Foi o Paulo C. que me enviou.

Freira e o taxista

Uma freira faz sinal para um táxi parar.

Ela entra e o taxista não pára de olhar para ela.

– Por que você me olha assim?

Ele explica:

– Tenho uma coisa para lhe pedir, mas não quero que fique ofendida…

Ela responde:

– Meu filho,sou freira há muito tempo e já vi e ouvi de tudo.

Com certeza, não há nada que você possa me dizer ou pedir que eu ache ofensivo.

– Sabe, é que eu sempre tive na cabeça uma fantasia de ser beijado na boca por uma freira…

A freira:

– Bem, vamos ver o que é que eu posso fazer por você:

primeiro, você tem que ser solteiro, Sporting e também católico.

O taxista fica entusiasmado:

– Sim, sou solteiro, do Sporting desde criança  e até sou católico também!

A freira olha pela janela do táxi e diz:

– Então, pare o carro ali na próxima travessa.

O carro para na travessa e a freira satisfaz a velha fantasia do taxista com um belo beijo na boca.

Mas, quando continuam para o destino, o taxista começa a chorar.

– Meu filho,diz a freira, porque estas a chorar?

– Perdoe-me Irmã, mas confesso que menti: sou casado, do Benfica  e sou espírita.

A freira conforta-o:

– Não faz mal, estou a caminho de um baile de mascaras , chamo-me Alfredo e sou do Porto!

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