Chaves 2

O pastel de Chaves é uma verdadeira instituição. Aprendi a saboreá-lo com a minha indígena. De início fazia-me uma certa confusão comê-los sem beber um copo de vinho ou uma cerveja. Agora, depois de muitos já devorados, adoro-os com café, pela manhãzinha, em jejum. Recuso-me a comê-los na companhia de um Sumol. Isso é pedir de mais.
Nem todas as tascas lá de Chaves os têm em condições, também é preciso procurar bem, mas regra geral a qualidade não se compara ao que aqui chega ou aqui se produz.
Há uma variante da qual eu tenho imensas saudades. O pastel congelado que chegava a minha casa embaladinho e que era só meter no forno durante vinte minutos e, voilá.

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