Cláudia Jacques, assim se chama.

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Diz-me a minha senhora: se por acaso, só muito por acaso, te envolvesses com uma loira, seria assim uma como esta, faz mesmo o teu género de loira. Fiquei de boca aberta a pensar num assunto em que nunca tinha pensado. Na realidade, eu nunca tive uma namorada loira, pelo menos que eu tenha dado conta, e não sei muito bem explicar o porquê de tal acontecimento (neste caso de falta de acontecimento) porque nunca olhei para o exterior das mulheres… a beleza interior é o mais importante… aquelas coisas que se devem dizer. Eu até conheço umas loiras bem interessantes mas… não percebo. Claro que a loira da fotografia é filha de um terrorista… é cá uma bomba… e numa revista daquelas, só pode ser vista e apreciada como um belo exemplar (isto está a ficar cada vez pior…) e tenho a certeza de que não haverá ninguém que não gostasse de passar a palavra a uma loira deste calibre. É moçoila para ser um pouco mais nova do que eu… e eu nem me atreveria a aparecer numa revista geriática, ou coisa do género, por isso só lhe posso desejar o maior sucesso junto da população portuguesa e que continue a proporcionar autênticos  momentos lúdicos a todas as gerações, espécies, géneros e o que mais houver.

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