Arquivo da Categoria: O que dizem por aí…

O verão já não é o que era…

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Vou ouvindo as notícias.

Ouço as que gosto e as que não gosto. É sempre assim, que remédio. Ouço notícias sobre desgraças, difíceis de aguentar. Que mexem e remexem por dentro de qualquer ser humano e, por muito que se queira manter a distância, acabamos sempre por ouvir isto e aquilo, tudo o que mexe verdadeiramente com os nossos sentimentos. É lamechas, não é? Estar a apelar ao sentimento da notícia fatela?

Por acaso, consigo não me deixar invadir por notícias complicadas. Consigo manter uma certa distância e sou capaz de não me deixar envolver? por notícias mais complicadas. Sou um ser humano representativo destes tempos. A frieza das notícias são recebidas com frieza. Tem que ser assim. Tenho uma idade avançada. Habituei-me a muita coisa. Coisa boa e coisa má. O que foi aparecendo na minha vida. E da mesma maneira que foi aparecendo… foi tratada de acordo com a sua importância. Quem não pensa assim? Quem não tem necessidade de pensar no assunto… que atire a primeira pedra.

E eu a pensar que as pessoas só liam o texto!

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Aqui há uns dias estive com uma miúda (desculpa Rute, mas és uma miúda (duplo sorriso)) que me disse que tinha uma colega (não sei de onde…) que leu uma vez o meu blogue e que achou que eu era um ordinário. Perguntei porquê. E a resposta foi bater no mais óbvio: as imagens. Mas porquê? As imagens porquê? Por aparecerem umas mamitas? Umas pombinhas? Umas pilitas em estado abelhudo? Não percebo! Principalmente porque esta malta nova está fartinha de andar por tudo quanto é site de pornografia. Pornografia “à séria”. É muito diferente do meu tempo, em que só havia a Gina que, invariavelmente, tinha uma data de páginas coladas. Na minha época, comparada com a de hoje em dia, éramos todos uns… tenrinhos. Hoje, a pornografia entra pelos olhos adentro, em grandes planos ou planos de pormenor que até dão ouras… Por isso não percebo o choque. Mas gosto de saber que há alguém neste mundo que me acha um ordinário e que o diz. É um começo. Pode ser que os outros quinhentos visitantes que tenho em média por dia também me digam o que pensam sobre o blogue…

Se eu pedir a todos que colaborem para o engrandecimento de Vila Nova, será pedir de mais?

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Pois é! Este será o primeiro passo da campanha “Vila Nova Feliz”. Humildemente venho pedir a todos os habitantes e não habitantes de Vila Nova, que me enviem as suas sugestões, as suas ideias e os seus conceitos para tornarmos Vila Nova numa freguesia FELIZ. Tornar Vila Nova numa freguesia FELIZ não será tarefa fácil. Muito pelo contrário. Vai ser necessário muito empenhamento para que todos os homens e mulheres desta freguesia possam celebrar bons momentos, em paz e harmonia. Os tempos que correm não estão fáceis. Já todos sabemos isso. Como também todos nós sabemos, devemos tentar encontrar o lado bom  das nossas vidas. Mesmo para aqueles que estão a passar as maiores privações, que não conseguimos sequer imaginar, devemos trabalhar e encontrar soluções para que também sejam FELIZES.

Já deu para perceber que estou cansado e antes que comece a cansar quem não devo… (os eleitores de Vila Nova…) mais vale estar calado. Descansar bem, tentar dormir, tentar acabar os desenhos (faltam três) do novo livro, tentar arranjar os pequenos problemas da casa, tentar deitar metade da papelada fora, tentar acabar com os amigos irlandeses cá de casa, tentar ser um pai de família, tentar…

Ah, não se esqueçam, mesmo, das sugestões para tornar Vila Nova Feliz. Eu fico muito agradecido!

Os franceses criaram o “Menáge à trois” e depois dá nisto?

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A minha alma está parva (o que se tem vindo a revelar frequentemente) com a situação social em França. Vou acompanhando, embora sem muito entusiasmo, a polémica instalada na sociedade francesa acerca do casamente entre homossexuais. Nem sequer vou perder muito tempo a explicar o porquê de ser a favor do casamento entre homossexuais. Já dei para esse peditório. O que me está a chocar é o facto de ter crescido com a ideia de que a França era um país aberto e progressista, onde as ideias se discutiam com o intuito de fazer avançar o país. Open mind! Era essa a minha ideia! Quando começo a ver na televisão as enormes manifestações contra o casamento entre homossexuais, a pancadaria entre apoiantes e não apoiantes, insultos para aqui e para acolá, fico a pensar que os franceses são um verdadeiro atraso de vida. A geração anterior à minha, sempre olhou para a sociedade francesa como um verdadeiro ícone da liberdade, igualdade e fraternidade… e até gostava de saber qual é a opinião actual dessas pessoas… se calhar, como já estão jarretas, eram bem capazes de se juntar às manifestações…  do contra… ou se calhar… não.

