Mas está difícil para todos . Até os milionários estão com a vida mais difícil. Bem, não será bem assim. O que eu queria mesmo dizer é que os milionários já não são como antigamente. Já não se fazem milionários como deve ser. Acabei de ler esta notícia e fiquei com a certeza de que nada é como dantes. O mundo está virado do avesso. Então se a senhora já era milionária, para que é que se foi meter em encrencas para conseguir mais uns trocos? Trocos… trocos… não seriam pois aquele guito que vem referido na notícia tornava-me um autêntico… milionário… mas daqueles sem manias e de bom trato, que eu cá não me dou com pessoas esquisitas.
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Facebook. Não havia necessidade.
Parece-me a mim que a liberdade de opinião não é lá muito bem tolerada. Tudo certo que todos nós devemos saber o que dizemos e como nos comportamos, principalmente quando estamos na casa dos outros, mas o facto de haver pessoas discordantes da opinião reinante não pode ser motivo de penalização. Digo eu. As ditas redes sociais são o melhor exemplo disso. Eu faço uso de uma rede social. O facebook. Sei bem para o que me serve. Ou seja. Permitiu-me encontrar muita gente que já não via há séculos. Permite-me também manter um leve contacto com as pessoas que me dizem alguma coisa (embora tenha “amigos” que nem sequer conheço) e com as quais não consigo estar fisicamente presente. Também acho útil ficar a par de algumas novidades “institucionais”. É para isto e pouco mais que eu uso o facebook. Mas percebo que outras pessoas o usem para o engate, para divulgação do seu ego querido, para propagandearem o tamanho do seu rico pénis e por aí fora. Nem sequer tenho o chat activado. Não sou nenhuma púdica angelical e quero lá bem saber do que as pessoas andam à procura no facebook. Não quero, pronto. Mas aborrece-me saber que as pessoas podem ser banidas, e com as respectivas contas canceladas, só porque lá puseram uma treta qualquer. Ainda percebo se o conteúdo for pornográfico… e explícito. Mas já não entendo quando os conteúdos são pessoais e perfeitamente dentro dos padrões exigidos. Isto tudo porque uma “amiga” do facebook, que não conheço pessoalmente, foi banida e já não vou poder continuar a ser “amigo” dela. Não que não possa continuar a seguir o blogue dela, porque é dela e ninguém o pode apagar, mas o facebook era a única possibilidade de comentar os seus posts, já que não tem os comentários activados. Não é nada do outro mundo, e muito provavelmente não será caso único, mas é chato.
A manga, a cartola e o coelho.

Sem dúvida alguma, posso afirmar que os dias de hoje, os nossos portanto, são dias perturbadores. Perturbadores poderá ser um exagero para quem os vive. Acontece que eu não os vivo assim, portanto… Nesta altura poder-se-á pensar que estou para aqui a inventar e não vou dizer nada de jeito. É legítimo que se pense tal coisa. Não seria a primeira vez e não será, concerteza, a última. Até aqui, tudo muito bem, cheio de lugares comuns e sem nada de essencial que faça compreender o que se quer dizer. Tal e qual como eu gosto. Mas, e há sempre um mas (outro lugar comum), eu não vim aqui sem nada na manga. Claro que as minhas mangas não são exageradas e quem julgar que vai sair um coelho, não da cartola mas sim da manga, está muito enganado. Por tudo isto, e por mais alguma coisa que não vem agora ao caso (isto para não escrever que agora não interessa nada…), queria eu dizer que as pessoas vivem uma necessidade enorme de se afirmarem perante os outros. Exageradamente, digo eu, pensam demasiadamente nelas próprias. Claro que há sempre aquela resposta: se eu não pensar em mim, quem o vai fazer? Fico cansado com respostas destas.
Pois eu gosto de saber, e pronto.

