Ai Jesus!

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Há coisas que não se esquecem. O fêcêpê acabou de ganhar o seu segundo tetra (eu sei, alguns já se esqueceram e outros nem repararam) e quem gostar de acompanhar o fenómeno do futebol, facilmente percebe que o papel do professor Jesualdo Ferreira foi importantíssimo. Eu estou à vontade porque sempre o defendi, mesmo nos momentos menos bons, por isso gostaria que ele ficasse como treinador do fêcêpê, não por um ano mas por dois, no mínimo. O homem faz um bom trabalho. É tranquilo e sabe lançar os mais novos o que, nesta fase de vacas magras, convém saber fazer para tirar dividendos. Sim, porque o fêcêpê é um clube que não se pode dar ao luxo de esbanjar dinheiro, para isso existe o clube das gaivotas e a tal “organização social”. Esses sim, podem-se dar ao luxo de dizerem o que querem e fazerem o que muito bem entenderem. O fêcêpê não. Tem de fazer uma gestão muito atenta das coisas do futebol, quase como uma empresa familiar (sim, somos pequeninos) em que os assuntos de pormenor são tratados com a devida importância e os detalhes são alvo de um profissionalismo a toda a prova. Por tudo isto, dá-me vontade de rir (os sorrisos estão guardados para quem os merece) com tudo aquilo que tem vindo na dita comunicação social (que é amiga da outra, a “organização social”).

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