Ao fim destes anos todos a saber da sua existência, nunca me deu para experimentar a sério esta modalidade… estou a ficar maravilhado com as coisas que vou conseguindo encontrar. Na música, e sem querer ser saudosista, vou para os lados dos oitentas, que marcou os meus vinte anos, e vou também para a segunda metade dos noventas, que marcaram os meus trinta anos. Pelo meio faço umas verdadeiras incursões no mundo pornôôô sem saber muito bem como lá vou parar. Sim, estou a ser verdadeiro. É que hoje, quando ia ver um filme que tinha como título Roma, julgando eu que seria um filme sobre os romanos, nas suas belas togas, sai-me uma pornochanchada hard core… digamos que não era bem aquilo que eu estava à espera…
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Alto! Faz-se luz… ao fundo do túnel…
Não me atrevo a escrever nada… amanhã pode já cá não estar…
Post de transição, porque a vida continua.
Continuo sem conseguir recuperar os posts desaparecidos. É uma pena. Sinto-me como se estivesse sem uma parte de mim. Seis meses de posts dá mais ou menos um braço. Estou, portanto, maneta. Mas há vida para lá do desconsolo de me sentir maneta. Vou ter de reaprender a viver sem uma parte de mim. Para começar bem, logo pela manhãzinha, carreguei com quinhentos quilos de lajes do carro para o jardim, o que não foi pêra doce. Ainda vou ter umas jornadas valentes a metê-las no sítio e para o conseguir vou precisar mesmo dos dois bracinhos por isso já me passou o desconsolo. Mais logo venho cá contar como foi o meu fim de semana (ai, que isto mais parece uma telenovela mexicana… por capítulos…) para depois me sentir mais rotinado no blogue.
Há quase uma semana. Grrrrrrrrrrrr.
Isto tem sido um desconsolo. Tenho estado às voltas com a asneirada que (mais uma vez…) fiz nas tralhas do blogue. Quem me manda a mim mexer no que está quieto. É bem verdade que quando não se sabe da poda, não se deve podar. O que aconteceu foi que me pus a limpar uns backups e acho que limpei de mais. É a mania das limpezas, é o que é. Agora faltam-me seis meses de publicações e estou chateado. E eu não gosto de andar chateado. O que me vale é que ainda tenho uns amigos que me vão resolvendo os sarilhos em que me meto… só que desta vez não sei se vai dar para resolver tudo. Aliás, estou a escrever este texto e não sei se vou conseguir publicá-lo. A ver vamos. Mas que me deixou desconsolado… lá isso deixou
Podia-me dar para a sexualidade…

De volta ao trabalho e em que é que eu penso? História da Arte? Área de Expressões? Naaah. Em telemóveis. Eu sei que não é normal, mas também eu sou um fraco e, por vezes, não resisto à febre do consumo. Consumo é uma expressão um pouco forte de mais porque eu não vou comprar nada. O dito telemóvel ainda vai sair e depois, bem, depois deve ser caríssimo, por isso, e aproveitando a chuva que cai lá fora, tiro o cavalinho da dita cuja. Mas não consigo deixar de gostar dele. É uma mistura de telemóvel com máquina fotográfica, com a agravante de ter lá tudo o que de bom têm as duas. Um mimo.
Com calma, a coisa vai.

Confesso que tenho andado um pouco expectante e, por conseguinte, sem muita cabeça para vir aqui escrever o que se passa. Tenho um projecto a desenvolver, em parceria com um colega de trabalho. Tem uma grande componente de domínio informático e está-se mesmo a ver porque é que estou expectante… é mesmo por não dar conta do recado e pelo facto dos meus conhecimentos serem muito reduzidos. Tudo o que tenha que ver com base de dados, instruções no teclado e afins, decididamente, não é para mim. Gostava de saber, mas já vou tarde. Agora só dá mesmo para explorar determinados programas e será isso que irei fazer quando os meus colegas conseguirem instalar o estaminé todo. Até lá, tenho de gerir a minha vontade de começar a trabalhar.
Quando as coisas estiverem mais encarreiradas, eu venho aqui dizer qualquer coisa.
Que nervos.

Podia estar bem disposto. Podia mas não estou. Afinal de contas estou de fim de semana, o trabalho mais chato já foi despachado e tenho tudo a meu favor para estar bem disposto. Mas não estou. Não estou porque sou torrão. Torrão nas coisas que quero, a toda a força conseguir realizar. Não, não ando mal com a minha vida, não é nada disso… é mais um problemazinho com a instalação de um servidor, base de dados e aplicação específica. Não gosto de não conseguir fazer as coisas direitinhas. Não nasci para a informática, da parte do teclado… e fico roído quando não consigo trabalhar com as ferramentas que quero. Pior ainda fico quando me explicam tudo e, quando chego a casa ou me esqueço ou me aparece um outro problema diferente. Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr. Isto tudo porque quero começar a trabalhar, à viva força, num projecto de portefólios electrónicos que achei muito interessante e que vou desenvolver com o meu colega JCRamboia, que já tem a parte da instalação feita, pois claro, e eu não. Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr. Vou ter de esperar todo o fim de semana para recomeçar na segunda. Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr.
Vamos lá ver como a coisa corre.

Finalmente já tenho instalada uma rede wireless… parece uma coisa muito espectacular… mas na verdade, para mim, é. Isto porque já tive uma vez um modem wireless mas não consegui vedar aquilo aos mais curiosos e tinha sempre pessoal nas curvas, à minha custa. Com esta coisa que me instalaram cá em casa posso ficar sossegado pois dizem que tem uma chave encriptada e que só mesmo os mais artistolas é que conseguem decifrar as tais chaves. Como os tipos que cá vieram instalar o modem também eram uns ricos artistolas… fico à espera do que vai suceder.
Entretanto vamos todos poder usufruir da net, no escritório, na varanda (enquanto vemos quem passa), no quarto (nos intervalos do amor), na cozinha (à procura de uma qualquer receita), no bar (presenteados com uma doce bebida), enfim, em todas as situações imagináveis e inimagináveis. Qualquer dia passamos a comunicar todos através do msn ou do skype, sempre fica mais à mão.
Directamente da Ucrânia.

Quando leio outros blogues e constato que têm visitas diárias na ordem do dez mil para cima, fico de boca aberta e com a noção bem real da minha pequenez nestas andanças. Claro que tudo é relativo e, por aquilo que já percebi, existem alguns “truques” para rentabilizar e cativar os visitantes, mas até nisso eu tenho de reconhecer a minha pequenez pois não os sei implementar. Mas isso são balelas e o que é mais importante é que quem tem esse número de visitantes diários é porque tem lá alguma coisa que valha a pena ser vista/lida diariamente, e o resto são tretas. Isto tudo porque ultimamente tenho tido um aumento muito significativo (pelo menos para mim) no número de visitantes, o que me deixa muito contente, tenho de o confessar, mas com a noção de que este blogue se destina a ser lido pelos amigos e pelas pessoas que me conhecem. Claro que tenho todo o gosto que outras pessoas cá venham dar uma espreitadela. Tenho uma visita quase diária, que me intriga, pois é da Ucrânia e só pode ser de algum português que esteja lá a trabalhar. É um país um bocado estranho para se ir trabalhar, digo eu, normalmente são eles que vêm para cá, mas deixa-me curioso esta visita e para quem quer que seja, desejo-lhe toda a sorte do mundo.




