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Até lá!

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Eu não tenho muito juízo. Nunca foi o meu forte.

Levo a minha vida sempre a pensar que não tenho juízo.

Uma verdadeira palermice.

Porque a minha falta de juízo… é uma brincadeira de meninos…

No meio disto tudo, vou ter de saber que saber lidar com algumas novidades.

Para a semana há mais.

Acabo sempre por desejar às pessoas… que fiquem bem…

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Por acaso tenho pena. Pena de não ter nada de interessante para contar. Há dias assim. Não é nada do outro mundo, suponho eu. Complicado é quando não temos nada para dizer dia após dia. Isso sim, deve ser mau. Também, convenhamos, aquilo que eu venho cá dizer não tem nada de transcendente… paranormal… especial… ou o que quiserem acrescentar. Sim, porque acrescentar é bom para mim. Gosto que me acrescentem qualquer coisita. Não sei muito bem porquê mas, por vezes, um comentário é muito bem vindo.

Porquê?

Porque eu acho que se podem ter boas conversas através de comentários. Comentário para aqui, comentário para acolá… e vai-se fazendo uma opinião. Assim, à primeira vista, até parece que as opiniões se constroem a partir desta dinâmica… Ok! Não será bem isso mas quantas vezes já não se mudou de opinião só porque aparecem uns comentários completamente divergentes e que nos dão uma outra visão da coisa? Quem quiser que atire a primeira pedra… Eu tenho duas versões: a construtiva e a deprimente. A primeira está implícita no que acabei de escrever… vamos aprendendo com quem nos enriquece. Ponto. A segunda é um autêntico drama. Não sei se já aconteceu a alguém entrar numa troca de comentários em que o nível de idiotice ultrapassa qualquer tipo de grau minimamente equilibrado… Em que sentimos que estamos a ser arrastados para um abismo… de perfeita idiotice e em que vamos deitando achas para a fogueira dessa mesma idiotice, tal e qual o condenado que sobe ao cadafalso… É desesperante conversar com pessoas idiotas as quais, muitas das vezes, não são assim tão idiotas como julgamos… mas a maioria são mesmo uns perfeitos idiotas. E isto cansa-me. Desespera-me. Faz-me sentir mal. Faz-me perceber que não passo de um ser humano igual aos outros… e logo eu, que gostava, tanto, de ser especial… não tenho sortinha nenhuma…

Pronto! acabou-se a conversa sobre os comentários e, mais concretamente, os comentários sobre pessoas idiotas. Quase me apetece dizer que de idiotas e de loucos, todos temos um pouco…

A coisa menos importante que me aconteceu no passado fim de semana!

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Não sei se alguém reparou, e acredito que não porque não sou tão imprescindível quanto isso, mas desde o final de sexta feira até domingo à noite que a minha conta da rede social da moda esteve suspensa. Sim, finalmente fui denunciado. Recebi um avisozinho a irformarem-me que a minha conta tinha sido suspensa porque fui denunciado como tendo utilizado imagens fora do normal… Estou desconfiado que as imagens ditas fora do normal sejam provenientes de um blogue que eu costumo partilhar na minha conta… Também ando desconfiado que terá sido um “amigo/amiga” quem fez a denúnciame terá pois só sou visto por eles e por elas…

Enfim, não sei o que pensar do meu círculo de amizades da rede social da moda…

A partir de agora vou ter de partilhar tudo sem qualquer tipo de imagem e os mais sensíveis podem ficar descansados pois se quiserem consultar as figurinhas apenas terão de fazer um breve clique no link e elas logo, logo, aparecerão diante dos seus olhos. Eu até consigo perceber que quem está na rede social da moda possa ficar muito incomodado quando abre a sua conta, no trabalho e o colega ou a colega do lado se põe a espreitar para as imagens que possam, porventura… aparecer… se ainda fosse no sossego do lar, agora assim, levar com as imagens nas bentas…

Eu vou votar. Nem preciso explicar em quem vou votar. Ou preciso?

