Mas que raio de bicho mordeu a estas pessoas? Pessoas que decidiram visitar este singelo estaminé. Desenfreadamente. Só pode ser algum vírus que as encaminha para cá. Isto não é normal. Eu até já me ia deitar, que tenho andado meio cansadito, mas decidi esperar mais um pouco para ver até onde é que a brincadeira vai. De vez em quando sucedem uns fenômenos desta natureza. É muita popularidade junta, que me deixa nervoso, intranquilo e incapaz de responder à ousadia. Deixem-me sossegado. Deixem-me viver a vida com tranquilidade. Acho que vou dar uma volta até ao estaminé da Lola.
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Uncle Berry Tom.
Pelos vistos, hoje está uma noite lobisomem. Todo o mundo está comentando o eclipse da lua. A mim, parece-me mal. Não gosto de eclipses, embora goste de lobisomem. Gosto mais de lua cheia. É muito mais romântico. Sempre dá para ouvir aquela música do Roberto Carlos, que se chama Baleia, que toda a gente conhece, menos eu. É um lapso da minha parte, pelo menos é essa a sensação com que fico quando todos cantam a Baleia e eu nem sequer conheço a melodia, quanto mais a letra. Mas sou romântico, à mesma. Só que gosto é de ver as primas do lobisomem.
Meninas tatuadas.
Como gostei de ver isto aqui.
Pois.
Porque será?

Não me consigo lembrar de nada. Parece que me deu uma branca, daquelas brancas que nos deixam sem palavras. É assim que eu estou.
Já era suposto terem visto anteriormente.

Já parece o outro post da moçoila formosa e bem cheirosa. Duas vezes a mesma técnica? Bem, isto deve querer dizer alguma coisa. E diz. Quer dizer que eu estou a ver as coisas de pernas para o ar, noutra perspectiva, portanto. Quando assim é, a coisa costuma descambar. Não é que seja muito indecente, mas é o suficiente para pensar que posso estar a melindrar os mais sensíveis. Mas, muito sinceramente, quando vejo as coisas de uma outra perspectiva, gosto de a partilhar. Partilhar é um avanço e é por isso que aqui estou a partilhar esta imagem que, também ela, tem uma determinada coisa, pequenina, que eu não sei se mais alguém reparou, mas eu reparei.
Por acaso, alguém já consegiu ver, a coisa?

Não deve ser exclusivo meu. Com toda a certeza que já deve ter sucedido a muito boa gentinha. Por vezes parece-me que estou a ver tudo de pernas para o ar. Parece-me mesmo que algo de errado está a acontecer comigo, que só eu é que estou a ver de determinada maneira. E isso custa-me. Custa-me saber que posso estar a não perceber o que é pretendido. Por outro lado, e pensando bem na questão, posso sempre ver o lado positivo da coisa. Isto é: o facto de estar com uma determinada visão da coisa, permite-me ver outras coisas, dessa coisa, que normalmente me passariam despercebidas. No caso, a coisa que se pretende ver, é pequenina. Poderia até dizer que é uma coisinha, mas não digo, porque as coisas, sejam elas pequeninas ou grandes, merecem todas o nosso respeito e simpatia.



