Fica para a próxima.

Hoje sinto-me azul. Não sei porquê, mas sinto-me mesmo azul. Não tem nada que ver com o futebol, embora eu seja um adepto convicto do azul às risquinhas brancas (esta das risquinhas foi um bocadinho abichanado, mas que se há-de fazer?), não tenho andado muito a par com o que se passa no meu clube. Não é que esteja desinteressado do futebol, mas, como estou de férias, não tenho tido muitas oportunidades de ir aos sítios buscar a informação que, normalmente, é sonegada pelos orgãos de informação ditos normais e mais divulgados. De maneira que só sei que a vida azul continua sossegada, em trabalho e em plena preparação da nova época e isso basta-me, apesar de ouvir uns zumzums acerca do Quaresma (que nunca mais desampara a loja…) nada que se compare às novelas que se vivem intensamente há pelo um mês pelos lados da segunda circular lisboeta, sim, porque Lisboa tem uma segunda circular (na minha ignorância, não sei onde fica a primeira circular).

Acabei por só falar de futebol quando a minha intenção era falar do azul e do quanto eu me sinto azul, pelo menos hoje, o que foi uma pena.

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