Arquivo da Categoria: O pretexto

Hoje vou ouvir umas musiquinhas.

snow-white-shalom-harlow-by-francois-nars-01

Começar a escrever a ouvir Bee Gees é muito estranho. Metade já morreram. Resta um, que se vai arrastando conforme pode. E eu ouço Bee Gees. Porquê? Claro está, porque marcaram uma época. E eu gosto de épocas…

Consigo perceber todas as épocas. Não percebo lá muito bem porquê… mas o que é certo é que consigo perceber todas as épocas… Tanto se me faz que esta época seja pior ou melhor do que uma outra época. Não quero saber. Basta-me percebê-la e… ia dizer disfrutar… mas é… tipo… qualquer coisa… e o melhor é ficar por aqui.

Ainda não vai ser desta que acabo… o que iniciei…

Algarve2011 18

Temos todos a mania.

Só porque… sim.

Gostamos todos de pensar que somos especiais.

E somos? Mesmo? Especiais?

Os pré, como eu, tendemos a pensar que sim.

Tendemos mesmo a achar que pelo facto de termos visto alguns filmes, ouvido algumas músicas e termos feito o tal do amor em circunstâncias inadmissíveis aos olhos da juventude actual, nos dá aquele factor mais. O factor especial, antes do acordo ortográfico…

Mas, na realidade, não somos especiais. Quero dizer. Eu vou sempre achar que sou especial. Mas isso sou eu a achar. O resto do mundo não acha nada que eu seja especial. O problema é do resto do mundo…

 

 

Nem eu quero!

20110824-180225-2

Caramba! Sou quase um sexagenário!

A vida passa a correr!

Como é possível?

E, no entanto, tenho de a continuar a viver.

Com responsabilidade!

E, a parte da responsabilidade, eu não queria!

Queria ser um sexagenário irresponsável.

Um sexagenário completamente irresponsável!

Queria ser um sexagenário que se esquecesse de tomar a medicação às horas certas!

Por acaso, alguém se imagina a tomar a medicação à hora certa?

A resposta deve ser pronta: NINGUÉM!

Porquê?

Porque quem vem aqui ler as minhas angústias não é sexagenário!

São todos mais novos do que eu!

Coisa que ainda não consegui entender!

Será que tenho um espírito pré-sexagenário e consigo atrair todos os que ainda não pensam no assunto?

A resposta é difícil. É uma resposta ao nível das relações… é compliicado…

 

Tenho de deixar dois parágrafos… para respirar fundo e manter o balanço!

Um dia destes faço um balanço da minha vida. Um balanço a sério! Nada destas ceninhas de escrita para onde estou virado. Nada disso. Vou começar numa ponta e acabar na outra, ponta. Sem piadas sexuais e completamente focado na grande piada que é a minha vida. Pode ser? Claro que pode! O blogue é meu, sou eu que o pago, por isso… vou escrever o que me apetecer.

Fiz uma pausa.

Pus-me a pensar no assunto!

Não vai ser fácil, nada fácil!

Fazer um balanço sobre a minha vida? Ninguém vai achar piada! Quem é que quer saber da minha vida? Nem eu quero…

O texto era para ser diferente, digamos assim!

PixMix537-img037

Começar um texto não é fácil. Aliás, nunca é fácil.

Há muitas maneiras de o começar. Quem sabe o que está a fazer, vai pelo caminho certo. Quem não sabe, inventa.

Já se percebeu que eu sou um dos que inventam. Como também já se percebeu que o que eu sei mesmo é… inventar.

Se me pedem um texto, eu fico assustado. Vou escrever sobre o quê? Sobre o mundo? Sobre o país? Os problemas da minha região? Sobre o que se passa na minha rua? Ou na minha casa? Bem, na minha casa não existem problemas! Para que conste! Existe é uma vontade enorme de mudar o mundo! O que é diferente!

Voltando ao assunto! Assunto não falta! Vontade de pegar no assunto… é que está mais difícil!

Por exemplo.

Temos a Educação como assunto! Toda a gente fala na Educação. Logo, é assunto! Não existem dúvidas sobre este assunto, certo?

É um valente assunto para especular!

Quem não tem um primo, ou uma prima mamalhuda, numa escola que não tenha um professor em falta? Resposta: todos nós, portugueses assíduos do país, temos um primo, ou uma tal de prima (mamalhuda) em primeiro ou segundo grau, que tem um professor em falta! É uma situação Sine Qua Non!… Aquele senhor que lá está habituou-nos assim! Mas esse é um assunto sério.

Eu sou mais de assuntos menos sérios. Eu sou pouco sério, devo dizê-lo. E não percebo porque é que cheguei a esta conclusão, assim tão facilmente!

Todo o ser humano acha que é sério, verdade? Então porque é que eu, logo eu, deveria achar que sou pouco sério??? Sim! Três pontos de interrogação!!!

Não percebo.

(o assunto vai continuar, um dia)

Há dias assim…

Ele há coisas do caralho. Eu sei. É uma enorme de uma caralhada, mas tem que ser. A minha rica senhora não gosta nada quando eu escrevo caralhadas, das autênticas, nos posts que vou escrevendo. Para ser sincero, eu também não gosto lá muito… mas às vezes (sem agá) tem mesmo que ser.

As pausas, aquelas que me põem a pensar nestes assuntos, são levadas da breca… acabam por ocupar o tempo que era devido às ideias… e essas… foram-se… esqueci-me do que ia a dizer…

De vários tamanhos e feitios.