Eu sei que pode parecer meio estranho, mas eu gosto de ler jornais. Metade das coisas passo à frente, não gosto de ler sobre politiquices e tretas do género, mas tenho especial interesse e apetência por pequenas notícias, daquelas que passam completamente ao lado do comum dos mortais. Dentro do género, há muita coisa, mas o meu interesse e apetência centra-se em assuntos de natureza prática, muito prática. Assim foi quando comprei um i na passada quinta feira. Descobri lá uma noticiazinha pequenina (provavelmente eu e mais não sei quantos milhares de pessoas…) que dava conta de um serviço gratuíto de uma empresa que trabalha com o ADN. Estão a oferecer uma recolha de elementos e posterior tratamento dos nossos dados genéticos. Parece assustador. Eu não acho e já me inscrevi. Estão ainda na fase de recolha de 10000 inscrições e só depois é que irão começar a enviar os questionários médicos. Eu percebo que possa ser assustador. As pessoas não querem saber daquilo que vão padecer. Eu só não quero saber se vou ter Alzeimer, para o resto já estou preparado e, se tivermos uma visão mais fria, conseguiremos perceber que poderá funcionar como uma forma de prevenção de muita coisa.
Estive para não deixar aqui o link, mas pensei melhor e só vai clicar quem quiser aqui.
O dia está a começar.
Já que não o consigo colocar por aqui, façam o favor de o ir ver aqui.
Raínha Rania.
Independentemente de achar, ou não, que é uma mulher bonita, pois os gostos são sempre tão particulares que não adianta muito estar para aqui a discutir o assunto, uma coisa não posso negar: é uma mulher com uma postura muito fora do normal para os parâmetros das sociedades do Norte de África, maioritariamente muçulmanas. São maneiras de estar, pensar e agir, muito diferentes das sociedades ocidentais e que, neste contexto, me levam a pensar que as críticas e as exigências de estatutos semelhantes para as mulheres, podem vir a ser muito mal encaradas pelos dirigentes religiosos daqueles países. Oxalá eu me engane e esta mulher possa continuar o seu caminho sem ser vítima da intolerância.
Por outro lado, as mulheres árabes têm um tipo de beleza (apesar de pouco visto e conhecido…) que, pelas suas características físicas, poderiam ditar cartas no mundo feminino, para além de que a sua postura reservada, por força das circunstâncias, lhes deve ter dado uma sabedoria muito própria de quem apenas observa o mundo que as rodeia.
Viva a Raínha Rania.
O tal de Ipiranga, deu um grito, não foi?
Há pessoas muito chatas. Muito chatas, mesmo. Não consigo perceber porque é que as pessoas não conseguem ouvir o que as rodeia. Há pessoas que falam? comigo e não conseguem ouvir nada daquilo que lhes tento dizer. Geralmente, tento sempre, mais uma vez, mas depois calo-me e fico a olhar para a pessoa com aquele ar de quem está a perceber tudo… e achar tudo muito interessante…
Até há uns tempos atrás, a coisa fazia-me uma imensa confusão porque também sucedia com pessoas de que eu gostava, mas agora já nem sequer ligo e o meu grau de interesse nessas pessoas mudou, revirou, alterou, para uma esfera diferente em que deixei de exigir a moi, qualquer tipo de obrigação perante essas mesmas pessoas. Pura e simplesmente não me interessa se dizem isto ou aquilo.
Eu sei que isto é ser mauzinho, mas fartei-me e, já que não tenho direito a dizer o que penso e não… também não tenho que levar com o que os outros pensam… só de alguns… e é se me apetecer muito.
As imagens bonitas.
Há imagens bonitas. Pela cor, pelo enquadramento, pela textura, pelo ângulo, por mil e uma coisas que achamos que valem a pena serem exploradas. Ponto final. Outras há que, pela encenação, nos levam a pensar que a vida é cor de rosa… esverdeada. Por vezes é assim que me sinto. Quando penso que a vida é verde… acho logo que pode e deve ser antes rosada, para não dizer arrosada. Não é que me aborreça a crueza da vida ou a injustiça da vida, apenas me limito a seguir o meu caminho. Claro que nestas alturas poderia sempre fazer ou dizer qualquer coisa do género: vou pelo meu caminho, de peito aberto, sem medo das intempérides, sabendo sempre aquilo que não quero… coisas do género. Isto eu dispenso. Não faz o meu género. Ponto final. Também não me chateio muito com quem assim é. Gostaria apenas de ser, não digo respeitado mas antes, percebido. E até nem é difícil.



