Ai o Natal.

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Sim, está bem, eu gosto muito de scooters, mas isso agora não interessa mesmo nada. Passou mais um Natal e mais uma vez fico com uma ligeiríssima impressão que não tenho nada, mas mesmo nada, que ver com a dita cuja da data. Por mim, acho que esta festa só se festeja por causa das crianças, daquela coisa das prendas e tal e coisa, senão hibernava para só acordar na véspera do Ano Novo, que também é outra daquelas festas que não há pachorra, mas essa, eu ainda vou estando de acordo.

O Natal está relacionado com a religião e eu, para o bem ou para o mal, não estou nem aí, meu chapa, para coisas da religião, ou pelo menos da religião cristã. Sem querer alongar muito a questão, apenas me apraz dizer que sempre que vejo, contacto ou conheço alguém que é muito católico, cada vez me convenço mais que esses são os piores, mas piores em tudo, mesmo. Eu não vivo obcecado com a treta da religião nem tão pouco com as figurinhas que circulam em redor, mas chateia-me constatar que há sempre uma versão oficial mas que, na prática, está muito longe da realidade. Lembro-me sempre da cena do Padrinho que mandou matar não sei bem quantas personagens enquanto assistia, muito calmamente, à missa.

Para além desta coisada toda, as minhas minhocas adoraram os presentes, fartaram-se de comer chocolates, sugos e porcarias do género, divertiram-se sempre dentro de casa, pois em Chaves estava um frio de rachar os c…… a um homem forte. E assim disse e assim me despeço.

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