Nem sei como me fui lembrar disto, mas aqui vai. Acho que todas as cidades deveriam ter um local onde as pessoas pudessem enfiar um aloquete. Um aloquete de amor. A última vez que vi uma cena destas foi, se não estou em erro, na Plaza Mayor, de Madrid. Achei muito engraçado ver tantos aloquetes enfiados numa estrutura própria (penso que era quadrangular), fechados e só as pessoas que lá os puseram é que têm as ditas cujas que os abrem. É como uma fonte do amor, versão citadina e industrial… mas que não deixa de nos tocar o coração.

Bem, eu sou um ser humano diferente.

Odeio quando cometo algumas perversidades. Não gosto, pronto. É uma coisa que está comigo desde a nascença. Detesto fazer asneiras. Bem, convém esclarecer uma coisa. Não são asneiras daquelas do género das grandes opções do plano. Essas são asneiras conscientes. Gosto de as fazer. São mais do género daquelas asneiras pequeninas, que acontecem por acaso, porque me distraio com qualquer coisa que me passa à frente dos olhos. Essas asneiras eu não gosto. Ainda agora deixei cair um pouco de cardhu em cima de uns papeis. Fui ver. Não eram uns papeis normais. Eram as justificações de faltas dos meus alunos. Se é grave? Bem, grave, grave, não é. Podem ficar a cheirar um pouco a cardhu, mas não é grave. Mas não gosto. E depois continuo a ouvir um sheik que me faz pensar que a vida está para além destes pequenos deslizes. Por falar em deslizes, já experimentaram escrever num teclado com os dedos bem esticados? Não? Então experimentem!

Linux Mint.

Estou na caminha. Ainda são dez e meia e já estou deitado. Estou com o portátil, o que não é nada normal porque é um bocadinho grande e não dá lá muito jeito. Mas tenho uma razão. Estou a experimentar um novo sistema operativo. Trata-se do Linux Mint, que não é propriamente uma novidade para mim, pois já conhecia, mas nunca o tinha instalado num computador meu. Há quem goste dele e quem não goste. Eu acho-o muito robusto, arrumadinho e de uma facilidade de utilização atroz. Com ele não apanho vírus palermas nem sequer bloqueia o sistema todo. Vou-me entreter com ele. Fiquem bem.

Hoje é sexta e amanhã é sábado.

Depois do S. João, vai-se fazer o quê? No meu caso, para além de estar a preparar o piquenique que vamos fazer para as piscinas de Amarante, acabo por dar uma espreitadela nos sites do costume. E dou por mim a pensar. Porque raio de carga de água é que me ponho a espreitar em sites de fotografias de mulheres apanhadas na praia, mais ou menos em poses indiscretas. Não faz o meu gênero andar a espreitar seja o que for. A sério, não faz mesmo. Até podia fazer, mas não faz. Mas isto leva-me a pensar no porquê de existirem pessoas que gostam da coisa. Também não adianta nada porque não consigo chegar a uma conclusão racional. Gostam, porque gostam. Que é que eu posso fazer? Nada. Somos todos tão diferentes, que este tipo de afirmações acabam por se tornar lugares comuns. O que também me leva a pensar no porquê dos lugares comuns… and so on… Enfim, depois do S. João não se pode esperar muito…

Ah, já me esquecia. Eu só vou a este tipo de sites porque têm muitas fotografias engraçadas… e eu gosto de colecionar fotografias engraçadas… vá-se lá saber porquê!

Hoje são cerejas.

2493221181_d25c87cd48Não percebo lá muito bem porquê, mas ultimamente tem-me dado para publicar imagens de teor contabilístico. Contabilístico no sentido de pão, pão, queijo, queijo. É estranho porque eu não sou nada assim, ou pelo menos não me apercebo que sou assim (o que pode ser grave, pois se tivermos conhecimento daquilo que somos, já é um princípio) mas por outro lado, também não tenho muita pachorra para mensagens subliminares, parecidas ou afins. Por isso, o que vier, veio, e não se fala mais nisso.

Sem a musiquinha. Tá?

Quem espera, sempre alcança. Até é capaz de ser verdade, mas ele há coisas que não tenho paciência para esperar. Quando se come uma bela feijoada de lulas, como eu comi, depois é um caso complicado… sozinho em casa, com a barriga muito cheia, começa-se a ficar indisposto, vai-se buscar um digestivo. Aquilo não pega de estaca… tenta-se de novo. Ups, um arrotinho. Está-se mesmo a ver o rumo que esta coisa vai levar.

Este vai ser o primeiro post, do resto da minha vida.

A bela região de Portugal.

Palmela é uma rica região portuguesa. Faz-me navegar por mares nuncas antes navegados.

Parece complicado, mas não é. Todos nós precisamos/necessitamos de momentos mais ou menos evasivos, por assim dizer, se bem que no meu caso se podem chamar de graciosos. Gracioso é um daqueles adjectivos? (nunca soube classificar as palavras…) daqueles que são capazes de despertar a nossa curiosidade, já para não falar do nome Gracioso (sim, existem pessoas, das autênticas, que se chamam Gracioso) que, pelo contrário, despertam em nós uma certa consternação. Consternação será uma palavra forte de mais, mas se o meu nome fosse Gracioso, Manuel Gracioso, eu não sei muito bem como me iria sentir.

Depois disto tudo. Será que em Palmela existe algum senhor chamado Gracioso? De seu nome Manuel Gracioso? Eu, muito sinceramente, gostaria que sim.