Leve como as águas das pedras.

Por vezes páro para pensar. Na minha vida. Aquelas coisas do costume: quem sou, o que faço, para onde vou, blablabla. Balelas e lugares comuns. Mas a vida é assim mesmo e eu não fujo à regra. Tenho as minhas angústias existênciais, as minhas dúvidas. A minha maior dificuldade está no facto de não conseguir pensar que as outras pessoas podem não estar no mesmo comprimento de onda, isto é, o que para mim pode ser evidente pode não ser para as outras pessoas. No fundo trata-se de um mero problema de comunicação. A comunicação é um elo fundamental no desenvolvimento pessoal, na conquista da afirmação do indivíduo e na busca da felicidade. É aqui que eu falho muitas vezes. Não sou bom de boca. Não tenho o dom da oratória. Sou demasiado sintético, que se há-de fazer. Quando quero comunicar torno-me demasiado pesado.

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