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Este blogue não é político. Por vezes venho aqui escrever umas postas de pescada sobre a situação política. São umas postas de pescada número cinco, do chile, branquinhas e bem jeitosas mas que valem o que valem… por assim dizer. Não passo de um português, com a opinião que me deixam ter. Por outras palavras, vou tentando perceber o que se vai passando na sociedade portuguesas mas tenho consciência que só devo saber da missa a metade, que só tenho conhecimentos daquilo que me deixam conhecer. É triste que assim seja. Sou apenas um entre muitos mas gostava de poder ter acesso à informação. Aquela verdadeira informação, a que interessa e não a das revistas corderosinha… A sério, muito a sério, eu gostava que os nossos jornalistas fossem ao fundo da questão e não estivessem amarrados aos interesses dos seus empregadores… É esta a sensação que eu tenho e, pelo facto de aparecerem algumas notícias avulsas e reveladoras, não quer dizer que haja mais independência no jornalismo português. Claro que os jornalistas não são os culpados da situação em que nos encontramos, era o que mais faltava, mas poderiam contribuir para uma maior moralização da vida portuguesa se escarafunchassem onde deviam…

Esta conversa toda porquê? Assim do nada? Porque me aborrece ter de assistir a esta campanha eleitoral. Os putativos candidatos andam todos preocupados com a politiquice nacional. Todos, menos uns quantos, a desancarem no paspalhão, sim, o paspalhão mais a paspalhona Deneuve, que nos governam e não querem virar o discurso para a europa (com letra pequenina porque não merecem melhor!). Esta europa que não foi, não é e não será solidária. Que é impiedosa com os mais fracos (sim, somos fracos porque temos fracos governantes) e que não hesita em tirar proveito desta nossa fraqueza, fazendo um negócio escandaloso com os juros que recebem dos empréstimos que nos concederam… para salvarem os bancos deles… enfim, muita maldade foi exercida por quem decide os destinos desta europa dita unida.

E este discurso faltou na campanha eleitoral.

Não tenho bem a certeza mas acho que o parlamento europeu de pouco serve. Imagino-o à semelhança do nosso parlamento, onde uma grande parte dos que lá se sentam não produzem rigorosamente nada. Produzem umas aclamações e batem umas palmas quando os seus superiores mandam uns bitaites e pouco mais fazem. As leis, propriamente ditas são elaboradas nuns gabinetes manhosos, ligados a este ou àquele interesse que depois aparecem como legislação produzida no âmbito da governação… trágico mas é a realidade. Quem nomeia o pessoal que vai para esses gabinetes, comissões e o que lhe quiserem chamar, são as maiorias que têm acento nos parlamentos. Cá como lá, é igual, sem tirar nem pôr.

A maioria da assembleia portuguesa já nós sabemos que vamos ter que a gramar até à data de novas eleições legislativas (consta-se que serão em dois mil e quinze…) mas as eleições para o parlamento europeu são já depois de amanhã. Vamos ter a oportunidade de poder lá manter aquele conjunto de pessoas que acham que esta europa está fixe, que está para as curvas, se as curvas continuarem no mesmo lugar e a viatura continuar a ser de alta cilindrada pois os utilitários adornam muito e não há pachorra para enjoar… vomita-se… suja-se tudo… e fica um ar pestilento que não se aguenta.

Eu acho, mas isso sou eu achar, que aquela senhora alemã, que costuma usar um casaquinho vermelho igual ao do outro, o de bigode estranho, deveria ser posta na linha. Se gosta das coisas à maneira dela, tudo bem, eu compreendo, mas também acho que ela deveria mandar só na terra dela. Por lá, são todos muito mais compreensivos com ela, com a maneira dela pensar e agir. Fiquem com ela, com os seus belos carros e maquinaria porque eu, um pobre português sem grande capacidade económica, se tiver que comprar qualquer coisinha para a economia do meu lar… não vou comprar, de certeza absoluta, um produto alemão. Não vou, e qual é o problema? Até posso pagar mais um pouco por outro produto qualquer mas… alemão…. nah… de certeza absoluta! Quero que a senhora se vá catar…

Tirando este momento pouco saudável, de verdadeira xenofobia racial… gostava que soubessem que aquele receio, verdadeiro receio, de que as minorias racistas crescessem nestas eleições europeias foram um verdadeiro logro. Ainda bem. Sou sincero. Não é bom andar para trás e esses partidos neonazis que concorrem a estas eleições são um verdadeiro passo atrás. Não é por aí que conseguimos acabar com as desigualdades nesta europa.

Mudar a actual maioria do parlamento europeu, seria bom.

