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O FMI diz, sem se rir, que o ajustamento falhou

O Fundo Monetário Internacional está contra o dr. Passos Coelho, o dr. Vítor Gaspar e a dra. Maria Luís Albuquerque. Agora vem dizer que o programa de ajustamento português falhou. Não se faz. Depois de três anos de tanta dedicação à troika por parte do Governo, esta ingratidão por parte dos técnicos do Fundo até dói. Explico-me, até porque o FMI não diz isto assim da boca para fora e preto no branco. Dá umas

Fonte: O FMI diz, sem se rir, que o ajustamento falhou

Setediassete…

Não há nada como ser denunciado na rede social da moda, dita para velhotes pelos mais novos. Pensando bem, a dita cuja é mesmo para velhotes pois os mais novos não se dão ao trabalho de denunciar fotografias menos próprias… só mesmo velhotes sem mais nada para fazer. Mas é assim a vida e o que interessa é que fui mesmo castigado… durante setediassete… e tive de responder a uma data de tretas para avaliarem se mereço continuar na rede social da moda deles…

De qualquer maneira vou ficar no limbo… sem poder ver nem ser visto… pode ser que me habitue e deixe, de uma vez por todas a rede social da moda para velhotes… sempre posso mudar de paradigma e passar a escrever mais por estas bandas, quem sabe?

Dois. Dois milímetros mais escuros.

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Eu era. Era um rapaz à antiga portuguesa. Agora já não sou! Tenho muita pena. Deixei de ser aquilo que era. Se ainda fosse para melhor… era rapaz para aceitar a realidade dos factos. Mas não! Tinha de ser para pior. Portanto, deixei de ser um rapaz à antiga portuguesa para me tornar num qualquer sucedâneo. Estou a ficar igual a muitos outros. Não é que o facto de ser um entre muitos outros me faça diferença. Não faz. Somos todos pequeninos, neste universo, e devemos ter consciência disso mesmo. Mas… eu gostava de sentir que era especial… gostava de sentir que era diferente… gostava de sentir que era eu. E hoje sou um entre… os outros, aqueles que não existem na minha vida. É estranho pensar que podemos ficar iguais a outros personagens. Principalmente aquele tipo de personagens com quem não nos identificamos minimamente. É um pouco como começarmos a engordar e de repente chegarmos aos cem quilos e não percebermos que temos, realmente e efectivamente, cem quilos. É uma realidade alheia. Parece que vivemos no planeta rocher… doce e alienante… se é que me entendes…

Voltando ao início.

O que é que pretendo com toda esta conversa do rapaz à antiga portuguesa?

Bem vistas as coisas… não pretendo nada! Esse é o princípio deste blogue. Não venho  para aqui pretender seja lá o que for. Porquê? É muito simples. Rapaz à antiga portuguesa não vem com conversas para chegar ou pretender alguma coisa mais complicada. Vai directo ao assunto.

Ok, já deu para perceber que eu sou um rapaz à antiga portuguesa com algum tipo de lacuna pois demoro a ir directo ao assunto… mas eu chego lá.

Até podia mudar o discurso par o pobre coitado de ser um daqueles quarenta por cento de portugueses que chegam ao fim do mês sem um euro disponível para gastar num croissant, dos verdadeiros, porque não sobra nada. Podia lamechar-me dessa forma. Não seria mentira nenhuma. Infelizmente. Mas o que me apoquenta a alma não tem nada a ver com o guito. Ok. O guito é importante. É. Mas o meu problema é outro.

O meu problema é…

é…

Eu tenho um problema?

?

Pronto, eu digo!

Eu sou um romântico.

Sim. O verdadeiro romântico! Aquele espírito do século dezoito. De viver por amor e para o amor. Sou eu. É a minha cara. Não sou mais nem menos por ser assim. Por me sentir assim. Pode ser um problema? Pode.

Amanhã, dia dezassete de dezembro do ano de dois mil e treze, eu venho cá explicar a segunda parte da teoria. Aquela parte que explica porque é que ser romântico pode ser um problema…

Quatro de Outubro de dois mil e treze.

