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Back to Italy.

Esta coisa das viagens de avião serem baratíssimas está-me a deixar invejoso… não é que o mano foi outra vez para Itália, ter com a sua bela Cici. Foi noivar, é certo, e disso só tenho mesmo é que estar contente, mas de ir novamente para Itália é que tenho inveja, claro. Tudo bem que o mano merece e a bela Cici ainda merece mais porque é uma querida, mas bem que podiam vir namorar para aqui perto, tipo, Gondomar, Ermesinde ou até mesmo Valadares. Sempre ficavamos todos mais perto uns dos outros…
Claro que desejo ao mano uma estadia fofinha e cheia de amor.

Não vamos, não.

Curioso. Ontem fiquei até às tantas a ver, ouvir e sentir um debate com a ministra da educação e alguns professores. Não é normal em mim, pois nunca perdi muito tempo na minha vida com debates em que se discute o sexo dos anjos. Por falar em anjos, esta ministra parece-me ser um daqueles que os tem no sítio, nada de assexualidades. E é por isso que ela, no final do debate, sai mais do que vitoriosa. É muito acertiva e dá-se ao luxo de gozar com os professores, o que me parece evidente e que, se eu estivesse no lugar dela, faria igual ou bem pior. O que se passa é que os professores são vistos como uma cambada, que fazem uso de um discurso de cambada e que não conseguem ser objectivos nas suas críticas, o que me parece um contrasenso. O que se presenciou foi um certo histerismo (que se vem repetindo) nas críticas (muitas delas com evidente razão por parte dos professores) e para as quais o nosso anjo da guarda, com aquilo bem em riste, se limitou a bater umas bolas tranquilamente. Custa-me ver, na televisão e que chega a todo o país, espectáculos pouco conseguidos, para não dizer degradantes, em que uma classe profissional é completamente vulgarizada porque o discurso, a forma de comunicação, ou lá o que quiserem chamar, é completamente inadequada e ineficaz. Para toda esta ingenuidade, o anjo da guarda, que continua com aquilo bem em riste, riu-se, comeu uns amendoins, deu uma golada no fino, só não arrotou porque a educação é o seu forte, e de seguida diz duas ou três coisas completamente acertivas que não deixam margens para dúvidas de quem tem razão. Eu acho um piadão enorme à forma calma como responde às maiores barbaridades e, até, insultos. Tenho pena porque os professores, no seu dia-a-dia, conseguem ter uma postura que não condiz com certas manifestações públicas e, perante situações divergentes, ou até mesmo adversas, orientam o seu discurso para o debate das ideias. Mas nesta situação não conseguem controlar a raiva, e esse é o termo adequado quando vejo pessoas descontroladas, quase a espumarem, e a perderem uma oportunidade de ouro para poderem fazer passar uma imagem verdadeira daquilo que são.
Pessoalmente tenho alguma mágoa com estas reformas. Sinceramente acho que eram necessárias mudanças, mas não houve um período de transição, foi tudo feito à bruta, e a minha vida ficou seriamente prejudicada. Por outro lado, a coisa como foi feita à bruta, no caso com o anjinho à canzana, decidiu-se fazer um concurso para professores titulares – concurso, leram bem – e serão esses que não foram, sequer, sujeitos a uma avaliação que irão avaliar os outros. Parece-me evidente que esta situação é geradora de conflitos entre a classe docente, em que a tal raiva se vai acumulando e depois dá nisto, professores corados e esbaforidos, quase a arrancarem os cabelos, e uma “classe” sindical parada no tempo e no discurso, que está estafado, tal como quem conseguiu ler este texto até ao fim.
Assim não vamos lá!

Como o tempo passa.

No domingo passado fui a Lisboa, capital do país. Já não passava por lá desde as férias, em Agosto e em direcção ao “ALLGARVE”. E o que é que eu fui lá fazer? Fui a um almoço de antigos atletas do SLBenfica. Sim, é verdade eu já fui atleta do Benfica, mais precisamente em 1981 e 1982… há umas décadas atrás… e fazia quatrocentos metros barreiras, provavelmente a corrida mais dura e violenta de todas.
Adorei ir com o meu amigo e também ex atleta do Benfica, Guilherme Alves, almoçar com o pessoal desse tempo e que nunca mais vi. Uns estão melhores do que outros, de aspecto, claro, mas ouvir as histórias daquele tempo é que me deixou regalado.

O almoço foi num restaurante que fica por baixo do estádio e este ano calhou no dia imediatamente a seguir ao jogo com o fêcêpê que, imagine-se, ganhou mas o ambiente esteve muito bom e ainda me ri um bom bocado.
Para o ano há mais.

Estado de graça.

Sempre que acordo tenho aquela sensação de quem vai inventar qualquer coisa. Acordo sempre com uma energia positiva muito forte e, se me derem um bocadinho de atenção, a coisa pode-se tornar insuportável. Infelizmente, ou não, sou sempre o primeiro a acordar lá em casa e a única que me acompanha é o ser humano de reduzidas dimensões, de seu nome Rita, que também acorda neste estado e com as pilhas todas.

Era bom.

Tenho andado com aquela vontade de desenhar. Precisava de ter uma exposição qualquer, marcada com um tempo para fazer o trabalho. Adoro andar assim, atrás do tempo para conseguir trabalhar. Como não há nada, já sei que vou fazer umas coisitas e fico-me por aí. O que é uma pena, porque está-me mesmo a apetecer…

Oh oh.

Ontem comi a orelha e a pata de um porco. Adorei. Já tinha saudades de fazer e… comer um belo de um rancho. Foi em família e comi tanto, mas tanto, que nem consegui jantar.
Nestas ocasiões, à conversa, a coisa descontrola-se um bocadinho e é também nestas ocasiões que a nossa amiga se cola a nós, nos lados, e depois para se ir embora é preciso um esforço muito grande…

Enfim.

A vida está difícil. Depois de várias instalações do sistema (Kubuntu, para quem não saiba) cheguei à triste conclusão que tinha tudo bem instaladinho e que o problema que me andava a irritar solenemente afinal era… o monitor que está a começar a pifar! Deixa de ter imagem ao fim de um certo tempo. Deslig. Ligo e volta a imagem. E ando nisto há uma semana… Que nervos!
Não consigo trabalhar, nem ver as minhas coisas sossegado. O pior é que isto não vai ter solução tão cedo. Guito curto oblige.