O pessoal podia levantar um bocadinho a cabeça.

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Não gosto de ser exagerado. Nunca gostei e nunca fui. Só mesmo quando me dá gozo. Por isso, e por muitas outras coisas, não gosto lá muito de vir aqui escrever mais do que uma vez por dia. Parece-me que hoje já cá vim (não tenho pachorra para abrir outro separador para confirmar…) mas não consigo deixar passar esta minha vontade. Estou um bocadinho farto do facebook. Sempre que lá vou só encontro tretas relacionadas com uns jogos que por lá existem ou então resultados de quizesssszzsszz, ou lá como é que se chamam. Com o devido respeito e admiração por quem tem a boa aventurança de se prestar a tais actividades, acho tudo aquilo uma grande seca (será que estão todos ainda de férias e não metem lá os pés… como deve ser…) e torna-se penoso abrir a página do facebook. Não foi para isso que eu me inscrevi lá. Upa upa. É só o que se pede.

Postezinho pequenino.

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Cada maluco com a sua mania. Sempre ouvi dizer isto. Pode parecer muito simplista, mas cada vez mais acho que esta pequena frase encerra tudo do saber viver e do saber estar.Se olharmos para o raio da frase com mais cuidado e a transferirmos para as nossas vidas, vamos perceber, muito rapidamente, que faz todo o sentido. À medida que vamos envelhecendo este processo complicado de aceitarmos as nossas manias vai-se tornando mais pacífico. Hoje em dia não me faz confusão absolutamente nenhuma perceber que não sou mais nem menos do que os outros só pelo simples facto de pensar isto ou aquilo. De fazer assim ou assado. Apesar de ainda continuar com aquela coisa sanguínea dentro de mim, que muito dificilmente se relaciona com quem não está no mesmo universo que eu, aprendi a controlar a minha agressividade e já sou capaz de funcionar perfeitamente em ambientes adversos. É assim na minha vida social (mais pacífico) e é assim na minha vida pessoal (menos pacífico um bocadinho) mas lá vou continuando a acreditar naquilo que vim cá fazer, o que, para mim, é sem dúvida o mais importante.

Trava, trava, trava.

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Hoje passei grande parte da noite, para não dizer praticamente toda, sem conseguir dormir. Não, não estive a entrar em parafuso com as minhas preocupações de saúde  da minhoquinha, apesar de no início da noite ter sido assaltado por um medo incontrolável, acho que já consigo separar as coisas, pelo menos hoje é assim que eu penso. Como cheguei aqui foi muito simples. Lembrei-me do que a minha extremosa esposa me tinha contado acerca de uma amiga que não parava de se vitimizar com determinada situação que estava a viver e com quem teve de se “pegar” para que houvesse uma reação mais positiva da parte da sua amiga, e houve. Claro que são situações diferentes e não comparáveis, mas ambas merecedoras do mesmo tipo de reação.

As situações que vamos vivendo e experienciando vão-nos trazendo outras visões da vida. Foi com isso que eu estive às voltas durante boa parte da noite. Qual o sentido da minha vida? Difícil? Sem dúvida! Só consigo chegar a algumas conclusões, mas não todas! Só consigo perceber que não devo repetir alguns erros do passado, desses eu tenho consciência, dos outros já é mais difícil… Sei que vou ter de mudar a minha vida, mas isso agora é tão secundário que só posso mesmo é… continuar a pensar no assunto.

Ainda o espelho, neste caso, teu!

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As prioridades que as pessoas definem para as suas vidas são, no mínimo, discutíveis. Digo no mínimo para não magoar ninguém. Se nos pusermos a pensar bem no assunto, facilmente conseguiremos chegar à conclusão de que damos mais importância a tudo e a todos, menos àqueles que nos são mais próximos e queridos. Quantos vezes já se escaparam, fugiram de controle, foram para o espaço, assuntos da maior importância para um saudável relacionamente entre pessoas que se amam? Tantos, não é? E porque é que tal sucede? Porque a maioria das vezes andamos tão absorvidos com os nossos problemas (que são… zinhos) que nem sequer nos lembramos que existe outro universo… para além do nosso…

Afinal o Cristiano Ronaldo não é um garanhão.

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Das audiências, não é de certezinha absoluta. Pelo menos aqui pelo blogue, a coisa não resultou. Nem com a ajuda do estratosférico Bolinha, que conseguiu números inimagináveis e que reencaminhou para aqui alguns incautos. Não tem problema, a única consequência será eu nunca mais falar para o Cristiano Ronaldo, porque ele não merece que eu fale com ele. E mais não digo sobre este assunto.

