…

Era a minha rica senhora! A minha rica senhora aproximava-se, lentamente, carregando um tabuleiro (poderiam ser rosas…) donde exalava um perfume maravilhoso. Tinha preparado uns cogumelos, salteados e muito bem parecidos… acompanhados de umas azeitonas, um pão gostoso e, surpresa das surpresas, o belo do vinho branco, maduro e geladinho.

E foi assim. Ali ficamos os dois, à conversa, saboreando o que de bom a vida nos pode trazer e, de vez em quando, lá íamos espreitando o joguito… Para nós foi um fim de tarde perfeito, para outros… nem por isso… mas essas são outras histórias de embalar.