Já esteve melhor.

Depois de um fim de semana passado em casa, com muita chuva lá fora, apeteceu-me escrever qualquer coisita, mas estou sem ideias. Pior ainda, estou cansado, sem grandes energias para fazer o que quer que seja. Nem o facto de ter comido um belo de um cozido à transmontana, cheio de coisas boas e que fazem um mal desgraçado, me deu forças para arrebitar um pouco. Têm sido dias seguidos assim. Tudo corre naturalmente na minha vida e dos que me rodeiam e, quem “ouvir”, até pode ficar com a sensação de que eu não gosto da vida que levo, mas não é nada disso que está em causa. Sempre consegui fazer as coisas direitinho, sem nunca ninguém se aperceber que a minha cabeça estava a mil… só que desta vez está a dez… que também é um número engraçado, redondinho e bem parecido, só que… não é por ele que o meu coração bate. Gosto de me sentir com força. Não daquela força pujante dos vinte e cinco anos que não volta mais, mas antes daquele vigor psicológico que me deixa tranquilo, com uma vontade de viver a vida, que não se pode. Quando essa falha, eu falho. E ultimamente tenho falhado imenso.

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