Já que o tema é Cristiano Ronaldo…

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Estive agora a ver um videozito sobre pessoas que vão para o meio dos campos de futebol completamente nuas e que gostam de fazer palhaçadas. É muito estranho. Eu pelo menos acho que é. O que é que leva esta gente a despir-se e a andar a correr, geralmente à frente da polícia? Se fosse só protagonismo, há outras maneiras de o fazer. Puro exibicionismo? Se calhar. Mas não consigo entender porque é que se exibem para tantos gaijos. É que a maioria dos frequentadores dos estádios são gaijos. Se ainda fossem gaijas boas… como dizia o outro…

O fenómeno do futebol é realmente estranho e tem modos de funcionamento que ninguém consegue explicar, por isso é que se torna tão atraente. Acho que vou comprar uma sunga e começar a ir aos estádios pois pode sempre aparecer uma oportunidade de saltar lá para dentro… só não sei qual a cor que hei-de escolher para a sunga.

Onde vai estar o Cristiano Ronaldo daqui a tres anos?

hipo

Este post é uma experiência. Um amigo meu, que tem um blogue viu as suas audiências aumentarem substancialmente quando colocou o título que eu agora repito. A coisa disparou para números inimagináveis para as expectativas dele. As minhas também não são nada como as que ele teve, por isso quis tirar as dúvidas e vai daí… quero ver o fenómeno de popularidade do personagem. Se realmente der resultado, já sei que o que não devo repetir…

Merci beaucoup.

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Se há coisa que eu gosto é de pinar, oupss… opinar, queria eu dizer. E gosto de opinar sobre quase tudo, como bom português que sou, não poderia ser de outra maneira. Daí até conseguir dizer alguma coisa de jeito, vai uma grande distância. Mas não sou caso único, neste belo país à beira-mar plantado. Se ligarmos a televisão ou pegarmos num jornal, facilmente ouvimos e lemos coisas assustadoras, ainda mais assustadoras do que as que eu vou escrevendo por aqui. Como é evidente, as pessoas só ouvem e lêem aquilo que querem e se insistem, é porque gostam e se identificam, de alguma maneira, com os opinadores (ai que me ia sair asneira outra vez…). No meu caso, as ditas opiniões, são quase sempre estapafúrdias (que é um termo com o qual me identifico) e faço por isso porque, no dia em que for levado a sério, alguma coisa está mal no reino dos céus e irei ter de reformular a minha vida toda. Isto tudo porque este é o post 1114, em dois anos e dois meses (e eu gostaria que tivesse sido no 1111, mas esqueci-me), e quero dizer obrigado a quem vai passando por aqui. Sim, porque eu sou estapafúrdio, mas não sou mal agradecido.

Irritação na vulva II.

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Irritação na vulva. Pode parecer meio estranho. Mas não é. Apenas é o título de um post que aqui coloquei há mais de um ano. Por incrível que pareça, continua a ser o post mais visitado e popular, aqui por estas bandas. Ainda não me dei ao trabalho de ir ver o que escrevi na altura. Provavelmente escrevi mais uma meia dúzia de palermices, só para variar, mas uma coisa eu tenho a certeza. Este pessoal anda mesmo desesperado por qualquer coisinha relacionada com sexo, para virem cá ter. Acredito que o grau de satisfação, após a visita a este honrado blogue seja muito rasteirinho porque a tal de vulva nunca por cá apareceu. Eu bem tento encontrar uma vulva interessante para colocar por aqui, mas elas andam fugidias e teimam em não aparecer. Pode ser que consiga encontrar uma jeitosa e, se assim for, prometo que a vou partilhar com todos os desajeitados que insistem em procurá-la nesta coisa da net.

Foi o Paulo C. que me enviou.

Freira e o taxista

Uma freira faz sinal para um táxi parar.

Ela entra e o taxista não pára de olhar para ela.

- Por que você me olha assim?

Ele explica:

- Tenho uma coisa para lhe pedir, mas não quero que fique ofendida…

Ela responde:

- Meu filho,sou freira há muito tempo e já vi e ouvi de tudo.

Com certeza, não há nada que você possa me dizer ou pedir que eu ache ofensivo.

- Sabe, é que eu sempre tive na cabeça uma fantasia de ser beijado na boca por uma freira…

A freira:

- Bem, vamos ver o que é que eu posso fazer por você:

primeiro, você tem que ser solteiro, Sporting e também católico.

O taxista fica entusiasmado:

- Sim, sou solteiro, do Sporting desde criança  e até sou católico também!

A freira olha pela janela do táxi e diz:

- Então, pare o carro ali na próxima travessa.

O carro para na travessa e a freira satisfaz a velha fantasia do taxista com um belo beijo na boca.

Mas, quando continuam para o destino, o taxista começa a chorar.

- Meu filho,diz a freira, porque estas a chorar?

- Perdoe-me Irmã, mas confesso que menti: sou casado, do Benfica  e sou espírita.

A freira conforta-o:

- Não faz mal, estou a caminho de um baile de mascaras , chamo-me Alfredo e sou do Porto!