Por esta e outras razões, eu vou votar nas eleições para o parlamento europeu. Podia não o fazer. Ninguém me obriga e não me sinto minimamente obrigado ao que quer que seja. Vou estar todo o dia numa mesa de voto. Também não é pelo facto de lá estar todo o domingo que me sinto na obrigação de ter de votar. Nada disso. Vou mesmo votar porque me aborrece pensar que a senhora (que poderia ter um bigode parecido com… a mãe…) mesmo antes de saber os resultados da dita cuja eleição já se achar no direito de poder decidir quem vai ser o sucessor daquela coisa portuguesa que andou por lá dez anos… a encher a pança…

Haja saúde e o resto que se ….

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Acabaram-se as férias. Há uma semana atrás estava eu, a esta hora, na cama com a minha rica senhora, cheio de algas coladas no corpo, trazidas da praia, a passarmos o tempo. Relaxadamente. Com tempo para tudo. Até para apanhar as algas que entretanto se foram descolando do corpo. Foram umas férias muito boas e retemperadoras.

A partir de hoje, começa o trabalho. Este ano vai ser muito mais difícil a vida cá por casa. A minha rica senhora, à semelhança de muitos outros professores nas mesma circunstâncias, foi altamente penalizada nos concursos e ultrapassada por outros professores com classificação muito mais baixa. Uma injustiça de todo o tamanho, completamente silenciada e causadora de mais desmotivação. Como se já não bastassem as medidas que têm sido tomadas contra a escola pública, ainda por cima são cometidas injustiças deste calibre… Vai ter que ir para Baltar, com muitos quilómetros para percorrer, muita gasolina para gastar e muitas portagens para pagar… isto tudo junto não teria sucedido se o concurso de colocação de professores tivesse sido justo. Enfim. Vamos ter que apertar, ainda mais o cinto…

Passados três dias.

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De uma vez por todas, festejar dias especiais vai ser abolido da minha vida. Está a ser recorrente na minha vida acontecerem coisas muito más quando festejo qualquer coisa muito boa. Este ano voltou a suceder. Não estava à espera e foi difícil. Não consegui responder a mensagens nem atender telefonemas. A todos peço desculpa mas não foi desconsideração, foi mesmo incapacidade. A vida continua para a frente, diferente mas com a certeza de que vale sempre ser vivida.

Vou comer um ovo de chocolate que explode, a ver se fico mais animado.

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Nem todos os dias temos assunto. Há dias em que não se passa nada. Hoje foi um desses dias. A única coisa que fixei foi o terminar de mais um desenho e o dar início a um outro. O resto foi para esquecer. Foi um dia que não acrescentou nada. Foi pena mas é assim a vida. Nem sequer ouvi as notícias como deveria, apesar de ouvir na rádio que o nosso homem que corta a relva se tenha demitido. A única coisinha que me apraz dizer é que finalmente o homem se pôs a andar. Aliás, foi praticamente obrigado pelo resultado das investigações sobre a “sua licenciatura”. Mas isso não interessa nada, o que interessa mesmo é que se foi. Finalmente.

E é isto. Não dá para mais.

Ps. A Lola ainda não teve cachorros. O leitinho das maminhas ainda não desceu… talvez amanhã.

Ps2. Vou tentar melhorar. Obrigado.

Não consigo encontrar um título.

Será que só eu tenho noção da minha pequenez? Ou será que uns são mais pequenos do que outros? Este mundo é tão grande que eu só me posso sentir pequenino. As realidades são tão diversas. O que para mim funciona para aqueloutro nem pensar. Somos todos tão diferentes. Por vezes perco-me no caminho. Caminho esse que, para uns, é tão fácil de encontrar e de seguir em frente. Sinto-me infeliz e sem força para perceber o mundo. Este mundo que me rodeia e que me deixa exausto. Este mundo que, por vezes, me deixa na escuridão, na irracionalidade, sem saber como reagir e sem conseguir pensar. Sinto-me fraco, sem lucidez. Só uma ideia me orienta. Uma ideia que me atravessa, de cima abaixo, e me faz pensar que terei sempre de viver com as realidades que me rodeiam, percorrendo o caminho que tiver que percorrer, seja ele bom ou mau. É o meu caminho.

Com um tractor assim, ninguém enjoa.