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Aqui há uns anos, valentes (mais propriamente doze, e sim, fui confirmar…) estava eu, a esta hora, a tomar uma bebida, depois de um momento que me marcou até hoje. Sim, é verdade, eu também me deixo marcar. Mas essa… é uma outra conversa… Hoje, importa registar, é o dia do meu aniversário de casamento. Doze anos? São uma vida! Mas não notei! Passaram rapidinho! Se calhar estou esclerosado de todo ou então foram anos vividos com muita intensidade…

Se fosse há trinta anos atrás, era menino para dizer: obrigado princesa… como já não tenho idade para essas coisas, limito-me a dizer: obrigado meu amor.

Porque tenho saudades!

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Gosto de me confessar. Não é ao padre, claro, é mais com a minha consciência. Neste caso, a minha consciência está na ponta dos dedos. Não, não é nada disso que estão a pensar. Não tenho a consciência na ponta dos dedos para esfregar nos mamilos ou, quem sabe, pelo corpo todo. Não, nada disso. É mesmo com estes dedos que eu escrevo no portátil. Só isso e nada mais do que isso. E nas teclas estão as palavras. Poderia começar a divagar e escrever qualquer coisa do género: estão são as palavras que nunca te direi… mas não me parece. Não me parece que, agora, depois de velho, vá começar a citar quem quer que seja. Não tenho muita paciência para isso. Sou mais terra a terra… Quem por cá anda, atento, já percebeu que as emoções saem da mesma forma e à mesma velocidade a que entram. As emoções não existem para serem pensadas. Existem para serem vividas. Parece simples, certo? Eu também acho. As emoções são o motor da nossa existência. Todos nós precisamos de emoções. Eu não sei se preciso de mais ou menos emoções do que os outros. Não me interessa muito saber se sou mais emotivo do que o vizinho do lado. Isso é problema dele. O meu problema são as minhas emoções. Assim, no plural. Sim, eu tenho emoções. Muitas. Emociono-me com muita coisa mas não sou propriamente uma dona de casa emocionada. Emociono-me com… emoções. Diz assim: “Emoção é uma experiência subjetiva, associada ao temperamento, personalidade e motivação” . Eu tenho a certeza de que tenho estas três actividades mentais, logo emociono-me.

E eu preciso de respirar.


 

Por vezes a tristeza consegue invadir a nossa alma. Como gostaria de pensar que a vida é uma alegre passagem. Mas não é. A passagem tem que ser dura, arrebatadora e tem que nos suster a respiração.

Daqui a pouco vou jantar. Estufei uns miminhos de ronron… nunca fiz igual. Espero que estejam bons. Vamos beber uma garrafa de vinho tinto. Sempre ajuda a respirar melhor.

Amanhã? Será outro dia.

Valeu a pena.

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Duzentos e vinte dois. Esse é o número de visitas que este singelo blogue teve até este momento, no dia de hoje. O momento em que me dou ao desfrute de escrever alguma coisa. Também neste preciso momento acho que a vida é para ser vivida a todo o gás. Mesmo que nos apareçam uns homens de bigode pela frente. Todos nós temos as nossas cenas (se é que me entendes…) e uma vezes estamos para cima e outras vezes estamos para baixo. Tal e qual os interruptores. Um clássico, portanto.

Posto isto, convém frisar que hoje fui a Serralves. Como se vem repetindo ao longo dos anos, lá fomos nós. Desta vez sem a minha rica senhora, que se encontra em peregrinação. Fomos os três mais a avó. A avó nunca tinha ido e gostou de ter ido. Apesar do tempo não estar nada bom, o que foi uma pena, conseguimos dar a nossa volta, assistir a algumas… performances… e as minhocas fizeram as actividades da praxe e que adoram.

Fotografias? Temos algumas, tiradas com o telemóvel porque me esqueci de pegar na máquina que passou toda a noite a carregar… Pode ser que um dia tenha paciência e sapiência para as “sacar” do telemóvel…

Pelo meio, apareceu um senhor à varanda.