Ainda nós nos queixamos, do nosso triste fado. Realmente não temos a riqueza material que a França tem, nem nunca vamos conseguir chegar perto, mas temos uma riqueza de espírito e uma abertura ao mundo que mais ninguém tem. Soubéssemos nós encontrar e valorizar líderes em  condições e poderíamos ser um país… muito à frente!

Post pequeno sobre paspalhices.

Pode ser considerado muito triste. Admito que sim. Mas eu não quero saber daquilo que é considerado. Nem de quem considera. Eu gosto e pronto! E de que é que eu gosto? Gosto de andar a ler as paspalhices que se escrevem na rede social da moda. Mas não me fico por aqui. Também gosto de escrever paspalhices. São as minhas paspalhices. Tenho um carinho muito especial pelas minhas paspalhices. Não me perguntem porque é que eu sinto um especial carinho pelas minhas paspalhices. Não sei explicar. Sei que as sinto como sendo muito especiais. São as minhas paspalhices. As dos outros também são giras… mas são só isso, giras.

São curiosidades, é o que é!

É que nem consigo encontrar, sequer, uma justificação para tantas visitas. É verdade. O número de visitantes deste estaminé bateu todos os recordes possíveis e imaginários. Porquê? Mistério… Tenho andado sem tempo e sem cabeça para vir aqui escrever e deparo-me com estas surpresas. Será que são saudades? Saudades que têm de mim?… seria pedir muito… mas acho mesmo que não se trata de nada disso. Também não consigo explicar do que é que se trata!

Eu podia ter sido mais esperto… mas não fui…

Bem, a internet tem destas coisas maravilhosas. Podemos sempre identificar qualquer coisita que nos diz respeito, que nos faz sentir um membro de pleno direito deste mundo. Estava eu muito descansadinho, a navegar, como se costuma dizer, quando dou de caras… com este blogue. Não me perguntem como aqui vim parar porque a resposta será, com toda a certeza, indecorosa… mas o que é certo é que, quando reparei no título, tive de parar e ler. O blogue é recente e tem apenas três posts. Mas são a minha cara. Eu sempre desejei ter um blogue pornográfico e, se realmente o tivesse, seria com este título que é para mim um verdadeiro título fetiche. Caramba, gamaram-me a ideia. Acho mal… mas tenho de aceitar que é um título fantástico. E já agora os meus parabéns à moçoila, que me parece que gosta daquilo…

Têm muito para contar…

Nada como uma bela tatuagem no corpo para nos fazer sentir despertos. Pode parecer meio idiota o que acabei de escrever mas, na prática, é assim mesmo que acontece. De cada vez que se vai a uma loja de tatuagens e se sai de lá com mais uma, é um novo degrau mental que se sobe e aquela treta das etapas da nossa vida que ficam para trás… também é verdade…

O repolho português.

Fiquei triste por não ter conseguido ouvir a notícia completa. Apenas alguns fragmentos. Mas deu para perceber que o repolho português está em franca expansão no estrangeiro. Não sei, ao certo, em que raio de país estão a descobrir o repolho português. Só me apercebi que era na Europa mas deve ser um povo muito corajoso para se lançar de cabeça para a compra massiva de um legume com este nome: repolho! Nós somos um povo que as inventa. Inventamos de tudo. Inventamos coisas que não são possíveis de inventar. Mas inventamos com convicção. E o que inventamos, geralmente, é bom, tem pernas para andar, pena é que depois não ande… e chegue algum iluminado, vindo do estrangeiro, que pega nas nossas melhores invenções e as leva ao estrelato…

Tanto barulho porquê? São mesmo italianos…

Goste-se ou não se goste. O senhor sempre foi eleito e sempre ganhou ou foi ganhando. Pelos lados daquele país, a democracia já funciona há mais anos do que neste belo país que é o nosso. Faz-me um pouco de confusão porque é que uma minoria de pessoas faz tanto alarido só porque a pessoa que o povo elegeu apresentou a sua demissão. O povo italiano é muito estranho, se calhar é parecido com o nosso. As minorias acham sempre que têm o direito de impôr a sua vontade perante as maiorias. É estranho. Eu estou à vontade para dizer isto porque também não acho piada nenhuma ao homem que agora apresentou a demissão do governo italiano. Um vero cretino! Mas que se há-de fazer? A maioria dos italianos gostava dele… cada povo tem o que merece. Eles têm aquela personagem, nós temos o nosso presidente da República e seus quejandos, por isso, venha o diabo e escolha.

