Também posso dizer mal.

Que me perdoem os apreciadores. Mas não tenho pachorra nenhuma para ouvir hip-hop. Aquilo é uma coisa, que não se pode. É que nem as chamadas líricas se aproveitam. Limitam-se a desbobinar uma data de banalidades e lugares comuns, que eu fico com os olhos esbugalhados de tanto procurar a dita contestação, ou lá o que os autores acham que fazem. Esta minha abominação pelo hip-hop não tem nada de racista, pois os ritmos negros sempre foram a génese de quase tudo, e muito sinceramente, eu aprecio kuduro, que é negro, básico e sem grandes pretensões. E depois há aquela conversa de que os músicos se venderam, e coisa e tal, e que quem é mesmo bom é um tal de Valete (nem sei se é assim que se escreve) que eu já estou fartinho de ouvir, só porque aborda uns temas mais “ousados” vulgo, cenas sexuais… mas eu continuo sem paciência, não para as cenas sexuais, mas sim para esta juventude que embarca em cada coisa…
Pronto, já posso ser cruxificado

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