O tal de mundo.

Quando eu era pequenino, a minha mãe sempre me disse que nem tudo o que brilha é ouro. Não sei lá muito bem porquê, mas cada vez mais tenho essa convicção. E digo isto, nada desconsolado, muito pelo contrário, levo a minha vida tranquilamente, mas tenho olhos, sentidos e gosto de observar o mundo que me rodeia. E o mundo, o tal mundo que nos rodeia, está uma chatice. Todo muito igual, todo muito previsível, todo muito à procura do mesmo. E isso chateia-me, pronto.

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