Palerminhas, mesmo.

Adoro uma bela coxa. Não tem que ser opulenta, nem tem que ser franganota. Tem é que ser “a bela coxa”. Isto não está nada relacionado com o tipo de mulher de que se gosta, pois não acredito em nada dessas tretas. É antes mecânico e fora do contexto. Não interessa mesmo para nada, só mesmo quando se pensa no assunto. Isto é válido para a bela coxa como também é válido para tudo aquilo que nós quisermos. Quem é que nunca se viu em situações deste género? De repente estamos a fazer, comer, rir, falar ou a achar piada a uma data de situações para as quais nunca iriamos reparar, só que, muitas vezes por motivos alheios, acabamos por achar mesmo piada.

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