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Há dias assim. Em que nos sentimos… como dizer? Pequeninos? Pode ser, mas não chega! É recorrente ao ser humano sentir-se pequenino quando as coisas não correm de feição. A mim, acontece-me muito, mais do que o desejável. Não que eu sofra de algum complexo de inferioridade… que me leve sempre a pensar que sou um pobre coitado. Não! Não é nada disso. Também não me acho o justiceiro implacável. Digamos que me fico pela parte do implacável e que deixo de lado a parte do justiceiro. Tem mais a ver comigo. Não sou um ser humano exemplar. E quando tenho um assomo de exemplaridade… dá-me uma cena súbita, ando cinco dias estúpido e depois passa-me. Volto à normalidade. Sou aquilo a que se costuma chamar de tipo normal. Não sou vulgar, sou normal. E como sou normal, acabo por reparar que anda por aí muito bicho careta que não é normal. Porque será? Porque será que as pessoas têm a mania que são melhores do que as outras? Sempre foi assim e vai continuar a ser. É outro mistério… para o qual nunca iremos encontrar uma resposta. E por falar em resposta…

Parece que já temos um novo papa. Um argentino. Vai ser bom, muito bom para aumentar a moral dos jogadores argentinos do fêcêpê, que vão jogar daqui a quinze minutos… Voltando ao assunto, o das respostas… dá vontade de nos questionarmos sobre o que irá fazer este novo papa. Ainda tive esperança que viesse um tal cardeal de Boston, franciscano… mas seria pedir muito… veio um a Amarica do Sul, provavelmente com outras ideias… mais avançadas? Espera-se porque se for como o anterior… vão continuar a perder clientela… e isso é mau… o negócio ressente-se. É mais um senhor velhinho, que daqui a uns anitos vai ter de encostar as botas, vermelhas, fashion, para dar lugar a outro… e andamos nisto.

Outro post que mais valia…

Tentando, não! Fazendo um esforço para não pensar que estou no meio de uma festa de pijama, ponho-me a pensar noutros assuntos. Em assuntos de homem… bem, de homem, homem, não será bem. É mais de ser humano. Abrangente, portanto. Estava mesmo a pensar no amor. Na capacidade que o ser humano tem de amar. E por falar em amor… só consigo dizer o que toda a gente teima em dizer: o amor é bonito! Quem disser o contrário está a mentir com todos os dentinhos que tiver na boca. Claro que o amor é bonito. Não há outra designação possível. Não há outra outra designação que seja tão abrangente…

Enquanto penso no quão bonito é o amor, vou ouvindo diversos sheiks, em múltiplos de dois, mas um de cada vez para não ficar baralhado. É uma táctica que fui aperfeiçoando ao longo da minha existência, principalmente quando só tenho mesmo um brandymel manhoso para acompanhar alguns momentos da minha vida em que necessito de pensar nela… a minha vida.

Isto tudo porque sou complicadinho. Se fosse rapaz para ser arejado… já tinha ido directamente ao assunto… assim sendo, tenho mesmo que me expressar com uma data de disparates, daqueles que não lembram à quadra que vamos atravessar. A minha rica senhora acaba de entrar no escritório e, por conseguinte, ainda fico mais baralhado. Sinto que estou a divagar sobre o amor à sua revelia… mas não estou porque a minha rica senhora faz parte da minha divagação, para não dizer, amor.

Pronto, não digo mais nada!

Um blogue é uma cena buééééé mas buéééé de fatela. É barraco, mesmo. Mais vale estar no bar da praia a ver gunada III. Gosto de vir aqui, ao estaminé, para mandar (ou enviar) umas ideias para o ar. O ar é vago. Mas eu também sou vago. Por isso. Não interessa. É tudo igual. Como eu. Que também sou igual. Aos outros. E andamos nisto.

Isto, que é diferente daquilo. Aliás, somos todos diferentes, aliás, todos iguais.

Será melhor ir dormir?

Acho mesmo que sim!