Estou na caminha. Ainda são dez e meia e já estou deitado. Estou com o portátil, o que não é nada normal porque é um bocadinho grande e não dá lá muito jeito. Mas tenho uma razão. Estou a experimentar um novo sistema operativo. Trata-se do Linux Mint, que não é propriamente uma novidade para mim, pois já conhecia, mas nunca o tinha instalado num computador meu. Há quem goste dele e quem não goste. Eu acho-o muito robusto, arrumadinho e de uma facilidade de utilização atroz. Com ele não apanho vírus palermas nem sequer bloqueia o sistema todo. Vou-me entreter com ele. Fiquem bem.
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Hoje é sexta e amanhã é sábado.
Depois do S. João, vai-se fazer o quê? No meu caso, para além de estar a preparar o piquenique que vamos fazer para as piscinas de Amarante, acabo por dar uma espreitadela nos sites do costume. E dou por mim a pensar. Porque raio de carga de água é que me ponho a espreitar em sites de fotografias de mulheres apanhadas na praia, mais ou menos em poses indiscretas. Não faz o meu gênero andar a espreitar seja o que for. A sério, não faz mesmo. Até podia fazer, mas não faz. Mas isto leva-me a pensar no porquê de existirem pessoas que gostam da coisa. Também não adianta nada porque não consigo chegar a uma conclusão racional. Gostam, porque gostam. Que é que eu posso fazer? Nada. Somos todos tão diferentes, que este tipo de afirmações acabam por se tornar lugares comuns. O que também me leva a pensar no porquê dos lugares comuns… and so on… Enfim, depois do S. João não se pode esperar muito…
Ah, já me esquecia. Eu só vou a este tipo de sites porque têm muitas fotografias engraçadas… e eu gosto de colecionar fotografias engraçadas… vá-se lá saber porquê!
Hoje são cerejas.
Não percebo lá muito bem porquê, mas ultimamente tem-me dado para publicar imagens de teor contabilístico. Contabilístico no sentido de pão, pão, queijo, queijo. É estranho porque eu não sou nada assim, ou pelo menos não me apercebo que sou assim (o que pode ser grave, pois se tivermos conhecimento daquilo que somos, já é um princípio) mas por outro lado, também não tenho muita pachorra para mensagens subliminares, parecidas ou afins. Por isso, o que vier, veio, e não se fala mais nisso.
Sem a musiquinha. Tá?
Quem espera, sempre alcança. Até é capaz de ser verdade, mas ele há coisas que não tenho paciência para esperar. Quando se come uma bela feijoada de lulas, como eu comi, depois é um caso complicado… sozinho em casa, com a barriga muito cheia, começa-se a ficar indisposto, vai-se buscar um digestivo. Aquilo não pega de estaca… tenta-se de novo. Ups, um arrotinho. Está-se mesmo a ver o rumo que esta coisa vai levar.
Este vai ser o primeiro post, do resto da minha vida.
A bela região de Portugal.
Palmela é uma rica região portuguesa. Faz-me navegar por mares nuncas antes navegados.
Parece complicado, mas não é. Todos nós precisamos/necessitamos de momentos mais ou menos evasivos, por assim dizer, se bem que no meu caso se podem chamar de graciosos. Gracioso é um daqueles adjectivos? (nunca soube classificar as palavras…) daqueles que são capazes de despertar a nossa curiosidade, já para não falar do nome Gracioso (sim, existem pessoas, das autênticas, que se chamam Gracioso) que, pelo contrário, despertam em nós uma certa consternação. Consternação será uma palavra forte de mais, mas se o meu nome fosse Gracioso, Manuel Gracioso, eu não sei muito bem como me iria sentir.
Depois disto tudo. Será que em Palmela existe algum senhor chamado Gracioso? De seu nome Manuel Gracioso? Eu, muito sinceramente, gostaria que sim.
Valentes lambidelas nas costas.
Hoje está-me dar para os gatos, não sei muito bem porquê, até porque tenho cá em casa dois fox terriers que gostam muito de lhes dar umas trincas, o que me impossibilita de os ter por cá, mas adiante, que se faz tarde. Como muita gentinha, eu também gosto, preciso e anseio por um pouco de conforto. Neste caso, de um pouco de calor, de sol mesmo, senão acho que me vou tornar ainda mais insuportável, do que já ando. Claro que tudo isto não passa de um grande disparate pois se não tivermos todos uma dose de paciência muito grande, disparam os índices de criminalidade do país e lá se vão as estatísticas no nosso querido pinóquio.



