Balanço II.

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Lá terá de ser. A seguir às minhocas, vem a mãe das minhocas. Que por acaso não é como as verdadeiras minhocas, ou seja, gosta mesmo é de estar estendida ao sol, a jiboiar. Que é que eu posso dizer da minha companheira? Que é realmente companheira? Bah, não chega. Ela é muito mais do que isso, embora ainda não o saiba, mas isso agora não interessa nada. Interessa sim é registar a nossa cumplicidade e a forma tranquila como estamos a construir uma família, com tudo o que ela implica. Apesar do trabalho lhe roubar muito do tempo, que poderia ser gasto nela e nas suas coisas, as funções que desempenha trazem-lhe alguma satisfação a nível profissional, já que está numa fase de aprendizagem e as coisas vão rolando. Mas esta é a minha visão das coisas que, muitas das vezes, não coincidem com as suas…

Claro que não  vou entrar aqui naqueles balanços mais íntimos, do género: é boa como o milho, leva-me às estrelas, gosta assim ou assado, nem outro tipo de observações disparatadas, mas sempre posso dizer que continua uma excelente companhia à volta (não, não é à volta da fogueira) de uma garrafa de tinto (só é pena eu ter deixado de fumar…) e quando temos oportunidade de viver um momento desses, conseguimos atingir um patamar de felicidade que me deixa sempre… sem palavras.

Foi, apesar das dificuldades logísticas… um bom ano, que passou a correr. Tenho a certeza que o próximo ano será ainda melhor por isso, Rosinha minha felôôre, prepara-te para o viveres intensamente.

Nota: A fotografia foi mudada porque a minha senhora não gostava da outra…

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