Ficará para outras conversas! Por agora é só isto!

Nesta família temos destas coisas. Sempre que há uma boa notícia, segue-se um descalabro financeiro. Sempre fomos assim. Quando conseguimos evoluir mais um pouco em termos de experiência humana, levamos um estaladão, que deixa marcas. Hoje foi mais uma dessas experiências mas cá estamos prontos para seguir em frente. Não me faz confusão perceber o porquê das situações acontecerem e até as consigo aceitar, mas lá que custam a ultrapassar…

Isto tudo não interessa mesmo nada. O que interessa mesmo, mesmo, é que a vida continua sorridente e cheia de brilho.

Adorei o fim de semana.

Pois é, três dias sem vir aqui escrever são para mim, claro está, uma verdadeira eternidade. Habituei-me a isto e agora não quero outra coisa. Mas desta vez foi por uma boa causa. Fui passar o fim de semana ao Douro, embora sem a minha rica senhora, estive sempre muito bem acompanhado. Fui para realizar um trabalho que não conseguiria fazer  se fosse com as minhocas pois elas são muito chegadas a mim… e eu precisava de sossego… O trabalho decorreu da melhor forma possível, graças ao ambiente vivido e foi muito divertido. Assim dito assim feito e vim de lá mais cheiinho, com um quilo a mais, porque a diversão é sempre acompanhada com umas paparocas divinais e uns néctares inspiradores. Foi um fim de semana de excessos e, para ser perfeito, só faltou a minha rica senhora cair-me nestes braços musculados, sedenta de amor e paixão… mas pode ser que fique para uma outra oportunidade.

Jantar da minha infância. Take 02.

Depois do primeiro grande encontro da juventude (não em Braga, que esses jovens já não são feitos da mesma massa), reunimos um grupo mais pequeno. Foi um jantar muito agradável, muito calmo e com pessoas sensivelmente da mesma idade que viveram muita coisa… há muitos anos atrás. Foi um jantar diferente do outro. Neste conseguimos estar mais juntos e concentrados na conversa. Continuamos a falar das aventuras de há trinta e cinco anos atrás mas não só. Há esse lado íntimo da conversa e que está ligado àquela época mas já se conseguiu passar para as nossas vidas actuais e para os nossos percursos de vida. E somos tão diversos. Mas isso não interessa nada. Eu nem sei explicar lá muito bem. É um sentimento de cumplicidade estranho porque cada um seguiu por caminhos distantes mas ao fim destes anos todos continuamos a querer ouvir o que o outro diz. Adorei estar com eles e com elas. E por falar nelas, essa é uma novidade muito agradável pois passei a conhecer melhor o que elas faziam e pensavam na altura. É que naqueles tempos não havia muita mistura e as raparigas estavam um bocadinho fora do nosso alcance. Tem sido uma descoberta engraçada. Provavelmente, o próximo jantar só deve acontecer lá para meio da primavera, já com outra temperatura, à beira mar, já com quatro ou cinco meses de crise em cima, que é para descomprimir.

Porque temos de falar uns com os outros.

Mais um jantar de família muito agradável. Pena ter sido a uma terça feira. Acabou mais cedo do que é habitual. E como eu gosto de estar com a família. Pode parecer meio parvo, mas gosto mesmo de estar com a família, ainda para mais quando o mano está cá, o que é cada vez mais difícil. As pessoas alimentam o espírito com muitas coisas, é certo. Livros, cinema, música e o diabo a quatro (que é uma excelente posição para o diabo) mas vão sempre dar ao mesmo sítio. À família e aos amigos a sério. Sem esta dupla, tipo Hulk e Falcão, as coisas não seriam a mesma coisa.

Grande noite!

