Coisa pequenina.

O meu fascínio por furgões é uma coisa que não dá para entender.
Na outra encarnação não fui, de certeza, tendeiro ou feirante, como se diz por aqui, porque já sou velho e antes de eu nascer não havia furgões, só camionetas.
Nos Estados Unidos existe o conceito de van, que para mim é das poucas coisas que aquele país tem de interessante, e são super sofisticadas, com tudo o que se exige num carro normal, mais o espaço que indubitavelmente possuem. Basicamente a ideia é a mesma: tudo pode acontecer com e dentro de um furgão.
Não estou com ideias de comprar um, claro, porque estão completamente fora do meu orçamento, mas se me saísse o euromilhões é que era já a seguir. Mas agrada-me a ideia de meter tudo lá dentro, filhas, patroa, toalhas, livros, boias, brinquedos, água e comida e ir para a praia. Adoro saber que tenho sempre espaço para meter mais qualquer coisita lá dentro. Nem que seja uma coisa pequenina, de duas velocidades e rugosa, para o que der e vier.

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