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Fazer convenientemente o luto é importante. Pode demorar o tempo que for preciso e necessário, mas deve ser feito. Eu demoro sempre muito tempo a fazê-lo, não tenho como negá-lo, mas também é um processo íntimo e, como tal, tem o seu próprio ritmo. Hoje conclui mais um processo de luto, que se iniciou há uns meses atrás e que só agora ficou completo. Não, não foi ninguém que morreu, apenas foi uma luz que se apagou na minha cabeça. Quando tal sucede é sempre saudável acender uma outra luz, noutro lado da cabeça. Sim, eu sei que posso parecer uma árvore de natal, com tanta luz, mas eu sou mesmo um (subtil, este um) iluminado e quero ter sempre esta capacidade de conseguir carregar mais uma vez no interruptor. Um texto com tanta figura de estilo fica meio palerma, mas também não faz mal, porque nestas alturas em que o luto termina, o sentimento é mesmo de palermice, por isso cá estou eu a dizer palermices. Quando era sensivelmente mais novo, o processo do luto era mais rápido, era só uma questão de chegar ao bar mais perto e apanhar uma bebedeira de caixão à cova… infeliz esta comparação… mas o que é certo é que a coisa descomplicava e eu sublimava o que tinha a sublimar e a vidinha voltava ao normal. Hoje, como tenho sempre duas minhocas para levar à escola, não convém pegar nelas de manhã e ir aos sss. Iam enjoar, de certezinha e vomitavam-me o carro todo e isso chateia-me, pronto. De maneira que se torna tudo mais lento e a coisa demora a ser ultrapassada, mas com jeito, a coisa vai, ou foi.

Já me tinha esquecido como era.

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Andava a estranhar tanta fartura. As coisas até andavam a correr bem, benzinho mesmo, mas de repente, muito de repente, bastou o carro ter avariado que a coisa descambou logo. Estes arranjos são caríssimos e deixam-nos completamente nas lonas. Nada a que não esteja habituado, mas pensava que já não voltava para trás. Coisas da vida. Que continua, mas só depois do santo dia vinte e três. Até lá vou ter de assobiar para o ar.

Estou pior do que o cavalo do lado direito.

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Sim, estou pior do que ele. Ele está cabisbaixo, eu estou mesmo por baixo. Também eu estou sem brilho nos olhos e, apesar de não ter uma daquelas palas nos olhos como ele, não consigo ver muito mais do que um palmo à minha frente. É triste, muito triste, mas é assim que as coisas estão neste momento. Assim escrito desta maneira pode dar para segundas interpretações, mas não é nada disso, fico-me mesmo pelas primeiras interpretações… ando gripado desde sábado passado e não há maneira desta coisa passar. Quando ando assim, o que é raro, não consigo ter energia para mais nada, arrasto-me literalmente e não consigo ver o mundo que me rodeia com os olhos do cavalo da esquerda, sim, esse mesmo, que se empolga com a simples perspectiva de puxar uma bela carroça de passeio…

Quase que era a segunda parte.

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Pois eu estava com vontadinha de fazer o Balanço II, mas não vou conseguir fazê-lo. Estou com uma terrível dor de costas. Daquelas que dão direito a ter de tomar medicação, e logo eu que detesto ter de tomar químicos normais, se ainda fossem dos anormais. Mas foi aquela viagem de carro, que fizemos ontem. O micra é muito queridinho… mas dá-me cabo das costas. Pode ser que amanhã a coisa já esteja melhor e a disposição seja outra.

Quase me esqueço que existo.

Há uma data de coisas curiosas. Foi para mim curioso receber um mail, da minha escola, com o recibo do vencimento, como aliás recebo sempre, e até aqui nada de especial. O curioso mesmo é não me lembrar que hoje são vinte e dois, aquele número anterior ao número mágico. Pela primeira vez em muitos meses não estive desesperado à espera do tal, o do gostinho especial, e ando tão despreocupado que nem me lembrei, sequer, do assunto. Eu sei que isto é sol de pouca dura, mas enquanto dura, e dura, “deixai-de-me” gozar e, já agora, “deslargai-de-me”.

Et voilá.

E pronto. Deu um bocado de trabalho, mas já estão os nomes dos autores e dos trabalhos…
Descobri que sempre me desviaram… durante a última mudança de casa, uma caixa com, sensivelmente metade dos que aqui pus. Eu achava que faltavam discos, mas só agora quando peguei neles é que comecei a dar mesmo pela falta de uns tantos… não vale a pena chorar, mas tenho pena de ter ficado sem eles. Enfim.