Ainda não pensei na falta do subsídio…

Dá-me a impressão que este governo, que mais parece um desgoverno, quer virar os funcionários públicos do avesso. Também os quer virar contra os funcionários do sector privado. Este corte dos subsídios, assim, de uma forma violenta vai deixar muita gente em maus lençóis que costuma contar com os ditos cujos para equilibrar as finanças… eu incluo-me nestes. Ainda não consegui perceber o porquê desta medida. O ministro das finanças veio à televisão afirmar que fez o corte dos subsídios para não ter de despedir entre cinquenta a cem mil funcionários públicos. O senhor é muito bem educado e acredito que se esteja a esforçar ao máximo, mas não deve menosprezar a inteligência dos outros. A minha não é muito dada a contas de somar e subtrair mas consigo perceber que vai uma grande disparidade entre cinquenta mil e cem mil. Será que o senhor sabe quanto iria poupar se despedisse cinquenta mil? E cem mil? E se eu baralhasse as contas e atirasse setenta e sete mil? Daria uma poupança de quanto, senhor ministro? Não me parece que saiba a resposta…

Paulo Futre. Um nome impronunciável, em chinês.

As sextas à noite servem para muita coisa. Uma delas é sair. Outra é beber uns copos na companhia de quem se gosta. Outra ainda é namorar ou fazer o belo do amor. Mas há uma que é insubstituível e que comanda todas as outras. RIR. Se não houver riso, pouco mais sobra. Cada um terá as suas razões para se rir. Eu, claro está, tenho as minhas. Gosto de me rir na companhia dos que mais gosto, é natural que assim seja, mas também gosto de me rir quando tem de ser, quando me deparo com situações que só dão mesmo riso. Hoje não se falou de outra coisa. Pode o país estar virado de pernas para o ar que não se falou de outra coisa. Qual avaliação dos professores, qual quê? Qual mau humor do Engº, qual quê? Qual entrevista do próximo pinóquio, qual quê? Melhor, muito melhor. Muitos furos acima de uma qualquer entrevista do xorxechesus a mascar aquelas intermináveis chiclas. Sem mais palavras, confira aqui, sócio.

Avaliação do Desempenho Docente.

No meio desta vida toda, eu também trabalho. E hoje foi dia de trabalhar até mais tarde. Estive numa daquelas reuniões dos cursos profissionais, sempre marcadas fora do horário lectivo… de preferência à hora em deveria estar à saída da escolinha das minhocas. Um desarranjo, portanto. Mas adiante, que se faz tarde. Só há pouco pus a minha leitura em dia. Leitura dos blogues, dos jornais e de outras coisas mais. Tudo normal, portanto. O que eu não achei nada normal foi ter lido uma notícia sobre a apresentação de um projecto lei, ou lá como se chama, que visa suspender a avaliação do desempenho docente, cuja origem está no psd. Fiquei corado. Corado de vergonha e enxovalhado. Não que estivesse de acordo com esta ADD, mas pela forma como tudo isto acontece. Mais uma vez os professores vão ficar colados a uma imagem de verdadeiro oportunismo. Então estiveram à espera deste dia seguinte para apresentarem tal projecto? É de bradar aos céus tamanho oportunismo e despudor. Temos uma classe política nojenta e sem escrúpulos. Quem me ouvir até pode pensar que eu desejava que o raio da avaliação continuasse como estava, mas acabarem com ela desta forma, dá-me vómitos. Ainda estou para ver qual vai ser o discurso do senhor do bigode, parecido com a mãe.

Sbordem. Eles que se amanhem!

Vir para aqui escrever sobre outros clubes é um pouco perda de tempo. Mas não resisto. E ultimamente nem tenho perdido muito tempo, como se pode facilmente constatar. Deixei-me disso. Mas desta vez não resisti mesmo. Isto tudo porque ontem à noite, e foi sem querer, parei num canal de televisão que estava a dar um debate com os candidatos à presidência do Sbordem. Mais uma vez fiquei chocado. Não com a peixeirada que por lá pairou, e quando digo peixeirada é sem ofensa às peixeiras, mas sim com a falta de categoria daquela gentinha que sempre se auto-intitulou de diferente e acima dos valores morais do mais comum dos mortais (quase que fazia um versinho). Para um clube de viscondes, estes candidatos ficam muito a desejar e, sem prestar muita atenção ao que para lá iam gritando, deu para perceber que há por ali muita arrogância, muita raiva, muita necessidade de aparecer, muita demagogia e, acima de tudo, uma vaidade que não se aguenta. Eles eram cinco e agora, quem quiser, que encaixe estes adjectivos em cada um deles, que eu não estou para aí virado.