E assim foi. Foi um belo de um jantar de antiguidades. Adorei juntar-me aos meus amigos da infância e também de estar com aqueles mais novitos mas que também andavam por lá, na rua Vasco Valente. É muito estranho estar sentado à mesa com amigos que já não via há trinta anos mas, ao mesmo tempo, era como se tivesse sempre estado com eles. O grau de intimidade aparece num instantinho e as coisas boas e engraçadas da altura vêm ao de cima muito rapidamente. Fartei-me de rir e fartei-me de conversar. Jantamos super bem, no Varanda da Barra, passe a publicidade, e também bebemos um bom tinto, que ajudou a soltar a língua. Saímos de lá eram quase duas da manhã e, após algumas despedidas, foi um grupo para um bar em Leça da Palmeira. Foi conversar até fartar e só saímos porque o senhor queria fechar as portas do estaminé. Nem demos pelo passar do tempo e quando cheguei a casa eram seis da manhã e tinha a minha rica senhora a dormir…

Enfim, foi uma bela noite e só espero que se repita, pelo menos uma vez por ano, já que é complicado para aqueles que vivem noutros países. Fico com a sensação de que poderei ter estado mais tempo com uns do que com outros, mas se aconteceu foi fruto das circunstâncias e peço desculpa porque a minha vontade era falar muito com todos.

A minha infância.

Este sábado que por aí vem promete. Promete muito. Vou estar num jantar de antiguidades. São as minhas antiguidades. Mais seriamente. Vou estar num jantar com os meus amigos de infância e da adolescência. Homens e mulheres que, na sua grande maioria, nunca mais vi. Estou entusiasmadíssimo com a ideia de os rever. Já estamos todos entradotes, com é evidente, mas vai ser muito bom recordar aqueles tempos. Felizmente tive uma infância e uma adolescência muito tranquila e feliz. As recordações que guardo são muito boas. Vamos ver se os consigo reconhecer a todos.

As redes sociais têm estas coisas boas. Foi através do facebook que descobri, por mero acaso, um grupo de pessoas que eram os meus amigos… foi daquelas descobertas que emocionam. Até sábado.

Que me desculpem.

Todos os dias achamos que o presente é o que de melhor nos pode suceder. Quem é que não pensa assim? Pelo menos deverá ser assim, em pensamento. Na prática, por vezes, esquecemos a importância que o presente tem. As coisas mais simples da vida devem ser apreciadas e vividas com intensidade. A amizade e o amor daqueles que nos são mais chegados não deve ser desperdiçada. Quantos de nós não temos amigos que estão mais distantes e, apesar disso, estão sempre junto de nós. Quando os revemos é como se toda essa distância física não tivesse existido. Felizmente ou infelizmente eu tenho alguns amigos e amigas que estão mais distantes, que vou vendo quando tal se proporciona, e que fazem sentir saudades de uma bela treta. Mas a vida é assim mesmo e a minha está muito ocupada com o crescimento das minhocas, com a mãe das minhocas e, agora, com a Lola. Pouco tempo me sobra para estar com as pessoas que me dizem alguma coisa, que me fazem sentir bem e que aprecio. E sinto falta delas.

O blogue da Lola.

Nem sequer vou perder tempo com a nossa seleção. Já se disse muita coisa má e eu estou de acordo com tudo o que se disse, por isso não vale a pena bater mais no ceguinho. Tenho mais que fazer. Tenho andado entretido a montar um blogue sobre a Lola, a nossa Westie linda e maravilhosa. Não é que seja muito difícil, mas gosto de ir organizando os materiais que vou utilizar e as informações que vou necessitar para que a coisa saia mais ou menos jeitosa, tal e qual a Lola. Portanto, quem tiver curiosidade, que passe por , e quem tiver informação disponível que faça o favor de ma enviar que eu agradeço muito.

Foi bom, não foi?

Que belo fim de semana. Passado aqui, que é um sítio muito agradável e com uma companhia de se lhe tirar o chapéu. Éramos muitos, lelos, com muita miudagem e muita energia. Bem, energia não foi lá muito o meu forte, pois fiquei outra vez adoentado e tive de tomar mais umas pastilhas… mas o pessoal esteve imparável. Fomos excelentemente bem recebidos e ficamos fãs da Casa do Monte. A quem puder e quiser, aconselho vivamente a dar lá um salto, pois vão gostar de certeza.